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O ex-presidente da República Jair Bolsonaro defendeu que seja feita uma comparação entre os avanços conquistados durante o governo dele com o atual e os anteriores como forma de deixar, segundo ele, evidenciado os benefícios que foram trazidos à população brasileira entre os anos de 2019 e 2022, mesmo em cenário que contou com uma pandemia e uma guerra que desestabilizaram a economia mundial.

“Nós devemos fazer comparações de como o Brasil foi administrado ao longo das últimas décadas e de como ele foi por nós de 2019 até 2022. Nós provamos algo diferente, algo realmente que fez a diferença. Apesar de quatro anos onde pudemos somente administrar dois, tendo em vista uma pandemia e uma guerra lá fora, o Brasil cresceu, tivemos vantagens, tivemos coisas e temos a apresentar. Isso ficou no coração de vocês”, discursou Bolsonaro, neste sábado (9), durante o Encontro do PL Mulher, no Centro de Convenções de Salvador.

O ex-presidente deixou claro que governou sem fazer distinção de pessoas. “Atendemos a todos, independente das questões pessoais de cada um, buscamos atender a todos os brasileiros. E vocês se lembram: trouxemos água para o Nordeste, criamos o pix, ressuscitamos o modal ferroviário, fizemos uma excelente política externa, valorizamos nosso agronegócio, importante para a nossa economia, tratamos com dignidade os mais humildes, triplicamos o valor do Bolsa Família, ampliamos o nosso comércio com o mundo todo, demos a vocês o legítimo direito à defesa, passamos a mostrar que defender a família é uma questão de orgulho para todos nós”, enumerou.

Jair Bolsonaro ainda destacou o enfrentamento à ideologia de gênero nas escolas. “Quem é pai e quem é mãe sabe que o maior patrimônio nosso são os nossos filhos. Valorizamos a propriedade privada. O MST não agiu no meu governo”, destacou o ex-presidente. “Nós começamos a cantar o hino nacional com emoção, com os olhos lacrimejando, vimos a nossa bandeira verde e amarela sendo hasteada nos mastros do Brasil todo. Passamos a nos orgulhar cada vez mais de um pequeno grande Estado, que é Israel, que é a origem da nossa religião, sem falar que tivemos a melhor primeira-dama do Brasil”, disse o ex-presidente.

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O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer usar os ganhos de arrecadação no começo de 2024 para empurrar a discussão sobre eventual mudança na meta fiscal para o segundo semestre deste ano.

O objetivo central da estratégia é garantir um ambiente propício para que o Banco Central continue cortando a taxa básica de juros, a Selic, hoje em 11,25% ao ano.

A equipe econômica considera ideal ter ao menos três reduções adicionais de 0,5 ponto percentual cada uma, nas reuniões de março, maio e junho do Copom (Comitê de Política Monetária).

O foco do governo, segundo interlocutores, é “dar um sinal fiscal mais forte” para que a Selic volte a um dígito pela primeira vez desde fevereiro de 2022. Flexibilizar o alvo da política fiscal antes do relatório bimestral de julho poderia abortar o processo e fazer com que a Selic estacione em patamar mais elevado.

O Banco Central já transmitiu, em mais de uma ocasião, a mensagem de que é importante o governo perseverar na busca pelo déficit zero, embora diga que não há relação mecânica entre o quadro fiscal e a decisão sobre os juros.

O plano de adiar o debate sobre a meta, porém, tem riscos políticos. Em um cenário de frustração de receitas, o envio tardio do projeto de lei para flexibilizá-la tende a encontrar um Congresso Nacional já esvaziado pelas eleições municipais. Para conseguir a aprovação célere de um texto do governo, só em caso de acordo prévio, pontuam parlamentares.

Sem aval do Legislativo, a equipe econômica continuaria na obrigação de perseguir o déficit zero e implementar contingenciamentos bilionários em caso de frustração de receitas, já que o simples envio da proposta não é salvo-conduto para afrouxar os gastos.

Além disso, a cúpula do Congresso pressiona o governo a resolver o impasse em torno dos R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão que foram vetadas pelo presidente, para dar lugar a despesas do próprio Executivo com políticas como Auxílio Gás e Farmácia Popular.

Integrantes do governo entraram em campo para convencer os congressistas a aguardarem até o final de março, quando sai o primeiro relatório de avaliação do Orçamento, para ter uma posição mais clara sobre a possibilidade de repor o dinheiro das emendas.

Segundo interlocutores, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sinalizou concordância com o pedido, mas tem feito pressão para que a questão seja resolvida até o início de abril.

Os parlamentares têm urgência em recompor as verbas para conseguir iniciar o processo de execução das despesas antes do período eleitoral, quando há restrições à assinatura de novos convênios. Viabilizar esses instrumentos é visto como algo prioritário pelos congressistas para assegurar o envio de dinheiro a seus redutos em ano de disputas locais.

Também está no radar o risco de acirramento nas mobilizações de servidores, pressionando o Executivo a arranjar verba para conceder reajustes.

Para sanar esses problemas, o governo conta com a possibilidade de abrir um crédito adicional de cerca de R$ 16 bilhões no relatório de avaliação de maio, graças a uma regra especial válida em 2024 aprovada no novo arcabouço fiscal.

O dispositivo permite ao Executivo elevar suas despesas para alcançar a expansão real máxima de 2,5% autorizada pela regra do arcabouço (hoje, o Orçamento aprovado contempla uma correção de 1,7% acima da inflação).

Para isso, a reavaliação bimestral de maio precisa indicar um aumento na arrecadação de pelo menos 3,6% acima da inflação neste ano em relação a 2023 —o que deve ser alcançado mesmo que o governo reconheça frustração de receitas.

O problema é que há um entendimento de que o crédito só pode ser usado se o saldo entre receitas e despesas estiver dentro da margem de tolerância da meta fiscal, que permite um déficit de até R$ 29 bilhões sem necessidade de bloquear recursos.

Com arrecadação menor e gasto maior, a flexibilização da meta já em maio poderia ser necessária para destravar o uso do crédito adicional.

Técnicos experientes ponderam que, mesmo que a revisão do alvo da política fiscal ocorra no fim de maio, o risco da demora na votação permanece.

Parlamentares já estarão envolvidos nas negociações políticas que antecedem as convenções partidárias, que a partir de 20 de julho vão deliberar sobre coligações e indicar seus candidatos.

No ano passado, mesmo sem eleições, o Congresso realizou apenas sete sessões conjuntas, três delas no mês de dezembro. O número é considerado baixo e é visto como um indicativo ruim da atividade legislativa neste ano.

Interlocutores do governo reconhecem que empurrar a mudança da meta para o segundo semestre pode se transformar em um desafio “dificílimo”. Mas o discurso atual é o de que ainda é prematuro debater se a flexibilização será de fato necessária.

De um lado, há receitas significativas que ainda são incertas, como os R$ 34,5 bilhões esperados com a repactuação de contratos de ferrovias.

Mas a aposta do Executivo é que a retomada de investimentos ajudará na reativação da economia após o segundo semestre de 2023 de estagnação. Se isso acontecer, poderia ajudar na arrecadação e reduzir eventual necessidade de contingenciar despesas ou mexer na meta.

Outra medida que pode colaborar é a criação de um limite para o uso de créditos judiciais pelas empresas no abatimento de tributos. Valores preliminares citados nos bastidores vão de R$ 20 bilhões a R$ 60 bilhões, mas os números ainda estão sendo refinados pela equipe técnica.

Por isso, o primeiro relatório bimestral, programado para 22 de março, é considerado como um importante sinalizador da tendência para os meses seguintes.

 

Idiana Tomazelli/Julia Chaib/Folhapress

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A celebração do Dia da Mulher ocorreu nesta manhã de sexta-feira, 8 de março, na Câmara Municipal de Vitória da Conquista, durante uma sessão solene. Na oportunidade, foi concedido o Diploma Mulher Cidadã Loreta Valadares, instituído em 2005 pela Resolução nº 41/2005, como forma de homenagear mulheres que tenham desempenhado um papel significativo na defesa dos direitos das mulheres e nas questões de gênero na cidade.

No ano de 2024, as mulheres homenageadas, cujos trabalhos foram reconhecidos, incluem: Ivanete Oliveira Santos, Luci Freire Gusmão, Andreia Santos De Araújo, Sâmala Silva Santos, Lucicleide Silva Cunha, Juscimara Santos Almeida. Elas foram destacadas em virtude do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

As mulheres querem viver – A vereadora Márcia Viviane (PT) iniciou seu pronunciamento falando sobre a Marcha das Mulheres, que tem como tema ‘Mulheres Vivas pela democracia’ e ressaltou a luta de todas as mulheres trabalhadoras. Contou que a cada 4 horas uma mulher é vítima de algum tipo de violência. “Infelizmente, em 2023 tivemos um recorde de morte de mulheres”. Afirmou que as mulheres querem continuar vivas em qualquer espaço e lembrou que 2024 é um ano de eleição e que é preciso aumentar o número de mulheres no legislativo municipal.  Finalizou falando sobre solidariedade: “Mulheres estão vendo seus filhos morrerem com fome, ontem eu vi uma matéria de bebês que estão morrendo porque as ajudas humanitárias não conseguem chegar. Como mulheres não vamos nos calar diante dessa situação”.

Mulheres querem mais – A vereadora Lúcia Rocha (MDB) destacou que as mulheres gostam de receber o carinho e reconhecimento naturais de todo 8 de março. Rocha ponderou, no entanto, que as mulheres desejam muito mais. “O que queremos de fato é respeito, liberdade, igualdade salarial, segurança, direito à saúde e mais mulheres nos espaços de poder”, apontou ela. Ainda em seu pronunciamento, a vereadora cobrou a implantação do Hospital da Mulher, da Casa Rosa e de políticas públicas que assegurem e melhorem as condições de vida das mulheres. “Esse Dia Internacional da Mulher, é de extrema importância para evidenciar a mulher e para que a sociedade reflita acerca do seu importantíssimo papel perante ela”, disse a parlamentar.

Comemorar os avanços e lutar por uma equidade de fato – A presidente da Comissão da Mulher e da Mulher Advogada da OAB de Vitória da Conquista, Sâmala Silva Santos, destacou a importância de políticas públicas para construção de uma sociedade mais igualitária e justa.  “Quais políticas públicas têm sido debatidas nesta Casa em direção aos interesses das mulheres? Elas sinalizam demandas como acesso ao trabalho digno, aumento no número de vagas no ensino infantil para seus filhos, segurança contra violência doméstica e patrimonial”, afirmou. Elencando desafios enfrentados pelas mulheres, a advogada cobrou mais uma vez a atenção do Poder Público para esse contexto. “O que vocês têm de proposta para essas mulheres para que elas consigam romper esse ciclo de violência física e patrimonial? Nesse 8 de março temos que comemorar os avanços e lutar por uma equidade de fato”, concluiu.

A importância de políticas públicas voltadas às mulheres – Representando o Conselho da Mulher e o Fórum de Mulheres de Vitória da Conquista, a professora Maria Otília Soares salienta a importância de políticas públicas voltadas às mulheres, principalmente no campo da educação, saúde, cultura, esporte e da segurança. “Na política, somos minoria em todos os espaços. Isso não é porque não temos capacidade para exercer qualquer cargo, é porque falta que os partidos políticos apliquem na formação e nas condições para que as mulheres tenham interesse em participar”, observa Maria Otília. A professora finaliza sua fala reforçando que é preciso caminhar em busca da igualdade social entre todos, e do respeito para todas as pessoas independente da sua condição.

Dia de rememorar e refletir a luta histórica de mulheres –A Senhora Denísia Fraga Correia falou da importância do 08 de março, “não é um dia simplista de comemoração a mulher mais o dia para rememorar e refletir a luta histórica de mulheres que tiveram suas vidas ceifadas ao reivindicarem melhores condições de trabalho”, disse ela, lembrando do desafio de ser mulher ainda nos tempos de hoje, e com a mesma jornada de trabalho, a mulher ainda ganha 22% menos que os homens, e que tal diferença não se resume ao campo profissional, mas também as mais diversas vertentes da sociedade, “ocupamos apenas 37,4 % dos cargos gerenciais e gastamos o dobro do tempo, que os homens, cuidando de pessoas e dos afazeres domésticos, mas a desigualdade vai muito além, somos vítimas do machismo, da misoginia”, lembrou ela das diversas formas de violências sofridas pelas mulheres, e conclamou as mulheres a perseverarem na luta, com coragem e em busca de direitos, “precisamos ocupar os espaços da sociedade” disse, e finalizou parabenizando  a casa legislativa pela aprovação do Título Loreta Valadares, que é símbolo de resistência.

Mulheres da família Gusmão fortes – Dona Luci Gusmão começou agradecendo todas as mulheres da sua família e fazendo um testemunho pessoal de minha vida. Lembrou da sua avó e sua mãe. “Mulheres que fizeram a história, são meu testemunho como criança, como filha, que eu tenho agregando na minha vida pessoal também, tenho a minha sogra, uma mulher extraordinária e para minha surpresa para nossa surpresa quando chegamos em Conquista a fama da família era grande, mas para nossa surpresa as mulheres da família Gusmão são fortes”, falou. Relatou a sua participação na Igreja Nova Sião onde teve a oportunidade de trabalhar com muitas mulheres necessitadas. “Mulheres que precisavam de atendimento espiritual e ali o senhor me abençoou muitíssimo como tem abençoado até hoje”, disse.  Relatou um pouco do seu trabalho em diversas localidades, inclusive na zona rural em prol das mulheres e contou um pouco da sua vivencia com as mulheres necessitadas.

Violência ainda é muito grande – A delegada responsável pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), Dra. Cristhie Correia, apontou que os números relacionados à violência contra a mulher ainda são muito altos. “Nossas mulheres continuam sendo agredidas e mortas. No ano de 2023 tivemos em Vitória da Conquista mais de 2.200 registros de Boletim de Ocorrência em que a mulher foi vítima de violência doméstico familiar. Encaminhamos para a Justiça mais de 1.100 medidas protetivas de ocorrência para resguardar nossas mulheres”, contabilizou.  “Ontem foi o dia de luto nacional pelas vítimas da violência doméstica. Temos que transformar esse luto em luta”, complementou ela.

Misoginia na política – A secretaria municipal de Governo, Jeane Oliveira, participou da solenidade representando prefeita Sheila Lemos. Ela destacou a misoginia presente nos espaços políticos. “A presença de misoginia na política brasileira é um reflexo de uma sociedade marcada por desigualdades de gênero profundas. Desde comentários sexistas até a falta de representação feminina nos espaços de poder, a misoginia se manifesta de diversas formas, minando a participação e a voz das mulheres na esfera política”, destacou. Nesse sentido, Jeane elencou algumas ações que o Governo Municipal tem adotado para fortalecer o protagonismo da mulher na vida pública. “A prefeita Sheila Lemos criou a primeira Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, assinou o decreto que combate o assédio em todos os setores público do município e projeta agora o Centro de Referência à Saúde da Mulher. A prefeita sabe que a mulher une a razão e a emoção e por isso sabe governar no detalhe”, pontuou. Ela encerrou sua participação destacando a contribuição da sua bisavó, Dona Eufrosina Maria de Oliveira Freitas, que ajudou na criação da Santa Casa de Vitória da Conquista. “Infelizmente, não deram a ela o protagonismo que exerceu no desenvolvimento da cidade”, lamentou.

Ativistas Sociais Clamam por Maior Presença Feminina na Prefeitura e na Câmara de Vereadores – Durante a Sessão, foi aberto um espaço para a Marcha das Mulheres poder se manifestar. A ativista Keu Souza fala sobre o manifesto entregue pela Marcha, que reivindica a garantia de existência das mulheres e o seu bem viver. “Precisamos de uma Prefeitura e de uma Câmara de Vereadores que tenha a representatividade em todos os sentidos da diversidade e da pluralidade feminina”, reforça Keu. A ativista observa que a representatividade só vai ser completa quando tiver uma política que pensa na vida das mulheres.

Lutas e conquistas ao longo de uma história – Hermínio Oliveira, presidente da casa, parabenizou todas as mulheres nesta data histórica que as homenageiam pela força, coragem e ao mesmo tempo sensibilidade para administrar a vida cotidiana, o trabalho, o cuidado com a família e com o próximo. “O dia Internacional da mulher nos conclama a aplaudi-las por tantas lutas e conquistas ao longo de uma história, é cada vez mais expressiva a atuação da mulher na família e no mundo do trabalho, ciência, educação, na política e na igreja”, disse ele, reconhecendo a importância da Mulher como pilar que sustenta a sociedade. Hermínio lembrou que a data também serve para denunciar situações de supressão dos direitos femininos, de violência, discriminação e desrespeito com a mulher. E finalizou desejando a todas as mulheres um 08 de Março de concretização e garantia de seus direitos.

Acesso à saúde – O vereador Dr. Augusto Cândido (PSDB) destacou que as mulheres tem tido dificuldades em ter o acesso integral à saúde pública. “As mulheres grávidas não conseguem fazer as ultrassonografias durante a assistência básica. Elas estão fazendo mais pela via particular”, contou. “Precisamos fortalecer o atendimento às mulheres como um todo”, cobrou Cândido.

Desafios a serem superados – O líder da Bancada de Oposição, vereador Valdemir Dias (PT), parabenizou a realização da V Marcha das Mulheres de Vitoria da Conquista. “Hoje é dia de comemorar os avanços e enfatizar a necessidade de reflexão sobre os desafios a serem superados numa sociedade patriarcal como a nossa. Precisamos lutar por políticas públicas e fiscalizar a garantia de todas elas”, afirmou. O vereador lamentou as estatísticas de violência contra mulheres no Brasil.  “A cada seis horas, um feminicídio é registrado no país. O que podemos fazer? O que precisa ser feito para superar essa não liberdade?”, questionou.

Alegria de homenagear mulheres – Em seu pronunciamento, o parlamentar Fernando Vasconcelos (PT) destaca a importância da Sessão Especial em homenagem às mulheres. O vereador fala sobre a expectativa de recebimento da homenagem com a entrega do Diploma Mulher Cidadã Loreta Valadares. “Hoje abrem-se as portas para a discussão, para os movimentos sociais, que essa casa é a Casa do Povo e tem na sua representação homens e mulheres”, assegura o edil. Fernando finaliza sua fala destacando a alegria de poder fazer parte, ao longo desses anos, dessas importantes lutas e homenagens.

A importância da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres – O Vereador Luís Carlos Dudé, líder da bancada de situação, destacou a criação da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, com a finalidade de promover os direitos das mulheres, na sociedade, na política, na economia, e na cultura. “Irma foi vice-prefeita e depois a primeira mulher a sentar ali naquela cadeira, e a cidade entendeu o recado”, disse ele, fazendo memória do projeto que levou a cidade de Vitória da Conquista a ter a primeira mulher prefeita, “ uma mulher guerreira e que não mediu esforços para sentar e criar a primeira secretaria para as mulheres, era um sonho que se tornou real porque tem uma mulher na prefeitura de Vitória da Conquista”, disse, e falou também da construção do Hospital da Mulher na cidade, um equipamento essencial para garantir melhor assistência à saúde da mulher. Dudé também falou da importância da participação da mulher no legislativo conquistense, e a falta de mais mulheres no debate realizado na casa cotidianamente.

Homenageadas com o Diploma Mulher Cidadã Loreta Valadares:

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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) nomeou, nesta quinta-feira (7), o deputado estadual Paulo Rangel (PT) como novo conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

Paulo Fernando Rangel de Lima foi eleito na tarde da última terça-feira (5), durante votação na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). O petista foi eleito pela maioria dos deputados, atingindo 36 votos, contra 22 do seu opositor, o ex-deputado estadual Marcelo Nilo (Republicanos).

Natural de Paulo Afonso, Paulo Rangel já foi funcionário da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). Cursou Engenharia Mecânica na Universidade Federal da Paraíba, curso que não concluiu, e atuou também no movimento sindical como presidente do Sindicato dos Eletricitários da Bahia (Sinergia). Foi ainda vice-presidente do departamento Nacional dos Urbanitários da CUT e secretário-geral da CUT.

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Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (6) aponta que 51% dos entrevistados aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Por outro lado, 46% desaprovam.

Segundo o levantamento, 3% dos entrevistados não souberam ou não responderam. A aprovação de Lula caiu três pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior, realizada em dezembro de 2023. À época, 54% dos entrevistados aprovavam o trabalho do presidente, enquanto 43% reprovavam.

O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 25 e 27 de fevereiro, em 120 municípios, e foi encomendado pela Genial Investimentos. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa também indica que, entre os evangélicos, o índice de desaprovação do trabalho do presidente é de 62%. Enquanto isso, 35% dos entrevistados deste público aprovam o trabalho que o presidente está fazendo.

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Nesta segunda-feira (4), o governador Jerônimo Rodrigues assinou autorizações para o início de processos licitatórios. Uma das assinaturas autoriza a Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia (Seinfra) a pavimentar o trecho entre o povoado de Pradoso e o distrito de Bate Pé, na BA-262, em Vitória da Conquista. Os atos ocorreram durante um encontro com lideranças locais, realizado no Centro de Operações e Inteligência da Secretaria de Segurança Pública (COI-SSP), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

A intervenção para pavimentação conta com investimento estimado em R$ 28,3 milhões, e tem extensão de 21,9 quilômetros. Já a segunda assinatura do governador autoriza a Seinfra a licitar a obra para recomposição de aterros, na rodovia BA-263, que liga os municípios de Itambé e Vitória da Conquista, nos trechos nos quilômetros 88,45; 66,11; 64,43; 57,05; 54,53; 54,47; 52,93 e 52,11.

Jerônimo destacou que as assinaturas são resultado de encontros prévios com empresários e lideranças de Vitória da Conquista, em visitas ao município, quando, junto ao Governo Federal, o Estado atendeu demandas empresariais relacionadas ao gás natural, à duplicação do anel de contorno e ao Centro de Convenções, por exemplo. “Hoje, nós nos reunimos para já dar autorização e publicar amanhã no Diário Oficial a licitação para essa estrada de 22 km aproximadamente, que vai facilitar a vida de quem dirige, seja com transporte de estudantes, seja com cargas, seja com carro do mercado para abastecer as lojas, os comércios daquele canto, mas é, também, para melhorar o fluxo de ambulâncias e viaturas”, explicou o governador.

“Eu quero reafirmar a importância de Vitória da Conquista para a Bahia. Voltarei, ainda neste mês, para fazer entrega de asfalto, de ponte e anunciar novas licitações”, completou Jerônimo. A expectativa é de que as obras tragam impactos positivos para a comunidade, promovendo o crescimento socioeconômico e a qualidade de vida da população local.

*_Repórter: Laís Nascimento/GOVBA_*

ASSINATURA SEINFRA VITÓRIA DA CONQUISTA – Fotos: Fernando Vivas/GOVBA

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Professores e representantes do Sindicato do Magistério Municipal Público de Vitória da Conquista, SIMMP, estiveram reunidos na manhã desta terça-feira (05), para uma audiência pública na Câmara de Vereadores, através do mandato do vereador Valdemir Dias (PT).

De acordo com a categoria, o Poder Público Municipal não tem tratado a categoria com o devido respeito; “Essa audiência é mais uma das nossas ações frente ao desrespeito da administração pública. Ano passado recebemos a notícia que nossos colegas aposentados estavam sendo extintos da nossa rede municipal. Eles já estavam em regime de aposentadoria, mas continuavam trabalhando. Nós fizemos várias propostas ao Poder Público para que o processo fosse de forma humanizada, mas não foi assim que procederam”; afirmou Eliane Nascimento, Vice-presidente do SIMMP a nossa equipe de reportagem.

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Os 22 quilômetros de estrada que ligam as comunidades de Pradoso e Bate Pé serão asfaltados pelo Governo do Estado. A autorização de licitação para a obra foi assinada na tarde desta segunda-feira (4), pelo governador Jerônimo, acompanhado do deputado federal Waldenor Pereira, da vereadora Lúcia Rocha e uma grande comitiva de autoridades e representantes da cidade. O encontro realizado no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador, teve ainda a participação do deputado federal Jorge Solla; dos deputados estaduais Zé Raimundo, Fabrício Falcão e Rosemberg Pinto; dos secretários Caetano e Sergio Brito; dos vereadores Valdemir Dias, Luciano Gomes, Fernando Jacaré, Andresson, Ricardo Babão, Alexandre Xandó e Viviane Sampaio.

A obra autorizada terá investimento de quase R$29 milhões, a previsão é que o processo licitatório seja concluído em Maio, quando o governador pretende ir na cidade assinar a Ordem de Serviço e determinar o início das obras.
Além da estrada do Bate Pé, foram debatidas outras obras de estrada na cidade, como a ligação Conquista-Caetanos, Inhobim-Encruzilhada, ponte do Inhobim, barragem, gasoduto, abastecimento de água e destinação do terreno do aeroporto que tem 1 milhão de m², onde poderão ser feitos diversos investimentos em serviços públicos como habitação, lazer, negócios, etc.

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_Com gestão e operação do Einstein, o Hospital Ortopédico do Estado contará com 212 leitos, 13 salas cirúrgicas, ambulatório, serviço de diagnóstico e reabilitação. A unidade especializada marca nova era no atendimento à população baiana_

Maior hospital estadual em ortopedia e traumatologia do Brasil, o Hospital Ortopédico do Estado foi entregue, nesta segunda-feira (4), pelo governador Jerônimo Rodrigues, acompanhado pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, além da secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana. Com 212 leitos, sendo 30 de Terapia Intensiva (UTI), esse será o maior hospital estadual especializado em Ortopedia e Traumatologia do Brasil. Ao todo, foram investidos R$ 224 milhões em obras, aquisição de equipamentos e desapropriação.

O governador destacou a importância da excelência na estrutura da nova unidade. “A qualidade desse hospital, dos equipamentos, dos prédios e da mão de obra qualificada, nos orgulha muito. A partir de amanhã estaremos recebendo os primeiros pacientes e dando início a uma nova fase no atendimento ortopédico para toda a população baiana”, pontuou Jerônimo.

A inauguração marca o início de uma nova era na saúde pública baiana, com impacto direto na qualidade de vida dos pacientes e na eficiência dos serviços de saúde oferecidos, tendo em vista que atualmente os pacientes vítimas de acidentes de trânsito lideram as solicitações por internamento hospitalar.

Para a secretária Roberta, a entrega viabiliza um avanço significativo no atendimento da área. “Ao aumentar a capacidade de atendimento e oferecer cuidados especializados, o hospital não apenas diminui o tempo de espera para pacientes que necessitam de intervenções urgentes. Ele também permite aliviar a pressão sobre o sistema de regulação e estabelece um novo padrão de cuidados ortopédicos no estado, garantindo que os pacientes recebam o tratamento necessário de forma mais eficiente e humanizada”, afirma a secretária.

A ministra Nísia Trindade parabenizou as iniciativas desenvolvidas na Bahia para avançar nos indicadores de saúde. “Estamos empenhados em melhorar os índices da saúde. Já realizamos perto de 600 mil cirurgias eletivas e a Bahia está em primeiro lugar. Temos melhorado desde o ano passado os indicadores de saúde e educação. E é com esse trabalho integrado com os estados”, afirmou a ministra.

*Estrutura e atendimentos*

O hospital realizará atendimento de serviços ambulatoriais e hospitalares 100% regulados – referenciados pela Central Estadual de Regulação nas situações de Urgência e Emergência e pelo Sistema Lista Única em casos eletivos. A expectativa é que o local realize mais de 290 mil atendimentos por ano, com destaque para 15 mil cirurgias ortopédicas, triplicando a capacidade do estado. O equipamento também abriga um centro de transplante de tecidos musculoesqueléticos para a região, que apoiará na realização de enxertos – fundamentais na restauração de áreas com ausência de osso, devido a tumores e traumas ou na reconstrução de deformidades.

A unidade está equipada com a mais moderna tecnologia para diagnóstico, tratamento e reabilitação ortopédica de pacientes nas áreas de traumatologia, ortopedia e medicina esportiva. Além de 13 salas cirúrgicas, o hospital possui ressonância magnética, tomografia, ultrassonografia, raio-x e também uma piscina aquecida para fisioterapia aquática.

O ministro da Casa Civil ressalta que o hospital também será um importante equipamento para formação de profissionais de saúde. “Além da assistência, essa unidade tem que ser um centro de formação de profissionais. Aqui serão formados técnicos na área da saúde pública, também queremos abrigar um curso superior de saúde, de medicina, para a gente poder transformar esse hospital num ambiente de ensino”, disse Rui Costa.

*Gestão inovadora*

O Hospital Ortopédico do Estado se destaca não apenas por sua infraestrutura, mas pela gestão inovadora da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, que é reconhecida internacionalmente por sua excelência em saúde.

O Einstein é parte do Sistema Único de Saúde (SUS) há mais de duas décadas, em São Paulo. Hoje, a organização faz a gestão de 31 unidades, sendo três hospitais municipais – o Hospital Municipal M’Boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch, Hospital Municipal Vila Santa Catarina – Dr. Gilson de Cássia Marques de Carvalho, localizados em São Paulo, e o Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia – Iris Rezende Machado (HMAP), em Goiás.

Além disso, realiza cerca de 40 projetos nas frentes de pesquisa, ensino, gestão, assistência e avaliação de incorporação de tecnologias para o setor público, nas cinco regiões do Brasil, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), com o Ministério da Saúde.

“A busca pela equidade na saúde requer um olhar estratégico para as necessidades dos pacientes, de acordo com a região em que vivem, e sabemos que a demanda ortopédica na Bahia é bastante significativa. Por isso, estamos entusiasmados em ampliar o acesso à população atendida pelo SUS desta especialidade. O Hospital Ortopédico do Estado também marca a presença física do Einstein na região Nordeste”, lembrou Sidney Klajner, presidente do Einstein.

O compromisso do Einstein, segundo Klajner, é levar para a Bahia todo o seu conhecimento em ortopedia juntamente com a experiência na administração de unidades públicas. O objetivo é beneficiar a população local, oferecer um cuidado seguro e de qualidade e reduzir a espera pela assistência. “A chegada do Einstein à região está em linha com seu compromisso em ajudar a transformar a saúde no Brasil, olhando para a qualidade, segurança, eficiência, acesso e inclusão”, conclui.

*Programa Vida no Trânsito*

Na ocasião, o governador autorizou a Secretaria da Saúde a promover ações do Programa Vida no Trânsito (PVT) em municípios com altos índices de acidentes. Coordenado pelo Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, o PVT é uma iniciativa crucial para atender aos desafios da década de ações pela segurança no trânsito da ONU, visando reduzir em 50% os óbitos por lesões nesse contexto. Os acidentes no trânsito, sendo a principal causa de ocupação ortopédica no Brasil e na Bahia, têm gerado uma demanda significativa por atendimento médico especializado.

Essa medida torna-se ainda mais urgente considerando a sobrecarga nos serviços de ortopedia, onde longas esperas por consultas e cirurgias têm sido uma realidade em todo o estado, com muitos pacientes aguardando atendimento ambulatorial e internações para cirurgias ortopédicas em hospitais como o Manoel Victorino.

A ortopedia representa, hoje, uma das maiores demandas por atendimento no estado da Bahia, cujas principais causas são acidentes de trânsito, sobretudo de motociclistas, e quedas de idosos. Cerca de 60% das UTIs gerais no estado são ocupadas por vítimas de acidentes de trânsito.

A titular da Sesab, Roberta Santana, ressaltou que é preciso reduzir o número de vítimas de acidentes de trânsito, principalmente de motociclistas. “É por isso que estamos ampliando o programa Vida no Trânsito para diversos municípios, com ações de fortalecimento da segurança viária, propondo a intensificação da fiscalização, educação no trânsito, alterações no desenho viário e redução dos limites de velocidade”.

Na Bahia, 17 municípios foram selecionados para aderir ao programa, dos quais 6 já estão participando: Alagoinhas, Ilhéus (em fase de implantação), Jequié, Capim Grosso, Santo Estevão e Teixeira de Freitas. Outros 11 estão em processo de adesão: Barreiras, Camaçari, Eunápolis, Feira de Santana, Guanambi, Itabuna, Juazeiro, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Santo Amaro e Vitória da Conquista.

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O Ministro da Casa Civil, Rui Costa esteve em Vitória da Conquista no último sábado (02), onde destacou o retorno das obras do Rio Catolé. De acordo com o ministro, a empresa que estava responsável pela obra fechou, porém o Governo já abriu a licitação para uma nova empresa dar continuidade as obras do Rio Catolé.

Ouça a fala sobre o assunto no link abaixo:

https://www.4shared.com/s/fssrjpw9wjq

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