GOVERNO DO ESTADO - SEMANA NACIONAL DO TRANSITO
Camara de Vereadores - Eleições
CORTINA E CIA COLCHÕES
Novo Paraiso

Durante a sessão ordinária desta sexta-feira (20), o vereador Subtenente Muniz (PDT) comentou a suspensão da Tarifa de Pós-Utilização (TPU) da Zona Azul em Vitória da Conquista e destacou a atuação da Câmara Municipal no debate sobre o tema. Segundo ele, a retirada da taxa foi resultado da mobilização de vereadores que enfrentaram o tema de forma direta.

Apesar da suspensão, Muniz alertou que o comunicado da concessionária prevê aplicação direta de multa de trânsito em caso de irregularidade no estacionamento. De acordo com o parlamentar, a penalidade pode chegar a R$ 195, além de pontos na CNH.

O vereador defendeu união entre os parlamentares para buscar alternativas que não prejudiquem a população nem o comércio local. Ele afirmou ser favorável à Zona Azul como instrumento de organização do trânsito, desde que funcione de forma adequada e sem penalizações excessivas.

Em outro ponto do discurso, Muniz chamou atenção para a importância da mandiocultura na economia regional e conclamou produtores e representantes da Fecularia Conquista a se mobilizarem para fortalecer o setor, evitando prejuízos semelhantes aos enfrentados pela lavoura cacaueira no sul da Bahia.

Por Anuska Meirelles

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Na sessão desta sexta-feira (20), a vereadora Cris Rocha (MDB) celebrou a decisão da Prefeitura de Vitória da Conquista de suspender, por tempo indeterminado, a cobrança da Tarifa de Pós-Utilização (TPU) da Zona Azul. Para a parlamentar, a medida representa uma vitória da população e resultado da mobilização da Câmara Municipal.

Segundo Cris, o Legislativo atuou como mediador, promovendo reuniões com a Prefeitura e a empresa responsável pelo serviço após as manifestações populares. Ela afirmou que a suspensão atende ao clamor das ruas e tranquilizou comerciantes e trabalhadores do centro, destacando que a Zona Azul deve funcionar como instrumento de organização do trânsito, e não de penalização.

Durante o pronunciamento, a vereadora também destacou reunião com o arcebispo metropolitano Dom Vitor Agnaldo para tratar da Campanha da Fraternidade 2026, que terá como tema “Fraternidade e Moradia”. Na ocasião, foi apresentada a indicação da Câmara para destinar R$ 30 milhões, do empréstimo de R$ 400 milhões aprovado pelo município, à construção de casas populares. Cris ressaltou que o investimento pode ajudar a reduzir o déficit habitacional e defendeu prioridade para mulheres, especialmente vítimas de violência.

Ao final, a parlamentar comentou a situação do Hospital Unimec, após o rompimento unilateral do contrato com a Prefeitura. Ela informou que a Câmara acompanha as tratativas com a Secretaria Municipal de Saúde e defendeu diálogo para evitar prejuízos à população. Cris Rocha encerrou reafirmando o compromisso do mandato com a saúde pública, a moradia digna e a escuta das demandas da sociedade.

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Na sessão ordinária desta sexta-feira (20), o vereador Edivaldo Ferreira Jr. (PSDB) voltou à tribuna para defender o projeto de lei que propõe a redução da tarifa de esgoto de 80% para 40% em Vitória da Conquista.

Segundo o parlamentar, a proposta tem impacto social e econômico, ao aliviar o orçamento das famílias. O texto também determina que a concessionária responsável pelo serviço realize o recapeamento asfáltico das vias onde houver intervenções no prazo máximo de dois dias úteis, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.

Edivaldo explicou que já existe um decreto municipal, publicado em 2023, que estabelece o prazo para recomposição do asfalto, mas sem previsão de penalidade. Com o novo projeto, a multa passaria a garantir o cumprimento da medida.

Durante o discurso, o vereador criticou a qualidade do serviço prestado e citou dados financeiros divulgados pela Embasa, destacando o lucro bilionário da empresa nos últimos anos. Ele afirmou que uma concessionária com esse faturamento precisa oferecer um serviço mais eficiente, principalmente diante dos transtornos causados após intervenções e períodos de chuva.

Por fim, ressaltou que, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), os municípios passaram a ter competência para regulamentar a tarifa de esgoto, reforçando a defesa da redução e da cobrança de mais responsabilidade da empresa.

Por Anuska Meirelles

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Na sessão desta sexta-feira (20), a vereadora Márcia Viviane (PT) fez um pronunciamento na Câmara Municipal de Vitória da Conquista abordando temas como a revogação da Tarifa de Pós-Utilização (TPU) da Zona Azul e a situação da saúde pública no município.

A parlamentar iniciou convidando a população para uma plenária promovida pelo Fórum de Mulheres de Vitória da Conquista, que será realizada neste sábado (21), no Sindicato dos Bancários, com debates em defesa da vida das mulheres, da democracia e pelo fim da escala 6×1.

Sobre a suspensão da taxa pós-uso da Zona Azul, Márcia lembrou que já havia alertado, ainda em novembro, sobre os problemas da medida. Para ela, a revogação foi importante, mas defendeu o ressarcimento das pessoas autuadas. A vereadora também criticou a falta de diálogo na elaboração do decreto e afirmou que a decisão trouxe prejuízos para comerciantes e desgastes para os vereadores.

No campo da saúde, Viviane informou a confirmação de casos de mpox, incluindo um registro em Vitória da Conquista, e orientou a população a procurar atendimento em caso de sintomas. Ela também destacou um corte de R$ 72 milhões no orçamento da saúde municipal, classificando o valor como significativo diante das dificuldades já enfrentadas pelo setor.

A vereadora reforçou o papel da Câmara na fiscalização dos recursos e afirmou que os repasses federais estão sendo realizados regularmente. Por fim, cobrou transparência sobre a contrapartida do município e a contratualização com a unidade hospitalar, além de acompanhamento da execução orçamentária da Secretaria Municipal de Saúde.

Por Samara Dias

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A Bahia voltou a se destacar nacionalmente ao registrar um recorde na coleta seletiva durante o Carnaval 2026, aliando sustentabilidade, inclusão social e geração de renda para centenas de famílias.

O resultado expressivo foi destacado pelo secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, que ressaltou o desempenho do estado na organização da festa, transformando o Carnaval em uma verdadeira esteira de oportunidades.

Segundo o secretário, o planejamento estratégico do Governo da Bahia garantiu não apenas números históricos na coleta de materiais recicláveis, mas também ampliou a atenção social aos catadores e catadoras, fortalecendo cooperativas, promovendo melhores condições de trabalho e assegurando renda durante o período da folia.

A iniciativa reforça o compromisso do estado com políticas públicas que unem desenvolvimento econômico e responsabilidade socioambiental. Durante o Carnaval, além da festa e da movimentação turística, o trabalho dos catadores ganhou protagonismo, contribuindo diretamente para a sustentabilidade do evento.

O recorde alcançado consolida a Bahia como referência nacional em coleta seletiva em grandes eventos, demonstrando que é possível promover cultura, economia e inclusão social de forma integrada e planejada.

Sonora secretário do Trabalho, Renda e Esporte Augusto Vasconcelos

Fonte/Crédito
Ricardo Filho/Ascom Setre

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O anúncio de que o Hospital Unimec deixará de atender pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir do próximo dia 28 de fevereiro acendeu o alerta em Vitória da Conquista e mobilizou vereadores em busca de esclarecimentos junto ao Executivo municipal.

No último dia 7 de fevereiro, a Prefeitura comunicou oficialmente que o hospital não continuará prestando serviços pelo SUS. A instituição, por sua vez, alega que os valores repassados pela gestão municipal são insuficientes para cobrir os custos operacionais de um hospital privado, tornando o contrato inviável.

Diante da preocupação com os possíveis impactos na rede municipal de saúde, representantes da Câmara se reuniram na manhã desta quinta-feira (19), na sede da Secretaria Municipal de Saúde, para discutir o fim do contrato, previsto para 28 de fevereiro. O encerramento do atendimento pelo SUS gera apreensão principalmente porque o Hospital Unimec é referência em pronto-socorro, urgência e emergência, além de disponibilizar leitos clínicos e cirúrgicos vinculados ao município.

A reunião foi solicitada pela vereadora Cris Rocha (MDB), 2ª vice-presidente da Mesa Diretora, com o objetivo de buscar esclarecimentos e dialogar sobre alternativas que evitem prejuízos à população. Também participaram do encontro a vereadora Lara Fernandes (Republicanos), presidente da Comissão de Saúde; o vereador Ricardo Babão (PCdoB), membro da comissão; além dos vereadores Gabriela Garrido (PV), Léia Meira (PSD), Ricardo Gordo (PSB), Dinho dos Campinhos (Republicanos), Subtenente Muniz (PDT) e Adinilson Pereira (UB).

Durante a reunião, Cris Rocha destacou a necessidade de união entre os poderes. Segundo ela, o hospital desempenha papel fundamental no atendimento de urgência e emergência e nos leitos clínicos e cirúrgicos, e a população não pode ficar desassistida. A vereadora afirmou que o diálogo com a secretária municipal de Saúde é essencial para compreender a problemática e buscar soluções.

Representando a Comissão de Saúde, Ricardo Babão reforçou o compromisso do Legislativo em acompanhar de perto a situação e garantir transparência à população. Ele afirmou acreditar que, com diálogo entre Legislativo e Executivo, será possível chegar a um entendimento que impeça prejuízos aos usuários do SUS.

A secretária municipal de Saúde, Fernanda Maron, explicou que a decisão de encerrar o atendimento partiu da própria instituição hospitalar e que a pasta já está adotando as providências necessárias para reorganizar a rede. Ela ressaltou a importância da reunião com os vereadores como forma de fortalecer a construção conjunta de soluções para a saúde pública.

De acordo com nota da Secretaria Municipal de Saúde, a decisão ocorre durante a vigência do Edital nº 001/2026, publicado em 2 de fevereiro, que estabelece critérios, valores e normas para a contratação de serviços de média e alta complexidade na rede pública. A administração municipal afirma que, com o edital em vigor, não é possível formalizar contratos em condições diferentes das previstas na chamada pública.

Em nota oficial, o Hospital Unimec informou que a discussão sobre a viabilidade do contrato ocorre há cerca de dois anos. A instituição afirma que apresentou dados técnicos à Secretaria e ao Conselho Municipal de Saúde (CMS), além de ter encaminhado proposta de revisão do modelo de contratação.

Com o prazo se aproximando, a expectativa agora é que novas rodadas de negociação possam ocorrer antes do fim do contrato, para evitar impactos no atendimento à população que depende do SUS no município.

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O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, afirmou que a execução de obras em viadutos que cortam a cidade foi uma das decisões mais importantes de sua gestão.

A declaração foi dada durante entrevista ao programa UP Notícias, da Rádio UP 100.1 FM, em Vitória da Conquista, ao jornalista Deusdete Dias.

Segundo o prefeito, cerca de 90% dos viadutos passam sobre as rodovias federais BR-324 e BR-116, o que, em tese, não seria responsabilidade direta do município. No entanto, ele destacou que a demora na realização das intervenções poderia comprometer a mobilidade urbana.

“Essas obras não seriam obrigação da prefeitura, porque 90% desses viadutos cobrem a BR-324 ou 116, mas demorou tanto de fazer que eu tive de fazer porque senão a cidade de Feira ia travar. Eu acho que foi o maior acerto que eu tive como gestor dessa cidade”, declarou.

As obras, segundo o gestor, foram fundamentais para evitar o travamento do trânsito e melhorar o fluxo em pontos estratégicos de Feira de Santana.

Foto: Tiago Caldas | Ag. A TARDE

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O deputado federal Waldenor Pereira destinou R$ 500 mil, por meio de emenda parlamentar, para fortalecer o Carnaval de Brumado 2026, realizado no último fim de semana. O parlamentar também marcou presença na festa ao lado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, reforçando o compromisso com os investimentos nas manifestações culturais do interior do estado.

Talvez poucos saibam, mas Waldenor é um carnavalesco das antigas. Nos anos 70, foi um dos fundadores do bloco Broquetes, um dos mais tradicionais do Carnaval de Vitória da Conquista, que saía do Clube Social e seguia em cortejo até a Praça da Igreja Batista — hoje conhecida como Praça do Índio. Naquela época, a cidade era embalada por blocos que marcaram gerações, como o Tengo Tengo, o Brocão, o Tatal e o Bló Café, entre outros que ajudaram a construir a memória afetiva da folia conquistense.

Retomada do axé e fortalecimento da economia

O Carnaval de Brumado integra o movimento crescente dos carnavais fora de época, que vêm ganhando força em diversas cidades do entorno de Vitória da Conquista, do norte de Minas Gerais e de várias regiões do país. A retomada do axé e a valorização das festas populares têm impulsionado eventos que atraem turistas, movimentam o comércio e fortalecem a economia local.

Economista por formação, Waldenor compartilha do entendimento do governador Jerônimo Rodrigues de que investir no Carnaval é também investir no desenvolvimento econômico. O Governo da Bahia tem destinado recursos não apenas para o Carnaval de Salvador, mas também para festas em mais de 150 municípios baianos, ampliando o alcance das políticas públicas voltadas à cultura e ao turismo.

Festa que gera emprego e renda

Se em outros tempos havia preconceito em relação ao investimento em festas populares, hoje a realidade é diferente. Prefeitos e gestores reconhecem que eventos como o Carnaval vão muito além do entretenimento — que, por si só, já tem grande importância social.

Para ambulantes, músicos, técnicos de som, costureiras, produtores culturais, barraqueiros e trabalhadores informais, o Carnaval representa oportunidade concreta de geração de emprego e renda. Muitos profissionais relatam que o faturamento obtido durante a festa garante o sustento de suas famílias por meses.

Ao destinar recursos para o Carnaval de Brumado, Waldenor Pereira reforça uma visão que vem se consolidando na Bahia: cultura é investimento. E quando aliada ao planejamento e ao apoio institucional, transforma-se em desenvolvimento, inclusão e fortalecimento da identidade regional.

 

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O vice-governador Geraldo Júnior assume o comando do Governo da Bahia nesta quarta-feira (18), durante a viagem internacional do governador Jerônimo Rodrigues. O chefe do Executivo embarca para a Índia e, em seguida, para a Coreia do Sul, onde participa de agenda oficial ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na semana passada, Jerônimo confirmou a transmissão de responsabilidades que estava prevista para acontecer na terça-feira (17). “Eu, na terça-feira, transmitirei o cargo para o meu vice-governador, que assumirá o governo enquanto eu estiver lá”, afirmou. A previsão é que ele permaneça fora por cerca de uma semana.

A missão tem como foco firmar parcerias para produzir medicamentos contra o câncer na Bahia Farma, indústria farmacêutica estadual. A proposta é reduzir custos para o SUS, ampliar empregos, atrair tecnologia e fortalecer a indústria local.

Ao comentar a responsabilidade, Geraldo agradeceu a confiança. “Recebo essa missão com muita responsabilidade e gratidão. Agradeço ao governador Jerônimo pela confiança em me designar para assumir o Governo do Estado nesse período”, declarou, assegurando continuidade administrativa.

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Em entrevista coletiva concedida neste domingo (15), o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, afirmou que tem buscado construir diálogo institucional com prefeitos que não estiveram ao seu lado na eleição passada e ressaltou que os investimentos do Estado não estão condicionados a alinhamentos políticos.

Segundo Jerônimo, tanto o prefeito de Jequié, Zé Cocá, quanto o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, não votaram nem fizeram campanha para ele na eleição passada, porém, ainda assim, os projetos apresentados pelas prefeituras interessam ao governo estadual.

“Eles são dois exemplos que não votaram em mim, que não fizeram campanha para mim e para os quais eu também não fiz campanha. O que nós estamos construindo é um ambiente de combinação. O que tenho feito de investimentos em Jequié e em Feira de Santana, tenho feito em toda a Bahia. Naturalmente, há um diferencial. O prefeito Zé Cocá tem uma carteira de projetos consistente. O prefeito Zé Ronaldo tem se esforçado muito para estruturar essa carteira. Ele assumiu agora e não tinha um banco de bons projetos, mas são propostas que me interessam”, disse.

O chefe do Executivo estadual também pontuou que eventuais posicionamentos políticos são decisões que cabem exclusivamente aos prefeitos. Ainda assim, admitiu que tem interesse em ampliar o diálogo, não apenas de olho na eleição de 2026, mas para facilitar a governabilidade e a execução de projetos, especialmente em Feira de Santana.

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