Líder absoluto de audiência no horário do meio-dia na Bahia, o apresentador da RecordTV, José Eduardo, está refletindo sobre a possibilidade de sair candidato a prefeito de Salvador em 2020.
O bahia.ba apurou que o apresentador tem conversado, nos últimos meses, com amigos, familiares e colegas do jornalismo acerca da candidatura.
Parte acha que o momento é bastante favorável ao projeto de Zé Eduardo e vê boas chances dele conseguir chegar ao segundo turno. Há quem opine, no entanto, que o apresentador vive seu melhor momento na comunicação e uma candidatura a prefeito poderia colocar seu projeto profissional em risco.
O comandante do “Balanço Geral” não teria, porém, problemas com a Record. Não há qualquer cláusula em seu contrato com a emissora que impeça uma candidatura.
Embora na última semana notícias tenham indicado que o PSD, comandado na Bahia por Otto Alencar, seria o partido que acolheria Zé Eduardo para a empreitada, fontes da legenda garantiram ao bahia.ba que não houve qualquer contato entre as partes, até o momento.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) declarou, na noite de sexta-feira (22) que o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), precisa “ter mais tempo para cuidar da previdência e menos tempo cuidando do Twitter, porque senão a reforma não vai avançar”.
O líder do Legislativo respondeu às declarações de Bolsonaro sobre o mal-estar entre ele e a família do presidente, em entrevista ao Jornal Nacional.
Bolsonaro, que viaja ao Chile, havia defendido diálogo e declarado que precisa conversar com Maia.
“Só conversando. Você nunca teve uma namorada? E quando ela quis ir embora o que você fez para ela voltar, não conversou? Estou à disposição para conversar com o Rodrigo Maia, sem problema nenhum”, afirmou o presidente.
Em resposta, o presidente da Câmara cobrou articulação do governo para aprovação da reforma no Congresso.
“Eu não preciso almoçar, não preciso do café e não preciso voltar a namorar. Eu preciso que o presidente assuma de forma definitiva o seu papel institucional, que é liderar a votação da reforma da Previdência, chamar partido por partido que quer aprovar a presidência e mostrar os motivos dessa necessidade”, afirmou Maia à Globo.
Oex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Moreira Franco passaram a primeira noite na prisão, após terem sido detidos pela Operação Lava Jato nessa quinta-feira (21).
Temer está preso na superintendência da Polícia Federal, em uma sala da corregedoria da Polícia Federal, no terceiro andar do prédio. O espaço tem frigobar, ar-condicionado e cerca de 20 m², além de banheiro privativo.
Moreira Franco está detido na mesma unidade em que está o ex-governador Luiz Fernando Pezão, a Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói.
Como destaca o G1, a prisão dos dois teve como base a delação de José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, que disse ter pago R$ 1 milhão em propina.
O ex-presidente da República, Michel Temer, foi preso pela força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira (21).
De acordo com o G1, os agentes ainda tentam cumprir um mandado contra o ex-ministro de Minas e Energia, Moreira Franco.
A Polícia Federal (PF) tentava rastrear e confirmar a localização do ex-presidente desde quarta-feira (20), mas não teve sucesso. Por conta disso, a operação inicialmente prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira acabou atrasando.
A motivação da prisão ainda não foi informada. O ex-presidente responde atualmente a dez inquéritos. Cinco deles tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF), quando ele estava no cargo de presidente, e foram encaminhados à primeira instância depois que ele deixou o cargo. Os outros cinco foram autorizados pelo ministro Luís Roberto Barroso em 2019, quando Temer não tinha mais foro privilegiado.
O ex-presidente ainda é um dos alvos da Lava Jato do Rio. O caso, cujo responsável é o juiz Marcelo Bretas, trata das denúncias do delator José Antunes Sobrinho, dono da Engevix. O empresário disse à PF que pagou R$ 1 milhão em propina, a pedido do amigo de Temer, coronel João Baptista Lima Filho, do ex-ministro Moreira Franco, e com o conhecimento do então presidente Temer. A empresa tinha um contrato em um projeto da usina de Angra 3.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acusou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, de desrespeitar um acordo feito com o presidente Jair Bolsonaro. Cobrado publicamente pelo ministro a colocar em discussão o pacote anticrime apresentado no mês passado, Maia o desautorizou. Também o acusou de “copiar” outro projeto que já tramita na Casa. “Moro está desrespeitando acordo meu com o governo.
Nosso acordo é priorizar a reforma da Previdência. Espero que ele entenda que hoje ele é ministro de Estado. Ele está abaixo do presidente. Eu já disse a ele que esse projeto vai ser posterior à Previdência”, afirmou Maia nesta quarta-feira, 20. Mais cedo, Moro participou do lançamento da Frente Parlamentar da Segurança, a bancada da bala, e disse que conversaria com o presidente da Câmara para que reavaliasse a decisão de criar um grupo para discutir a sua proposta por 90 dias antes de enviá-lo a uma comissão da Casa.
A medida foi vista como uma forma de “travar” a tramitação do projeto. “Vou conversar respeitosamente com o presidente da Casa (Rodrigo Maia, DEM-RJ)”, disse Moro. “Funcionário do presidente Bolsonaro?”, reagiu Maia ao ser questionado se havia conversado com Moro sobre o tema. “Conversa com o presidente Bolsonaro e se o presidente Bolsonaro quiser, conversa comigo. Eu fiz aquilo que acho correto.
O projeto é importante. Aliás, ele está copiando projeto do ministro Alexandre de Morais, cópia e cola. Então tem poucas novidades no projeto dele”, disse Maia, em referência a uma outra proposta discutida no ano passado por uma comissão de juristas presidida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Questionado se estava irritado com a declaração, Maia afirmou que o ministro conhece “pouco a política”. “Não estou irritado, mas acho que ele conhece pouco a política”, afirmou. “Ele está confundido as bolas. Ele não é presidente da República. Não foi eleito para isso. Tá ficando uma situação ruim para ele”, afirmou. Com informações do Estadão Conteúdo
Em dois meses e meio, o governo de Jair Bolsonaro perdeu 15 pontos entre aqueles que o consideram ótimo ou bom, segundo o Ibope.
Os 49% de janeiro despencaram para 34%.
O percentual dos entrevistados que o consideram ruim ou péssimo passou de 11% para 24%.
O saldo entre um grupo e outro, que era de 38 pontos, agora é de apenas 10.

Na manhã desta sexta-feira (20), a Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) foi palco de discussões e ânimos exaltados. Durante seu pronunciamento, o líder do Governo Herzem, o vereador Jorge Bezerra (SD) ficou descompensado com as críticas a gestão municipal, realizadas pelos edis que o antecederam, e acabou atacando demasiadamente os oponentes e o ex-vereador Ricardo Babão, que estava na plateia. Babão retrucou e acabou gerando princípio de confusão. Bezerra e Babão disputam votos no bairro Ibirapuera.
Em defesa do Governo Herzem, Bezerra chegou a afirmar que todo os problemas do município foram deixados pela gestão passada, e que ele votou a favor da municipalização da saúde em 1997. Este é o primeiro mandato do edil, logo ele não participou da votação porque não era vereador na época.
A discussão aumentou quando o líder do governo acusou o ex-vereador Ricardo Babão de compra de votos. Babão retrucou e afirmou que o Bezerra sorteava caixas d’água durante a campanha eleitoral. O vereador ficou bastante irritado e aumentou o tom de voz durante o bate boca.
“ Ele fica falando que é um vereador honesto, ele sabe que isso não é verdade. Ele dá caixa d’água para compra de votos, ele dá exames, ele paga exames”, afirmou Babão.
O presidente da CMVC, o vereador Luciano Gomes (PR) tentou conter os ânimos e solicitou que Babão se retirasse do plenário. Veja o vídeo completo da discussão: A versão de Babão – Em entrevista ao BConquista, Ricardo Babão contou que não saiu da Câmara e relatou que Bezerra fica incomodado com sua presença nos lugares porque os moradores do Ibirapuera pedem: Volta Babão.
“Toda vez que eu chego na Câmara o vereador se sente incomodado comigo e tenta me desqualificar das piores maneiras”, contou o ex-vereador.“Ele vai falado inverdades, inverdades e a gente vai segurando. Aí ele começou a falar inverdades do Governo Guilherme, que todo sabe que foi um governo sério e que trabalhou pela cidade. Sei que o regimento interno não permite que a plateia se manifeste, mas no momento eu desabafei e fui falar umas verdades para ele. Ele não gostou, ficou nervoso e ficou falando de lá e eu de cá”, contou.
Babão fez sérias críticas a Bezerra e a gestão municipal: “ Ele fica falando que é um vereador honesto, ele sabe que isso não é verdade. Ele dá caixa d’água para compra de votos, ele dá exames, ele paga exames”, citou. “ Estão fazendo um péssimo governo, e não tem um vereador com capacidade, que conheça a política e Conquista, para fazer defesa e achou esse rapaz (Bezerra). Eu fico até com pena às vezes, ele é um ignorante que não trata as pessoas com respeito”, disparou.
O ex-vereador contou também que não saiu da Câmara, como o solicitado pelo presidente. “Não teve briga, a discussão não avançou. Eu não fui expulso e não saí porque a Câmara é onde Ricardo Babão precisa estar”, disse. “Eu incomodo o vereador Bezerra porque o povo me pede para voltar. As pessoas que votaram nele, e ele viraram as costas, estão pedindo para eu voltar”, frisou. Com informações do Blitz Conquista
Ouça a entrevista concedida por Ricardo Babão ao BConquista;
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (19) que os militares precisarão compreender a dificuldade da situação econômica do Brasil na discussão do projeto que reforma a Previdência dos integrantes das Forças Armadas; “O problema é que nós estamos no fim da festa, o Brasil quebrou e eles estão querendo entrar nessa festa no finalzinho, quando já está amanhecendo, a música já está acabando e não tem ninguém para dançar”, disse Maia
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (19) que os militares precisarão compreender a dificuldade da situação econômica do Brasil na discussão do projeto que reforma a Previdência dos integrantes das Forças Armadas.
“O problema é que nós estamos no fim da festa, o Brasil quebrou e eles estão querendo entrar nessa festa no finalzinho, quando já está amanhecendo, a música já está acabando e não tem ninguém para dançar”, disse Maia.
“Então é preciso analisar como compensá-los de alguma forma sem sinalizar para o Brasil que estamos empurrando essa festa por mais alguns anos, com o estado já quebrado”, acrescentou.
O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) acusou o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de vender sentenças. Após a fala, Mendes pediu ao presidente do STF, Dias Toffoli, que uma representação seja aberta. Em setembro do ano passado, o ministro Luís Roberto Barroso denunciou suposta existência de corrupção dentro dos gabinetes do STF.
Segundo a Folha, no documento, Mendes cita trechos de uma entrevista do senador à Rádio Bandeirantes no domingo (17).
Kajuru afirma querer saber como o ministro “tem R$ 20 milhões de patrimônio”. “De onde você tirou esse patrimônio? De Mega Sena? De herança de quem você tirou, Gilmar Mendes? Foram das sentenças que você vendeu, seu canalha!”
O senador diz ainda Mendes é sócio dos ex-governadores tucanos Beto Richa (PR), Aécio Neves (MG) e Marconi Perillo (GO). “Nós vamos pegar, apurar, investigar todas as empresas que eles são sócios, que eles têm negociação, por que ele protegeu Aécio Neves, por que que ele protege o Marconi Perillo. Por que que ele protege tantos outros políticos.”
Segundo Kajuru, Mendes será o primeiro alvo da CPI da Toga. “Depois vamos nos Lewandowskis da vida”.