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O episódio foi comunicado pelo próprio parlamentar, por meio de suas redes sociais

O deputado estadual Marcell Moraes (PV) comunicou, em suas redes sociais, que a sua equipe, durante viagem a Barreiras, sofreu um acidente de carro na tarde da última sexta-feira (30).

Segundo ele, todos estão bom estado de saúde. “Pessoal, vamos fazer uma oração e agradecer ao nosso Deus. O carro que estava com minha equipe indo para a nossa campanha de castração em Barreiras acabou de capotar mas estão todos bem”, escreveu Marcell no Instagram.

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Pelo menos duas páginas no Facebook de apoiadores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) saíram do ar esta semana. Uma delas, a “Jair Bolsonaro presidente 2018”, tinha 845.610 seguidores. A outra, “Jair Bolsonaro presidente 2.0”, contava com 71.445. A Coluna acessou essas duas páginas na última segunda-feira. Nesta sexta, no entanto, a mensagem que aparece é “Esta Página não está disponível” e que “O link que você seguiu pode estar quebrado ou a página pode ter sido removida”. Segundo o professor Pablo Ortellado, da USP, “as páginas eram usadas para disseminar o ecossistema de sites de notícias ultra-engajadas do Bolsonaro, como AconteceuAi, HojeNoticias e PlantaoNews”. Procurado, o Facebook não comentou o assunto. A assessoria de Bolsonaro também não se manifestou.

Fonte: Estadão

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Os vereadores que votaram contra a ilegalidade do projeto de lei apresentado pelo vereador Davi Salomão (PRTB), que propunha a proibição da blitz do IPVA, se mostraram bastante indignados

O programa Redação Brasil de hoje (29), destacou a sessão que aconteceu nesta quarta (28) na câmara de vereadores em Vitória da Conquista. Uma sessão bastante nervosa. Os vereadores que votaram contra a ilegalidade do projeto de lei apresentado pelo vereador Davi Salomão (PRTB), que propunha a proibição da blitz do IPVA, se mostraram bastante indignados em seus discursos, após um post nas redes sociais, afirmando que eles estavam contra o povo de Conquista, “viralizar” nas redes sociais.

A câmara esclareceu que o projeto de Lei nº 03/2018, de autoria do vereador David Salomão, não foi aprovado porque, no âmbito das atribuições da Câmara, é inconstitucional, já que a União é quem possui competência privativa para legislar sobre trânsito. Esse foi o motivo da votação dos vereadores que negaram o projeto, devido a sua inconstitucionalidade.

Escute o resumo desta sessão:

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A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira, 29, o empresário e advogado José Yunes. A ordem de prisão temporária – cinco dias – é do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal.

José Yunes é amigo do presidente Michel Temer (MDB) há mais de 50 anos.

A Polícia Federal informou que por determinação do STF ‘não se manifestará a respeito das diligências realizadas na presente data’.

COM A PALAVRA, A DEFESA

“É inaceitável a prisão de um advogado com mais de 50 anos de advocacia, que sempre que intimado ou mesmo espontaneamente compareceu à todos os atos para colaborar.

Essa prisão ilegal é uma violência contra José Yunes e contra a cidadania.

José Luis Oliveira Lima”

Fonte: Estadão

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Baiano e integrante do MBL (Movimento Brasil Livre), Eduardo Viana revelou ao Metro1 que o grupo acompanhava o comboio do ex-presidente Lula durante o percurso apontado por petistas como local onde os ônibus foram atingidos por tiros. O grupo, no entanto, afirma nada ter visto.

“Eles não imaginavam, mas nós estávamos na comitiva nesse trajeto, em 80% dele, estávamos chegando em Queda do Iguaçu, quando passamos pela comitiva e entramos, ficamos entre os ônibus, entre o carro dos seguranças do presidente e carros de passeio da comitiva, mas não vimos tensão, reforço na segurança, nada que pudesse sugerir que houve momento de ataque”, afirma.

Viana disse ainda ter “estranhado a conversa de tiro”. “O que vimos foram muitos membros do MST nas estradas, nos entroncamentos, inclusive eles armados com as foices, os facões. A gente desconhece o momento de ataque, parecia que a caravana estava no seu momento mais tranquilo e seguimos. Fizemos esse trajeto acompanhando até dentro da faculdade onde o Lula foi discursar. Acho mais fácil ser uma narrativa que foi criada do que um atentado”.

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Na hora certa, vocês terão a informação se eu serei candidato e qual será a formação da chapa”, disse o prefeito

O prefeito ACM Neto descartou que vá anunciar se vai ser candidato ou não ao governo do Estado no próximo dia 4 de abril, quando acontece a inauguração do Hospital Municipal de Salvador. “O anúncio feito será dia 6 ou 7 de abril”, reafirmou o gestor do município. Ainda segundo o site Política Livre, durante apresentação da unidade hospitalar à imprensa, na tarde desta quarta-feira (28), Neto foi questionado sobre as conversas com o PR. “Eu não vou especular nada antes das coisas estarem decididas. Não há nenhum impedimento de conversarmos com quem quer que seja. Na hora certa, vocês terão a informação se eu serei candidato e qual será a formação da chapa”, disse o prefeito.

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Petistas têm dito que, se algo acontecer com Lula ou qualquer integrante da caravana, a culpa será do governo

Deputados do PT estão reunidos com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, para cobrar providências do governo federal em relação aos ataques sofridos pela caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dois ônibus do comboio petista foram atingidos por tiros nesta terça-feira, 27.

Petistas têm dito que, se algo acontecer com Lula ou qualquer integrante da caravana, a culpa será do governo federal e do governo do Paraná, que o partido acusa de negligência em relação à segurança do ex-presidente. Desde que iniciou a caravana pelo Sul, na semana passada, Lula tem enfrentado protestos por onde passa. No domingo, 25, a comitiva já havia sido atacada com pedras e ovos.

O deputado Leo de Brito (PT-AC) subiu à tribuna da Câmara e anunciou que os petistas estavam cobrando providências de Jungmann. Brito disse que o PT repudia o atentado por considerá-lo uma prática de intimidação e medo, “típica da ditadura”. O parlamentar chegou a dizer que houve uma tentativa de assassinato do ex-presidente Lula. “Não queremos que esse processo termine com um cadáver na mesa”, discursou.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Neste sentido, o MDB deve sair sozinho ou numa coligação com partidos com menor representação

O último deputado estadual do MDB a anunciar a saída é Pedro Tavares. O parlamentar preside o diretório do partido na Bahia e foi responsável pela montagem de diversas comissões provisórias de uma legenda que chegou a ter mais de 110 prefeitos eleitos em 2004.

A saída de Pedro Tavares, assim como dos outros deputados estaduais, é em harmonia com Lúcio Vieira Lima. O deputado federal se tornou entrave para coligação com a provável candidatura do prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) ao governo do estado.

Neste sentido, o MDB deve sair sozinho ou numa coligação com partidos com menor representação. Este é outro problema que enfrentariam os deputados da sigla. Legendas com pouca ou nenhuma representação lançarão muitos candidatos com perspectiva de baixa de votação para tentar atingir o consciente eleitoral.

Pedro Tavares teve mais de 77 mil votos na última eleição e nestas condições teria larga vantagem sobre os postulantes sem mandato. Luciano Simões (58.319), Hildécio Meireles (48.143) e David Rios (41.777), além de Leur Lomanto também.

Caso continuassem no MDB eles passariam a ser o “problema” para uma eventual coligação que Lúcio Vieira Lima tente fechar.

Não se pode ignorar, no entanto, que o veto à participação na chapa que tende a ser encabeçada por Neto somado ao desgaste do partido com todos os escândalos envolvendo Geddel Vieira Lima sacramentaram este processo de debandada.

Sobre o caminho de cada um, o que se sabe até o momento é que os cinco pretendem aportar partidos que participem do chamado “chapão”. Irão esperar Neto anunciar a decisão, que a cada dia fica mais clara que já foi tomada e será pela candidatura, e em conjunto decidirão o rumo ou os rumos.

Fonte: Bocão News

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Único deputado federal do MDB baiano, Lúcio Vieira Lima confirmou, em entrevista ao Metro1, que todos os cinco parlamentares estaduais vão deixar a sigla até 7 de abril. Ele não soube precisar o novo destino dos legisladores.

Até o momento, Luciano Simões Filho – único a se desfiliar oficialmente –, David Rios e Hildécio Meirelles já anunciaram publicamente a decisão, mas, de acordo com o emedebista, a troca se estende ao atual presidente da legenda na Bahia, Pedro Tavares, e a Leur Lomanto Júnior, que pretende ser candidato à Câmara em outubro.

“Isso é por uma questão eleitoral deles, não é com o PMDB. É conta. É matemática. Não tem caminho natural para ninguém. Ninguém quer casamento de elefante com jacaré. Leur vai sair, com certeza absoluta. Pedro sai com muita correção. Ele estava – e está – angustiado, e está indo com o coração partido. As bases políticas dele estão no PMDB. Isso só vai acabar em 2020, com o fim da coligação. Não estão fazendo isso porque querem, mas porque o sistema os obriga. Se não tivesse coligação, não saía nenhum. É fruto do atual sistema político. Estão jogando conforme a regra, com o regulamento debaixo do braço”, disse, ao pontuar as mudanças previstas na reforma política, da qual foi relator no Congresso.

Para substituí-los no pleito deste ano, a legenda vai apostar em “novos nomes”. “Eu tenho tempo de TV e fundo partidário. Até o dia 7, eu não digo a ninguém quem se filiou. Clube, quando anuncia quem vai contratar, chega outro e pega”, comparou.

ACM Neto – O deputado garante ainda que o esvaziamento não ocorre em função de uma retaliação a ele, supostamente promovida pelo prefeito ACM Neto (DEM). “Qual é o problema que eu tenho com Neto? Nenhum. Qual é a briga que tem com Neto? É especulação. Nos damos maravilhosamente bem. Neto comigo sempre foi muito correto. Desmentiu todas essas especulações e sempre disse palavras de muito carinho. Não tem queixa, até porque ninguém me deu motivo”, afirmou.

Temer – No entanto, Lúcio cogita a possibilidade de o MDB ter candidato próprio ao governo do Estado, devido à eleição nacional. “Se Michel Temer diz que é candidato, há uma possibilidade de fazer palanque. E é contra Neto? Neto não vai fazer palanque para Rodrigo Maia? Se Michel for candidato, eu vou fazer o quê? Tenho que ter o palanque para ele. Não é para dar porrada em A, B ou C. O PMDB vai defender as suas bandeiras”, afirmou, ao não descartar os nomes do ex-ministro João Santana e do coronel reformado Roberto Guimarães. “Pode ser qualquer um. Pode ser uma novidade, ou um ex-prefeito… O candidato vai estar na TV por 45 dias. O que é que o politico perde?”, indagou.

Bruno Reis – Já sobre o vice-prefeito Bruno Reis, que vai assumir a Prefeitura de Salvador, caso se confirme a renúncia de Neto, Lúcio Vieira Lima diz que o correligionário ainda não o procurou para comunicar a saída, mas não descarta que ele também troque de sigla. “O negócio é tão lógico. Se Neto for candidato, ele vai querer que alguém dê continuidade ao seu legado. O caminho natural de Bruno Reis é o DEM”, assinalou.

Sobre o próprio futuro, o emedebista diz que é “candidatíssimo” à reeleição.

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Em seu editorial do programa Redação Brasil da Brasil FM 107,7 e Mega Rádio VCA, desta terça-feira (27). O radialista Deusdete Dias destacou a polêmica da Lei do IPVC da Câmara de Vereadores. Participou do editorial, o advogado da bancada de oposição, Alexandre Pereira.

Confira a Nota de Esclarecimento da Câmara de Vereadores (clique aqui)

Confira o editorial e entrevista:

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