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Pesquisa BTG/Nexus, realizada entre os dias 26 e 28 de junho, já com o caso Master expondo Jaques Wagner, do PT, e com o vídeo-bomba de Michelle Bolsonaro no ar, mostra pouca oscilação nas intenções de voto para presidente da República. No principal cenário estimulado, Lula (PT) mantém a liderança com 8 pontos percentuais de vantagem: o presidente tem 42% contra 34% de Flávio Bolsonaro (PLRJ). Na rodada anterior, eram 9 pontos. Ronaldo Caiado (PSD-GO) oscilou de 4% para 5%. A principal mudança se deu na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio. Lula aparece com 47%, numa queda de 2 pontos em relação à pesquisa anterior, e Flávio, com 44% (+1pp). Com isso, os dois voltam a aparecer em empate técnico, no limite da margem de erro. A taxa de rejeição de Lula também parou de melhorar, subindo, dentro da margem de erro, de 47% para 49%, mesmo índice registrado em março. Já a rejeição a Flávio parou de crescer, oscilando levemente para baixo, de 52% para 51%. A pesquisa mostra ainda que a taxa de aprovação do governo parou de melhorar e se estabilizou em 48% de aprovação e 48% de desaprovação. Confira os dados na íntegra. (Meio)

Na tentativa de contemplar mulheres em sua campanha, em meio à contenda pública com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou em suas redes sociais uma entrevista de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, que, há duas semanas, aderiu à sua pré-campanha à Presidência. Na postagem, ele escreveu que “as mulheres terão um papel fundamental na reconstrução do Brasil”, aumentando especulações sobre que função Daniella exerceria em caso de vitória dele sobre o presidente Lula em outubro. Braço-direito de Paulo Guedes quando ele comandava a economia no governo de Jair Bolsonaro, Daniella é uma aposta de parte do mercado e dos aliados de Flávio para assumir o Ministério da Fazenda. (Globo)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deve decidir nesta semana se prorroga ou não a prisão domiciliar temporária do ex-presidente Jair Bolsonaro. O prazo de 90 dias para a decisão venceu no dia 25. No sábado, os advogados de Bolsonaro alegaram que a apreensão da arma do ex-presidente com um auxiliar do ex-presidente não configura uma falta grave, já que ele “nunca foi comunicado sobre eventual cassação do registro da arma ou mesmo de início do processo administrativo necessário para tanto” e que, portanto, “a manutenção da arma era legítima”. (g1)

Subiu para 1.450 o número de mortos pelos fortes terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. O balanço inclui apenas mortes confirmadas, e o número total de vítimas pode ser muito maior. As chances de encontrar pessoas vivas em meio aos escombros diminuem significativamente de 48 a 72 horas após a tragédia. As Nações Unidas estimam que cerca de 50 mil pessoas estejam desaparecidas. Uma projeção da Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU estimou que mais de 6 milhões de pessoas podem ter sido afetadas pelos tremores. (g1)

Rodríguez confirmou ainda que 774 edifícios foram afetados, sendo que 189 desabaram e 585 sofreram danos parciais. Segundo dados da plataforma Desaparecidos Terremoto Venezuela, criada por organizações da sociedade civil para reunir informações sobre as vítimas, 48 mil pessoas continuam sem contato. O sistema também indica que 14,5 mil pessoas inicialmente dadas como desaparecidas já foram localizadas. (Metrópoles)

A extensão dos tremores e da destruição causada por eles em infográficos e fotos. (CNN)

A Venezuela recebeu equipes de busca e resgate de 27 países, segundo levantamento do Ocha (Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários). Foram mobilizados 2.245 profissionais e 140 cães farejadores, distribuídos em 44 equipes especializadas em busca e resgate urbano. (Poder360)

Para auxiliar nas buscas, técnicos da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) procuram sinais de celulares. A iniciativa faz parte de uma missão humanitária coordenada pelo governo brasileiro, com participação do Ministério das Comunicações e do Ministério das Relações Exteriores, e que chegou à Venezuela na noite de sexta-feira. Equipamentos de monitoramento de espectro vão ser usados para tentar localizar emissões de radiofrequência associadas a celulares nas áreas atingidas. A ideia é indicar pontos com maior chance de haver aparelhos ativos, o que pode ajudar a orientar as equipes de resgate em locais com escombros, soterramento ou acesso difícil. (UOL)

O governo brasileiro transportou 13 cidadãos brasileiros que estavam de passagem pela Venezuela e haviam procurado a Embaixada do Brasil em Caracas após o fechamento do aeroporto comercial da capital venezuelana. Eles foram levados de avião de Caracas para o aeroporto do Galeão, no Rio, pela FAB (Força Aérea Brasileira).

Yan Boechat: “Sem estrutura, sem equipamentos e sem coordenação, a retirada dos cadáveres é lenta e caótica. Muitas vezes, familiares e vizinhos realizam o trabalho com pás, picaretas e suas próprias mãos. Pelas ruas da cidade não é raro encontrar grupos de corpos reunidos nas calçadas à espera de destino mais digno”. (Globo)

As negociações por um acordo de paz no Oriente Médio foram interrompidas neste domingo depois que Irã e Estados Unidos voltaram a se atacar, pelo quarto dia seguido. O Irã não participou das conversas agendadas para ontem. Segundo Mehdi Fazaeili, membro do Escritório de Preservação e Publicação das Obras do Líder Supremo do Irã, a ausência se deve aos recentes ataques ao país e ao não cumprimento das condições do memorando de entendimento com os EUA. “Por exemplo, um dos motivos é verificar se temos acesso aos fundos descongelados; se não houver acesso, essa condição não foi cumprida”, disse Fazaeili em entrevista à TV estatal do país. (Reuters)

Do lado americano, oficiais disseram ao Axios que EUA e Irã aceitaram interromper os ataques mútuos e que há planos de um encontro no Catar na terça-feira para resolver a disputa sobre o Estreito de Ormuz. “Decidimos interromper toda a atividade cinética”, disse uma autoridade americana de alto escalão, utilizando um termo militar para os ataques. Uma segunda autoridade americana informou que ambos os lados suspenderão as hostilidades “por enquanto” e que “as embarcações poderão transitar livremente”, enquanto as discussões prosseguem. Ao todo, três fontes confirmaram a reunião planejada para terça-feira. As conversas estavam originalmente previstas para acontecer na Suíça, mas a escalada das tensões levou à mudança do local. A Casa Branca e o Irã não confirmaram a trégua nem o encontro. (Axios)

Viver

A onda de calor sem precedentes na Europa provocou ao menos mil mortes adicionais na França em três dias, com o número diário chegando a 1.400 no pico, comparado a uma média de 900 a mil antes do calor. Dados mostram que 85% das vítimas tinham 65 anos ou mais. O calor avançou pelo continente com recordes históricos na temperatura da Alemanha, de 41,7°C, e na República Tcheca, de 41,1°C. (NBC News)

Segundo o Censo Escolar, a taxa de abandono no início do ensino médio caiu para 2,2% em 2025, menor nível da série histórica e redução de mais de 40% em relação aos 3,7% de 2024. Em 2015, o índice chegava a 8,7%. Para os especialistas, três fatores ajudam a explicar a queda: o Pé-de-Meia, a reestruturação do ensino médio em 2024 e o avanço da educação integral e do ensino técnico. Apesar da diminuição da evasão, apenas 7,7% dos concluintes atingiram níveis adequados em português e matemática simultaneamente. (g1)

Copa do Mundo

Desde domingo, as propagandas de bets transmitidas durante a Copa do Mundo são obrigadas a exibir alertas de advertência ao final dos anúncios, nos moldes do que já acontece com cigarros e bebidas alcoólicas. As frases poderão ser faladas pelos locutores ou exibidas em tarja na tela, e valem também para publicidade feita por influenciadores em redes sociais. (Estadão)

O Canadá bateu a África do Sul por 1 a 0, com gol já nos acréscimos do segundo tempo. Com isso, a seleção canadense se tornou a primeira classificada para as oitavas de final. (UOL e ge)

Em meio à euforia com a campanha histórica da seleção de Cabo Verde, uma mancha. O capitão da seleção na Copa, Ryan Mendes, está sendo investigado pela polícia da Nova Zelândia por denúncia de estupro feita por uma brasileira que trabalhava como intérprete da delegação durante amistosos em Auckland, em março. O caso está sob investigação desde 10 de abril. O relatório médico da clínica que atendeu a vítima registrou múltiplos hematomas e lesões. (ge)

Enquanto a bola rola na Copa do Mundo, o velejador brasileiro Manuel Bragança, do Iate Clube do Rio de Janeiro, conquistou sábado o Campeonato Mundial de Optimist em Tânger no Marrocos. O campeonato contou com mais de 280 velejadores de 70 países. Apesar da larga tradição do Brasil na vela, essa é apenas a segunda vez que um Brasileiro vence o mundial, classe de introdução à vela para crianças de até 15 anos. (Meio)

Cotidiano Digital

A OpenAI adiou o lançamento público do GPT-5.6 a pedido do governo dos EUA, limitando o acesso inicial a um grupo restrito de parceiros verificados cujos dados foram compartilhados com as autoridades. A medida segue a ordem executiva assinada por Donald Trump que estabelece uma janela de até 30 dias para que desenvolvedores de IA ofereçam modelos avançados ao governo antes de liberá-los ao mercado. A OpenAI afirmou que o processo é temporário e que trabalha com Washington em uma estrutura para lançamentos futuros, mas alertou que esse nível de supervisão não deve virar um padrão definitivo. (Reuters)

O Gmail passou a permitir no Brasil a mudança do endereço de e-mail, recurso que já tinha sido liberado nos Estados Unidos em abril. A novidade chega mais de 20 anos após o lançamento do serviço e foi comemorada pelo CEO do Google, Sundar Pichai. Quem mudar o endereço mantém acesso ao antigo, que passa a funcionar como alternativo, mas não poderá criar um novo endereço Gmail por 12 meses. A mudança pode ser feita em myaccount.google.com/google-account-email pelo computador. (g1)

O YouTube anunciou uma série de mudanças no Shorts. A plataforma passará a permitir reprodução em velocidade dupla, vai remover o botão de “não gostei” em favor das opções “não tenho interesse” e “não recomendar este canal”, substituir o botão de curtir por um emoji de coração e lançar um “Modo Tela Limpa” que oculta ícones e textos durante a reprodução. As atualizações ainda não têm data definida e serão implementadas de forma gradual. (TechCrunch)

Cultura

O filme Michael, cinebiografia de Michael Jackson dirigida por Antoine Fuqua, ultrapassou Oppenheimer como a maior bilheteria de uma cinebiografia na história, com US$ 977 milhões arrecadados no mundo desde abril. O recorde anterior pertencia ao filme de Christopher Nolan, com US$ 975 milhões. Michael é também o maior filme da história da Lionsgate, distribuidora americana da produção. Com o sucesso do longa, uma ou mais sequências devem ser anunciadas em breve. (Variety)

O 59º Festival Folclórico de Parintins reuniu os bois bumbás rivais Caprichoso e Garantido em três noites no Bumbódromo neste fim de semana. O Boi Garantido defendeu o tema “Parintins – Portal do Encantamento”, com espetáculos centrados na ancestralidade indígena, nos saberes das mulheres da floresta e na espiritualidade dos povos originários. Já o Boi Caprichoso apresentou “Brinquedo que Canta seu Chão”, com narrativas que percorreram as manifestações culturais amazônicas e expandiram a história para todo o Norte do Brasil. Os dois foram avaliados em 21 quesitos ao longo das apresentações, e o campeão será definido hoje. (g1)

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O senador Jaques Wagner (PT-BA) deixou o cargo de líder do governo no Senado, dias após ser incluído na lista de alvos da 9ª fase da Compliance Zero, operação que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.

Nesta quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o senador no Palácio da Alvorada. A conversa durou cerca de duas horas.

Após o encontro, Wagner afirmou em uma publicação nas redes sociais que decidiu, em acordo com o presidente, se afastar da liderança no Senado.

“Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal”.

“Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado”, escreveu Wagner.

Endereços ligados ao senador em Salvador (BA) e Brasília foram alvos de mandados de busca e apreensão na última quinta-feira (18).

Jaques Wagner é apontado pela Polícia Federal como “suposto beneficiário central das vantagens econômicas investigadas, figurando como agente público em favor de quem teriam sido estruturados pagamentos, benefícios e aquisições patrimoniais”.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa pela reeleição em primeiro e segundo turnos, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira 15 pelo instituto Nexus e pelo banco BTG Pactual.

O levantamento mostra Lula com nove pontos percentuais de vantagem para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nos dois cenários de primeiro turno testados

Primeiro turno – Cenário 1

Lula (PT) – 42%
Flávio Bolsonaro (PL) – 33%
Ronaldo Caiado (PSD) – 4%
Renan Santos (Missão) – 4%
Romeu Zema (Novo) – 2%
Joaquim Barbosa (DC) – 2%
Augusto Cury (Avante) – 2%
Aécio Neves (PSDB) – 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza) – – 1%
Nenhum/branco/nulo – 5%
Não sabe/não respondeu – 3%

Primeiro turno – Cenário 2

Lula (PT) – 43%
Flávio Bolsonaro (PL) – 34%
Renan Santos (Missão) – 5%
Ronaldo Caiado (PSD) – 4%
Romeu Zema (Novo) – 3%
Joaquim Barbosa (DC) – 3%
Nenhum/branco/nulo – 6%
Não sabe/não respondeu – 2%

Nos quatro cenários de segundo turno testados, Lula também aparece na ponta. A menor vantagem é no embate com Flávio Bolsonaro, que está seis pontos atrás.

Confira os percentuais

Segundo turno – Cenário 1

Lula (PT) – 49%
Flávio Bolsonaro (PL) – 43%
Nenhum/branco/nulo – 8%
Não sabe/não respondeu – 1%

Segundo turno – Cenário 2

Lula (PT) – 49%
Romeu Zema (Novo) – 39%
Nenhum/branco/nulo – 11%
Não sabe/não respondeu – 1%

Segundo turno – Cenário 3

Lula (PT) – 48%
Ronaldo Caiado (PSD) – 39%
Nenhum/branco/nulo – 11%
Não sabe/não respondeu – 2%

Segundo turno – Cenário 4

Lula (PT) – 49%
Renan Santos (Missão) – 36%
Nenhum/branco/nulo – 13%
Não sabe/não respondeu – 2%
Foram ouvidos 2.017 eleitores, em entrevistas telefônicas realizadas entre os dias 12 e 14 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-06645/2026.

Fonte: Carta Capital

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Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra que o presidente Lula (PT) tem 44% das intenções de voto em um eventual 2º turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 38%.

Na pesquisa anterior, divulgada em maio, Lula tinha 42%, e Flávio Bolsonaro, 41%. Em abril, era o senador quem aparecia numericamente à frente, com 42% contra 40% de Lula. Em março, os dois estavam numericamente empatados, com 41% cada.

A pesquisa divulgada nesta quarta-feira marca a mudança de uma situação de empate entre Lula e Flávio, registrada desde março, para uma de liderança de Lula, com vantagem de seis pontos sobre o adversário.

Ainda assim, o cenário é mais acirrado do que já foi quando as pesquisas da Quaest começaram, em agosto de 2025. Nessa época, Lula tinha dezesseis pontos de vantagem. Em dezembro, dez pontos. Em janeiro, a diferença passou para sete pontos e, em fevereiro, ficou em cinco.

Em março, houve empate numérico; em abril, Flávio apareceu dois pontos à frente; em maio, Lula voltou a aparecer numericamente à frente, com um ponto de vantagem. Em abril e maio a situação era de empate técnico.

A Quaest apresentou também aos eleitores simulações de 2º turno em que Lula enfrentaria Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07661/2026.

Cenário Lula x Flávio Bolsonaro

Lula (PT): 44% (eram 42% em maio, 40% em abril, 41% em março, 43% em fevereiro, 45% em janeiro e 46% em dezembro);
Flávio Bolsonaro (PL): 38% (eram 41% em maio, 42% em abril, 41% em março, 38% em fevereiro, 38% em janeiro e 36% em dezembro);
Indecisos: 4% (eram 3% em maio, 2% em abril, 2% em março, 2% em fevereiro, 2% em janeiro e 3% em dezembro);
Branco/nulo/não vai votar: 14% (eram 14% em maio, 16% em abril, 16% em março, 17% em fevereiro, 15% em janeiro e 15% em dezembro).

*Pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-07661/2026.

Fonte: G1

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O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou, nesta segunda-feira (8), uma carta direcionada aos evangélicos na qual ressalta ações realizadas durante os governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e destaca a relação institucional mantida com as igrejas ao longo dos últimos anos. O documento foi elaborado durante o IV Encontro Nacional de Evangélicos do PT e publicado poucos dias após a realização da Marcha para Jesus, em São Paulo.

A divulgação ocorreu após um dos principais eventos religiosos do país, que reuniu lideranças evangélicas, autoridades públicas e representantes políticos. Embora não tenha participado da Marcha para Jesus, Lula enviou como representante o advogado-geral da União, Jorge Messias. Em conversa com os organizadores, o presidente justificou a ausência afirmando que evita comparecer a eventos desse tipo em períodos eleitorais para não “passar a ideia de que quer tirar proveito político de algo sagrado”.

Apesar de não estar presente no encontro, Lula também encaminhou a mensagem aos participantes. Na carta divulgada pelo PT, procura destacar temas relacionados à liberdade religiosa e à convivência entre Estado e instituições de fé, sem abordar pautas ligadas a costumes ou questões doutrinárias.

No texto, o partido relembra iniciativas adotadas durante administrações petistas voltadas à garantia da liberdade de culto e ao funcionamento das organizações religiosas. Entre os exemplos mencionados estão medidas para assegurar o livre exercício da fé, facilitar a criação de igrejas e promover ações de combate à intolerância religiosa.

O documento também cita o reconhecimento da música gospel como patrimônio cultural e a criação de datas nacionais ligadas à tradição cristã e à valorização da liberdade religiosa. Segundo o partido, essas iniciativas refletem o reconhecimento da relevância social e cultural das igrejas evangélicas no país.

Mensagem de apoio e defesa da democracia

“Os governos do PT nunca se opuseram às igrejas, sempre tiveram uma postura de respeito e de reconhecimento da importância e do papel da Igreja Evangélica”, diz a carta. O texto apresenta ainda apoio à continuidade da atual gestão federal e à agenda política defendida pelo governo.

Em outro trecho, os autores destacam que a iniciativa não tem caráter eleitoral e citam uma declaração recente do presidente. “Este compromisso não nasce do uso eleitoral da fé, pois compartilhamos do entendimento do próprio presidente de que não se deve ‘tirar proveito político de uma coisa sagrada'”, registra a carta.

A mensagem é encerrada com referências à democracia, à soberania nacional, à fé cristã e à busca pelo bem comum. “Que Deus abençoe o povo brasileiro, fortaleça nossa democracia, nossa soberania, inspire nossas orações e ações em favor do próximo e nos conduza pelos caminhos da fé, da justiça, da paz, da esperança e do bem comum”, conclui o documento.

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (22) mostra o presidente Lula (PT) com 47% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 43% em eventual cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. No levantamento anterior, de 16 de maio, Lula e Flávio apareciam empatados com 45% no segundo turno.

Veja números:

Lula: 47% (eram 45% em 16 de maio, 45% em abril e 46% em março);
Flávio Bolsonaro: 43% (eram 45% em 16 de maio, 46% em abril e 43% em março);
Não sabe/não respondeu: 2% (era 1% em 16 de maio, 1% em abril e 1% em março)
Em branco/nulo/nenhum: 9% (eram 9% em 16 de maio, 8% em abril e 10% em março).

A pesquisa é a primeira do instituto feita integralmente após a revelação das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. As mensagens foram reveladas pelo site The Intercept Brasil. Segundo a reportagem, Flávio Bolsonaro pediu apoio financeiro a Vorcaro para a produção de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Foram entrevistadas 2.004 pessoas entre os dias 20 e 22 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Além do cenário com Flávio, o instituto também pesquisou o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como alternativa ao senador em cenários de 1º turno e 2º turno. Veja os números:

Lula x Michelle – 2º turno
Lula: 48%
Michelle Bolsonaro: 43%
Em branco/nulo/nenhum: 8%
Não sabem: 1%

O Datafolha também pesquisou cenários de 2º turno com Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).

Cenário Lula x Caiado:
Lula: 48% (eram 46% em 16 de maior, 45% em abril e 46% em março);
Ronaldo Caiado: 39% (eram 39% em 16 de maio, 42% em abril e 36% em março);
Branco/nulo/nenhum: 11% (eram 13% em 16 de maio, 11% em abril e 16% em março);
Não sabem: 2% (eram 2% nas outras pesquisas).

Cenário Lula x Zema:
Lula: 48% (eram 46% em 16 de maio e 45% em abril);
Romeu Zema: 39% (eram 40% em 16 de maio e 42% em abril);
Branco/nulo/nenhum: 11% (eram 13% em 16 de maio11% em abril);
Não sabem: 2% (eram 2% em 16 de maio e 2% em abril).

Cenários de 1º turno
Segundo o Datafolha, Lula ampliou de 3 para 9 pontos a vantagem sobre o senador em cenário de 1º turno. O levantamento desta semana mostra mostra o presidente Lula com 40% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 31% em um dos cenários testados.

Em outra simulação, sem Flávio, Lula aparece com 41% e Michelle Bolsonaro (PL), com 22%.

Veja os números:

Cenário com Flávio Bolsonaro

Lula (PT): 40%
Flávio Bolsonaro (PL): 31%
Ronaldo Caiado (PSD): 4%
Romeu Zema (Novo): 3%
Renan Santos (Missão): 3%
Samara Martins (UP): 3%
Augusto Cury (Avante): 2%
Aldo Rebelo (DC): 1%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
Hertz Dias (PSTU): 0%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Em branco/nulo/nenhum: 9%
Não sabe: 3%

Cenário com Michelle Bolsonaro

Lula (PT): 41%
Michelle Bolsonaro (PL): 22%
Romeu Zema (Novo): 6%
Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Renan Santos (Missão): 3%
Samara Martins (UP): 3%
Aldo Rebelo (DC): 1%
Augusto Cury (Avante): 2%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
Hertz Dias (PSTU): 0%
Em branco/nulo/nenhum: 12%
Não sabe: 4%

Pesquisa de rejeição
A pesquisa mostra também que 46% dos eleitores não votariam no senador Flávio Bolsonaro (PL) para presidente nas eleições de outubro de 2026. Em relação ao presidente Lula (PT), 45% dizem não votar no petista. Em comparação com a pesquisa anterior, Flávio passou numericamente Lula em rejeição.

Na pesquisa de 16 de maio, Lula aparecia à frente com 47% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Flávio Bolsonaro registrava 43%.

Em seguida aparece Michelle Bolsonaro, com 31% de rejeição. Depois vêm Romeu Zema (Novo), com 18%; Renan Santos (Missão), com 16%; e Ronaldo Caiado (PSD), com 15%.

Veja os números:

Flávio Bolsonaro: 46%
Lula (PT): 45%
Michelle Bolsonaro (PL): 31%
Romeu Zema (Novo): 18%
Cabo Daciolo (Mobiliza): 18%
Renan Santos (Missão): 16%
Rui Costa Pimenta (PCO): 16%
Ronaldo Caiado (PSD): 15%
Aldo Rebelo (DC): 15%
Samara Martins (UP): 13%
Hertz Dias (PSTU): 12%
Augusto Cury (Avante): 11%
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 2%
Não sabe: 2%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 1%

Fonte: G1

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O aplicativo do Bolsa Família começa a receber novas funcionalidades a partir desta segunda-feira (18), permitindo que beneficiários consultem informações mais detalhadas sobre o benefício, a composição familiar e possíveis pendências no cadastro.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), não será necessário baixar um novo aplicativo. A atualização será feita dentro da própria plataforma, com aviso ao usuário para instalação da nova versão.

Neste primeiro momento, apenas aparelhos com sistema operacional Android terão acesso às novas funções.

Com a atualização, será possível visualizar informações sobre o benefício, pendências relacionadas à família cadastrada, além de dados sobre bloqueios e integração com outros programas do governo federal vinculados ao Cadastro Único.

Segundo o MDS, o objetivo é facilitar o acesso às informações e reduzir a necessidade de deslocamentos aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), permitindo que o beneficiário chegue ao atendimento já com dados e documentos necessários.

“Com o novo aplicativo, espera-se que o beneficiário consiga identificar previamente suas pendências, comparecendo ao CRAS já munido das informações e documentos necessários, o que tende a reduzir a necessidade de mais de um deslocamento para a resolução da demanda”, informou a pasta.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, afirmou que o aplicativo também vai integrar informações de outros programas sociais.

“Eu não tenho casa, como faço para acessar o Minha Casa Minha Vida? O aplicativo também vai ajudar com informações de um conjunto de programas integrados ao Cadastro Único”, disse.

De acordo com o governo, o aplicativo do Bolsa Família tem cerca de 6 milhões de usuários ativos em Android e aproximadamente 270 mil em iOS.

Nesta fase, também será disponibilizada uma área para não beneficiários, que permite consultar o calendário de pagamentos, acessar informações gerais do programa e entrar em contato com a Caixa Econômica Federal.

O ministério informou ainda que novas funções devem ser incluídas futuramente, como rastreio do cartão, escolha da conta para recebimento do benefício e solicitação do retorno garantido ao programa em casos de reingresso de famílias em situação de vulnerabilidade.

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Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha, neste sábado (16), revela que, na percepção dos eleitores, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem seu desempenho mais bem avaliado no combate à fome e miséria, porém a área da segurança pública recebe a maior parte das críticas.

Além do combate à fome e à miseria, que correspondem às citações de 13% dos entrevistados, o combate ao desemprego e a educação vêm logo em seguida, já que foram mencionados por 10% dos eleitores. A pesquisa aponta que a saúde é, na ótica dos entrevistados, a principal prioridade para o próximo presidente da república.

Realizada entre os dias 12 e 13 de maio, a pesquisa reuniu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais no país inteiro.

Áreas em que o governo Lula vai bem, segundo a pesquisa:

  • Combate à fome e à miséria: 13%
  • Combate ao desemprego: 10%
  • Educação: 10%
  • Saúde: 6%
  • Igualdade racial: 6%
  • Habitação: 5%
  • Cultura: 5%
  • Relações exteriores: 5%
  • Direitos humanos: 4%
  • Povos indígenas: 3%
  • Economia: 2%
  • Segurança pública: 2%
  • Combate à corrupção: 1%
  • Meio ambiente e mudanças climáticas: 1%
  • Ciência e tecnologia: 1%
  • Nenhuma área: 19%
  • Não souberam responder: 7%
  • Todas as áreas1%.

Áreas em que o governo Lula vai mal:

  • Segurança pública: 16%
  • Saúde: 15%
  • Economia: 13%
  • Combate à corrupção: 13%
  • Educação: 5%
  • Combate à fome e à miséria: 4%
  • Combate ao desemprego: 3%
  • Meio ambiente e mudanças climáticas: 3%
  • Relações exteriores: 2%
  • Ciência e tecnologia: 1%
  • Direitos humanos: 1%
  • Cultura: 1%
  • Habitação: 1%
  • Igualdade racial: 1%
  • Povos indígenas: 1%
  • Nenhuma área: 5%
  • Não souberam responder: 7%
  • Todas as áreas: 6%

Áreas em que o próximo presidente deve dar prioridade:

  • Saúde: 34%
  • Educação: 15%
  • Segurança pública: 12%
  • Economia: 11%
  • Combate à fome e à miséria: 7%
  • Combate à corrupção: 7%
  • Combate ao desemprego: 6%
  • Direitos humanos: 2%
  • Meio ambiente e mudanças climáticas: 1%
  • Habitação: 1%
  • Igualdade racial: 1%
  • Ciência e tecnologia: 1%
  • Não souberam responder: 2%
  • Todas as áreas: 2%
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A nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a crescer numericamente no país, embora a desaprovação ainda permaneça maior. Segundo o levantamento, 46% dos brasileiros aprovam o governo, enquanto 49% desaprovam a gestão petista.

O resultado representa uma melhora em relação ao levantamento anterior, de abril, quando Lula registrava 43% de aprovação e 52% de desaprovação. A pesquisa indica redução da diferença entre os índices após meses de estabilidade.

O desempenho do presidente segue mais forte no Nordeste, entre beneficiários do Bolsa Família, católicos, mulheres e eleitores acima de 60 anos. Já a desaprovação é maior entre homens, evangélicos, eleitores de maior renda e moradores das regiões Sul e Sudeste.

A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio de 2026, em entrevistas presenciais realizadas em 120 municípios distribuídos pelas regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste/Norte. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta segunda-feira, 4 de maio, a Medida Provisória do Novo Desenrola Brasil. O programa, que terá duração de 90 dias, prevê descontos de até 90% do valor da dívida, juros reduzidos e a possibilidade de uso do FGTS para abatimento dos débitos de famílias, estudantes, aposentados, pensionistas e micro e pequenas empresas.

A medida promove a reorganização financeira de milhões de brasileiros e a ampliação do acesso ao crédito em melhores condições. Durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Lula destacou a importância da iniciativa para milhões de famílias. “Nós estamos tentando encontrar uma fórmula de tirar a corda do pescoço dessa gente para voltar a respirar normal, poder voltar a sonhar, ter o nome limpo na praça. Não é correto um cidadão brasileiro, uma cidadã, estar com o nome sujo no Serasa por causa de uma dívida de R$ 100, de R$ 150, R$ 200. Não tem lógica isso”, disse o presidente.

Queremos que a partir de agora, juntos, vocês e o governo, tratem de cuidar dessa dívida com muito carinho, para que vocês possam continuar consumindo, comprando aquilo que vocês quiserem, mas que vocês também adquiram a consciência que a dívida tem que ser feita de acordo com o tamanho do passo que as nossas pernas podem dar”

Presidente LulaEntre as iniciativas estão o Desenrola Famílias, com descontos e crédito mais barato para dívidas em atraso; melhorias no crédito consignado para servidores públicos, aposentados e pensionistas; a renegociação de débitos do Fies; o Desenrola Empresas, voltado à reestruturação financeira de micro e pequenos negócios; e o Desenrola Rural, direcionado à regularização de dívidas de agricultores familiares. “O que nós estamos dizendo? Nós estamos compreendendo a dívida de vocês, e vale para pequenos e médios empreendedores, para MEI, para pequeno empreendedor. Queremos que a partir de agora, juntos, vocês e o governo, tratem de cuidar dessa dívida com muito carinho, para que vocês possam continuar consumindo, comprando aquilo que vocês quiserem, mas que vocês também adquiram a consciência que a dívida tem que ser feita de acordo com o tamanho do passo que as nossas pernas podem dar”, explicou o presidente Lula.

 

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