A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir na próxima terça-feira (20) se mantém o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu em liberdade. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhou documento à Corte nesta sexta (17) pedindo que os ministros revejam a decisão.
Dirceu foi condenado em segunda instância a 30 anos e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele começou a cumprir pena em maio. No entanto, a Segunda Turma do (STF) decidiu soltar o ex-ministro no fim de junho.
A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) realizará nesta sexta-feira, 17, às 19h, uma audiência pública com o tema “Valorização e Defesa dos direitos Humanos da Pessoa Idosa”, proposta pela vereadora Lúcia Rocha (DEM). A audiência discutirá a realidade do público idoso em Vitória da Conquista e em nosso país, e celebrará também as conquistas já realizadas.
O ano de 2018 passou a ser considerado o Ano da Valorização e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa pela Convenção Interamericana sobre a Proteção dos Direitos Humanos dos Idosos, através dos Estados Americanos (OEA), sendo também aprovado pelo Congresso e Senado Brasileiro (Lei 11/2018 ) . Neste ano também é comemorado os 70 anos da Declaração Universal de Direitos Humanos e os 15 anos da aprovação do Estatuto do Idoso.
No requerimento em defesa da audiência, o mandato da vereadora Lúcia Rocha afirma que “apesar dos direitos duramente conquistados na história, como a gratuidade da passagem e outros benefícios, os idosos ainda não são valorizados, principalmente quanto à proposta reforma da previdência”. A CMVC acredita na necessidade de discutir o tema para sensibilizar a comunidade e o poder público sobre a defesa dos idosos, e por isso, convida toda população para participar desta audiência.

Três vereadores de Vitória da Conquista oficializaram suas candidaturas nestas Eleições 2018. O emedebista Gilmar Dias Ferraz e a democrata Maria Lúcia Santos Rocha vão disputar vagas na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. Ainda segundo o Blog do Anderson, o outro postulante é David Salomão dos Santos Lima, do PRTB, que busca o seu espaço na Câmara dos Deputados. Os nomes de Gilmar Ferraz, Lúcia Rocha e David Salomão estão disponíveis para consulta no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O primeiro debate entre candidatos ao Governo da Bahia teve atrito, acusações e questionamentos entre os postulantes ao Palácio de Ondina. Realizado pela TV Bandeirantes, o programa teve a presença dos candidatos João Santana (MDB), João Henrique (PRTB), Marcos Mendes (PSOL), José Ronaldo (DEM), Célia Sacramento (Rede) e Rui Costa (PT). Os principais embates começaram desde o primeiro bloco, com Marcos Mendes e José Ronaldo se revezando para atacar o atual governador, que se defendeu ressaltando as ações do governo.
“A situação da educação da Bahia é tão grave que não há uma construção de escolas no atual governo. Já visitei e pesquisei em quase 400 municípios e não encontrei construção de escolas. Os índices de educação são os piores do Brasil”, disse o democrata, que também ouviu do socialista críticas sobre a segurança. “Ouvi o candidato falar com afinco sobre educação. Vamos relembrar o que o grupo político dele fez com os professores em greve há mais de 30 dias. Ele botou fuzis, disparou balas de borracha e gás lacrimogênio contra os professores”, acusou Mendes.
No bloco seguinte, os candidatos direcionaram mais críticas ao governador Rui Costa. O petista se defendeu e comentou que o debate era composto por aliados do presidente Michel Temer (MDB), ao apontar a João Santana e José Ronaldo a alcunha de apoiadores do chefe do Executivo nacional. “O Brasil vive momentos difíceis. O governo Temer, que tem os seus aliados na Bahia, aumentou o desemprego, a recessão, reduziu o Bolsa Família e tentou até cortar a Previdência do trabalhador rural. Isso aumentou a dificuldade do povo e impactou o Brasil inteiro na Segurança Pública”, declarou o governador.
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No momento das perguntas feitas por jornalistas da Band, o destaque ficou por conta de Marcos Mendes, que fez uma denúncia a respeito da gestão da saúde no estado e também no município.
Em um segundo momento entre perguntas e respostas, o ex-prefeito João Henrique fez uma dobradinha de perguntas e respostas com a ex-vice-prefeita Célia Sacramento. Ambos falaram das passagens de cada um pelo Executivo municipal e comentaram propostas. “João, você já foi prefeito da cidade de Salvador e teve várias oportunidades de apresentar projetos que viabilizassem uma mudança na educação. Isso não aconteceu”, indagou a candidata da Rede. JH se autoclassificou como melhor prefeito para a educação pública e enalteceu ainda o próprio pai, o ex-governador João Durval.

A segunda hora teve novos embates entre Rui e Ronaldo, com o governador atacando os números da saúde em Feira de Santana, onde ele foi prefeito por 14 anos. “O senhor não construiu uma UPA. Eu tive que construir. Os bebês estavam morrendo em Feira e eu tive que construir uma maternidade de alta complexidade porque você não montou. O senhor não garante a educação lá e eu tenho que garantir a educação de ensino fundamental. Diga o que o senhor vai fazer pela Bahia?”, indagou o petista. “O governador foge de responder e vem atacar Feira de Santana, falta com a verdade. Não falarei sobre Feira, lá ele prometeu construir hospital e não cumpriu”, rebateu o democrata. Com informações do Metro1
Um dos advogados eleitorais mais conhecidos da Bahia, Ademir Ismerim acredita que a internet não terá tanto impacto no resultado das eleições. “O grupo de WhatsAPP é o mais eficaz, mas eu não vejo como a internet pode substituir a TV e o rádio. O grande impacto vai começar a partir da propaganda de rádio e TV”, avaliou, em entrevista a José Eduardo, na Rádio Metrópole.
O causídico lembrou ainda o que pode e o que não pode ser feito no período de eleição. “A partir de hoje está liberada a propaganda a internet. Carros de som proibidos de circular nos moldes de antigamente, de 6h às 22h. Só pode quando houver carreata ou passeata ou qualquer evento de campanha, mas não pode mais circular normalmente. Pintar muro também está proibido. Só pode praticamente distribuir santinho. A internet vai ser a grande vedete da eleição”, pontuou.
As próximas eleições podem ficar para história e registrar o fim da era da televisão aberta como o principal meio de informação dos brasileiros para acompanhar a disputa de votos por cargos públicos. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil têm como hipótese a possibilidade de a internet ter mais peso do que nunca na decisão, e mudar em definitivo, a maneira de se fazer campanha eleitoral no país.
Pesquisadores de comunicação e consultores eleitorais assinalam que os 147,3 milhões de eleitores brasileiros escolherão seus representantes sob influência inédita de conteúdos compartilhados nas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, em especial no Facebook e no WhatsApp.
“Tem se especulado que esse pleito possa vir a ser a primeira eleição onde a internet assuma papel protagonista”, resume o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, que já trabalhou em mais de 90 eleições majoritárias (campanhas para presidente, governador e senador).
Nas plataformas da internet, diferente da televisão e do rádio, que veiculam o horário eleitoral gratuito, a comunicação é individualizada e interativa. Os conteúdos são mediados pelos usuários, em lugar de vídeos e peças sonoras veiculados para grandes audiências – sem possibilidade de resposta ou de reencaminhamento.
“A mensagem encaminhada, que consegue penetrar em grupos, é mais influente do que aquela que vem pela televisão”, afirma o estatístico e doutor em psicologia social, Marcos Ruben.
Fábio Gouveia, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), assinala que “a atenção não está mais concentrada na televisão” e, nesta campanha, os usuários “assumem papel de filtros disseminadores”, repassando ou retendo mensagens às pessoas com quem estão conectadas.
Christian Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), aponta que a internet “viabiliza informação para uma quantidade grande da população que estava excluída do debate político”. Segundo ele, “isso ajuda a entender as formas de tratamento, usos de imagem, estratégias de retórica intimidativa e bipolarizante [hoje verificados] que eram menos acessíveis quando tínhamos a campanha baseada na televisão”.
Riscos – Os especialistas não desconsideram os riscos da próxima campanha eleitoral como a circulação de notícias falsas, deformação de mensagens, difamações generalizadas e manifestações de ódio e intolerância.
Para o jornalista Mário Rosa, especialista em gestão de crises de imagem, há forte possibilidade que, em paralelo à campanha positiva e com propostas no horário eleitoral, haja forte campanha negativa na troca de mensagens. “O disparo do WhatsApp não pode ser monitorado e nem auditado. Podem atacar e não vai se saber qual a origem dos ataques”, alerta Mário Rosa ao lembrar que “o objetivo da campanha eleitoral não é informar, mas convencer”.
Na mesma linha, Christian Dunker não afasta a possibilidade, especialmente ao fim da campanha, de serem disseminados “fatos políticos que possam vampirizar candidaturas e interferir nos resultados”.
Números – O Facebook chegou a 127 milhões de usuários neste ano no Brasil e o WhatsApp tinha cerca de 120 milhões de pessoas ligadas no ano passado (20 milhões a mais do que em 2016). Facebook e WhatsApp não informaram o crescimento de usuários que tiveram entre a eleição de 2014 e até o momento.
Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SinditeleBrasil), nos últimos quatro anos, o número de usuários de aparelhos celulares 3G e 4G (que permitem acesso a redes sociais) passou de 143 milhões para 188 milhões – diferença de 45 milhões, superior à população da Argentina.
O deputado federal Paulo Magalhães (PSD) é o candidato à reeleição que declarou o patrimônio mais robusto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme levantamento feito pelo Bahia Notícias, baseado no sistema Divulga Cand, o parlamentar declarou R$ 16.683.655,72. Seguida aparece Lucio Vieira Lima (MDB), com bens de R$ 11.235.928,92. Cláudio Cajado aparece logo atrás, com R$ 11.124.956,55.
Chama atenção é que, dos quatro com menor patrimônio, dois são do PRB. A presidente da legenda na Bahia, Tia Eron, aparece com R$ 38,3 mil, e Marcio Marinho, com R$ 309.028,06, ambos da Igreja Universal do Reino de Deus.
Confira abaixo a lista completa:
1 – Paulo Magalhães (PSD): R$ 16.683.655,72;
2 – Lucio Vieira Lima (MDB): R$11.235.928,92;
3 – Claudio Cajado (PP): R$11.124.956,55;
4 – José Rocha (PR): R$7.286.824,48;
5 – Aleluia (DEM): R$ 6.257.041,86;
6 – José Nunes (PSD): R$4.285.968,31;
7 – Jonga Bacelar (PR): R$3.719.709,13;
8 – Elmar Nascimento (DEM): R$3.092.652,53;
9 – Carletto (PP): R$2.931.612,84;
10 – Felix Mendonça (PDT): R$2.414.766,83;
11 – Mario Negromonte JR (PP): R$2.281.417,64;
12 – Antonio Brito (PSD): R$2.178.108,34;
13 – Arthur Maia (DEM): R$ 1.789.813,86;
14 – Paulo Azi (DEM): R$1.671.368,80;
15 – Imbassahy (PSDB): R$1.670.429,09;
16 – Alice Portugal (PCdoB): R$1.217.987,08;
17 – Benito Gama (PTB): R$1.063.155,77;
18 – Waldenor Pereira (PT): R$1.011.070,73
19 – Sergio Brito (PSD): R$1.000.901,58;
20 – Daniel Almeida (PCdoB): R$939.020,00;
21 – José Carlos Araújo (PR): R$858.741,83;
22 – Cacá Leão (PP): R$819.034,57;
23 – Jorge Solla (PT): R$646.715,27;
24 – Pelegrino (PT): R$600.000,00;
25 – Caetano (PT): R$ 476.500,00;
26 – Bacelar (Podemos): R$413.246,77;
27 – Josias Gomes (PT): R$400.412,38;
28 – Afonso Florence (PT): 385.743,71;
29 – Marcio Marinho (PRB): R$309.028,06;
30 – Uldurico Junior (PPL): R$145.577,65;
31 – Erivelton Santana (Patriota): R$56.700,00;
32 – Tia Eron (PRB): R$38.347,10.
A PGR acaba de pedir ao TSE a impugnação ao registro da candidatura de Lula.
O argumento de Raquel Dodge contra a candidatura é apenas o cumprimento da lei: o presidiário não é elegível, uma vez que foi condenado em segunda instância.
Clique AQUI para ler a íntegra do pedido de Dodge a Luís Roberto Barroso.
Nova pesquisa do Instituto Paraná mostra que o lançamento oficial das candidaturas dos presidenciáveis não alterou o ânimo do eleitor.
Embora não possa concorrer por ser ficha-suja, Lula mantém a liderança com 30,8%. No cenário real, sem o presidiário, Jair Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto.
O tucano Geraldo Alckmin alcança no máximo 8,5% dos votos, atrás de Marina Silva com 13,2%. Quase 30% do eleitorado ainda não tem candidato.
O presidente estadual do PSDB, João Gualberto, renunciou hoje (14) à candidatura para reeleição de deputado federal. Em entrevista ao Metro1, o tucano, que chegou a ser anunciado como pré-candidato ao governo da Bahia, disse que a decisão foi “dolorida”.
“Não é uma coisa de hoje. Nunca fui ligado à política. Quando eu fui candidato a prefeito foi para contribuir, e eu fiz uma transformação lá em Mata [de São João]. Mas o que acontece como deputado? Tive uma votação ‘estúpida’, muito boa, mas não gostei de ter sido deputado, a verdade é essa. É uma tristeza aquilo lá. As coisas não acontecem e você vai se frustrando, se frustrando. Eu não gosto de fazer as coisas pela metade”, apontou.
O parlamentar afirmou que vai seguir no comando da legenda até o fim do período para o qual foi eleito e anunciou quem será o herdeiro dos seus votos. “Encerra em abril e eu vou cumprir o meu mandato [de presidente do PSDB]. Aí os votos vão para Adolfo [Viana]. Você sabe que eu não sou coronel, não sou dono de votos, mas vou pedir votos para ele. Vou votar nele”, disse, ao emendar que o postulante do DEM ao Palácio de Ondina, José Ronaldo, não vai contar com o apoio dele: “A campanha eu não vou fazer para ninguém, exceto para Geraldo [Alckmin]”.
Empresário, ele disse que vai se dedicar às suas empresas, como a rede Hiper Ideal de mercados, e não pensa em ocupar cargos políticos, mas não descarta avaliar propostas no futuro. “Não quero cargo, não quero nada. Eu sou um deputado que não tenho ambição. Não quero nada. Se me convidasse não queria. […] Se aparecer alguma coisa, se eu achar que devo, de repente, no Executivo, pode ser, mas não tem plano nenhum na minha cabeça”, assegurou.
Na eleição de 2014, Gualberto foi eleito com 117.671 votos. Este ano, o PSDB planeja manter as duas cadeiras na Câmara – os mais cotados são justamente Viana e Antonio Imbassahy.