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Jaques Wagner (PT) teve seus bens declarados indisponíveis nesta sexta-feira (19) pela Justiça. O senador pela Bahia responde a ação no âmbito da Operação Lava Jato que apura a doação ilegal de R$ 3,5 milhões, da Odebrecht, por intermédio da cervejaria Petrópolis, para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores de 2014.

A decisão pelo congelamento dos bens do ex-governador foi proferida pelo juiz Glauco Dainese de Campos, titular da 7ª Vara da Fazenda Pública de Salvador.

Wagner é investigado pela suposta prática de improbidade administrativa em investigação movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Com informações do Bahia Notícias.

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Neste sábado (20), haverá de maneira remota uma reunião do PGP-  Programa de Governo Participativo, que objetiva ouvir e discutir a respeito das principais demandas relacionadas a região de Vitória da Conquista e da Bahia. Além do Governador Rui Costa, o Senador Jacques Wagner confirmou sua participação na reunião.

Em entrevista ao Redação Brasil na manhã desta sexta-feira (19), o Senador Jacques Wagner (PT) , entre outros assuntos, destacou a sua participação no Programa de Governo Participativo e falou sobre as principais pautas da política no Brasil.

Sobre o atual cenário político, o Senador pede calma e firmeza para agir da forma correta:

 “O país precisa de tranquilidade e paz para voltar ao crescimento. É preciso firmeza e tranquilidade para agir”. Afirma o Senador.

O Senador Jacques Wagner ainda destacou a prisão de Fabrício Queiroz, bem como a saída do Ministro da Educação Abraham Weintraub.

Além disso, o Senador reafirmou  a candidatura à prefeitura de Vitória da Conquista pelo então deputado José Raimundo (PT) que possui apoio total do Partido dos Trabalhadores, e ressaltou as questões que envolvem o adiamento das eleições 2020.

OUÇA a entrevista completa:

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De acordo com a Globonews, policiais relataram inúmeras vezes a condição de Queiroz no sítio de propriedade do advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, não era de um hóspede, mas de alguém que estava sendo mantido em cativeiro, tanto que a orientação que os policiais que durante 10 dias investigaram a casa, era de fazer uma inspeção em torno do imóvel sem levantar suspeitas, porque a casa era vigiada por seguranças ligados ao advogado.

Queiroz foi encontrado com pouco mais de R$ 900,00, dois celulares e muitos chips. Mas o que mais chamou a atenção dos policiais não foi a passividade de Queiroz mediante a prisão, mas de alguém que estava sendo libertado de um cativeiro.

Esse é um componente a mais nessa macabra parceria entre Bolsonaro e Queiroz, já que uma coisa vai ligando à outra. Ele, que era o braço direito de Bolsonaro no comando dos negócios da família nos gabinetes dos filhos, tinha uma ligação muito estreita com Adriano da Nóbrega, parceiro de Ronnie Lessa, vizinho de Bolsonaro e assassino de Marielle.
Esse é um componente a mais nessa macabra parceria entre Bolsonaro e Queiroz, já que uma coisa vai ligando à outra. Ele, que era o braço direito de Bolsonaro no comando dos negócios da família nos gabinetes dos filhos, tinha uma ligação muito estreita com Adriano da Nóbrega, parceiro de Ronnie Lessa, vizinho de Bolsonaro e assassino de Marielle

Os desdobramentos dessa operação prometem ser bem mais explosivos do que se imagina.

A conferir os próximos capítulos de uma novela que parecia não ter fim.

Com informações do site: A postagem

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou nesta quinta-feira (18) que deixará o cargo. A informação foi dada em um vídeo publicado pelo próprio Weintraub, em que o ministro aparece ao lado do presidente Jair Bolsonaro e lê um texto de despedida. O nome do substituto não foi informado.

"Sim, desta vez é verdade. Eu estou saindo do MEC e vou começar a transição agora. Nos próximos dias, eu passo o bastão para o ministro que vai ficar no meu lugar, interino ou definitivo", diz Weintraub.

Ele não quis falar sobre as razões da demissão. "Neste momento, eu não quero discutir os motivos da minha saída, não cabe. O importante é dizer que eu recebi o convite para ser diretor de um banco. Já fui diretor de um banco no passado. Volto ao mesmo cargo, porém no Banco Mundial".

"É um momento difícil, todos os meus compromissos de campanha continuam de pé. Busco implementá-lo da melhor forma possível. A confiança você não compra, você adquire. Todos que estão nos ouvindo agora são maiores de idade, sabem o que o Brasil está passando. E o momento é de confiança. Jamais deixaremos de lutar por liberdade. Eu faço o que o povo quiser", afirma Bolsonaro no vídeo.

Weintraub assumiu o cargo em abril de 2019, após a saída de Ricardo Vélez Rodríguez, e permaneceu no posto por 14 meses. No período, acumulou desafetos e disputas públicas com diversos grupos sociais – entre eles, a comunidade judaica e a representação da China no Brasil.

A polêmica mais recente surgiu após a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, no Palácio do Planalto. No encontro com o presidente Bolsonaro e outras autoridades do Executivo federal, Weintraub defendeu a prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a quem chamou de "vagabundos".

"A gente tá perdendo a luta pela liberdade. É isso que o povo tá gritando. Não tá gritando pra ter mais Estado, pra ter mais projetos, pra ter mais... o povo tá gritando por liberdade, ponto. Eu acho que é isso que a gente tá perdendo, tá perdendo mesmo. A ge... o povo tá querendo ver o que me trouxe até aqui. Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF”, disse.

O vídeo foi revelado no inquérito que apura suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. Relator dessa investigação, o ministro do STF Celso de Mello disse ver possível crime de injúria por parte de Weintraub e, por isso, enviou ofício aos demais membros da Corte.

No último domingo (14), Weintraub participou de um protesto com pautas antidemocráticas e inconstitucionais na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Ele voltou a usar o termo "vagabundos" mas, desta vez, não disse textualmente a quem se referia.

Questionado sobre impostos pagos para bancar "funcionários corruptos", Weintraub disse aos apoiadores: "Eu já falei a minha opinião, o que eu faria com vagabundo". O ministro não usava máscara de proteção e, por isso, foi multado pelo governo local.

Fonte: G1
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Estão abertas, até o dia 30 de junho, as inscrições para a 17ª edição do Parlamento Jovem Brasileiro (PJB). A Secretaria da Educação do Estado (SEC) está mobilizando os estudantes da rede estadual de ensino, através de reuniões on-line com líderes de classe, além de promover lives sobre o assunto.

Para participar do programa, o estudante precisa enviar a inscrição por meio da ficha eletrônica disponível no site da Câmara dos Deputados. Além disso, é preciso fazer um projeto de lei e enviar junto com a documentação. Os selecionados se tornarão deputados jovens por um semana, em Brasília. Essa fase presencial está prevista para o período de 21 a 25 de setembro. Outras informações através do portal http://www.educacao.ba.gov.br

OUÇA: 

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Márcia Oliveira de Aguiar, mulher de Fabrício Queiroz, é considerada foragida. A informação foi obtida com fontes do Ministério Público segundo o site de notícias CNN.

O mandado de prisão dela foi emitido junto com o do marido, preso no início da manhã desta quinta-feira (18), no sítio de Atibaia.Ela está sendo investigada pelo suposto esquema de “rachadinha”, por ter repassado mais de R$ 1 milhão de reais de seu salário para o marido.

Fabrício Queiroz, de 55 anos, foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro até outubro de 2018, um mês antes do início da operação que apura esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na qual é investigado.

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O Ministério Público do Rio de Janeiro cumpriu, na manhã desta quinta-feira (18), um mandado de busca e apreensão em uma casa em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio, onde morava Alessandra Marins, ex-funcionária da Alerj e atual funcionária do gabinete de Flávio Bolsonaro.

A ação faz parte de uma operação, realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, em desdobramento das investigações sobre o esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) supostamente comandados por um dos filhos do presidente, o Flávio Bolsonaro, quando ele era deputado estadual.

Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi preso em Atibaia, interior de São Paulo.

 

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Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), foi preso em Atibaia, interior de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (18). Ele estava em um imóvel do advogado do parlamentar.

Policial Militar aposentado, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”, segundo relatório do antigo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf). Ele trabalhou para o filho do presidente Jair Bolsonaro antes de Flávio tomar posse como senador, no período em que ele era deputado estadual no Rio.

Os mandados de busca e apreensão e de prisão contra Queiroz foram expedidos pela justiça do Rio de Janeiro, num desdobramento da investigação que apura esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A prisão foi feita numa operação da Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo.

No Rio, a Polícia Civil faz buscas em um imóvel que consta da relação de bens do presidente Jair Bolsonaro, em Bento Ribeiro, Zona Norte da capital fluminense.

Queiroz foi assessor e motorista de Flávio Bolsonaro até outubro de 2018, quando foi exonerado. O procedimento investigatório criminal do Ministério Público Estadual do RJ que apura as irregularidades envolvendo Queiroz na Alerj chegou a ser suspenso por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, após pedidos de Flávio Bolsonaro em 2019.

As investigações envolvem um relatório do Coaf, que apontou operações bancárias suspeitas de 74 servidores e ex-servidores da Alerj. Recursos usados para pagar funcionários na Alerj voltavam para os próprios deputados estaduais.

A movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz ocorreu, segundo as investigações, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, incluindo depósitos e saques.

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Joice Hasselmann postou há pouco no Twitter mensagem afirmando ter sido diagnosticada com Covid-19.

Segundo a deputada, ela está com uma pneumonia viral e tem um quarto de seu pulmão comprometido. Sua assessoria de imprensa informou que ela foi para casa, onde fará repouso.

Eis a mensagem:

Fonte: Revista Epoca

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O Vereador Valdemir Dias (PT), utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (17), para denunciar o corte no pagamento da bolsa de R$100,00 às crianças matriculadas no Projeto Conquista Criança.

Em uma postagem no seu Instagram, o Vereador ressalta:

“Recentemente conversei com as mães dos alunos do Conquista Criança e situação é bastante triste. A prefeitura não tem feito o pagamento da bolsa de R$100 das crianças matriculadas no projeto. O valor, apesar de simbólico, sempre ajudou bastante no sustento dessas famílias e agora, em meio a pandemia, o Governo Municipal realiza mais esse corte”.

Segundo Valdemir, a Prefeitura de Vitória da Conquista enviou recentemente à Câmara um Projeto de Lei pedindo autorização para pagamento de bolsa.

“Autorização?! Por que esse PL se o pagamento do auxílio sempre esteve garantido? Além de explicações, exigimos que o Governo retome imediatamente o pagamento da bolsa”. Ressaltou o vereador.

A Prefeitura não se manifestou sobre o assunto.

 Confira a postagem na íntegra:

https://www.instagram.com/p/CBikrO6jmq9/?igshid=1077rxs4xy8k1

 

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