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Executiva do partido informou que prefeito “foi indicado como presidente da coligação, que é quem a representa perante o TSE”

A executiva nacional do PSDB negou que o prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente nacional do DEM, tenha sido registrado como coordenador da coligação do presidenciável tucano Geraldo Alckmin.

“Foi indicado como presidente da coligação, que é quem a representa perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”, informou a executiva, por meio de nota.

“Eu vou contribuir com a campanha de Geraldo Alckmin, não preciso de nenhum título de coordenador, ou não […] isso não foi conversado, não houve qualquer convite neste sentido e por isso mesmo não há porque avaliar ser coordenador ou não ser coordenador da campanha presidencial”, afirmou o prefeito, na última semana.

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O principal embate foi protagonizado pelo candidato do PSOL, Guilherme Boulos e Jair Bolsonaro (PSL).

O primeiro debate com os candidatos à Presidência da República foi de poucos ataques. Realizado na Band, o evento aconteceu ontem (9). Presidenciáveis como Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) não foram confrontados com seus pontos fracos, como o escândalo da Dersa, no caso do ex-governador de São Paulo, ou o temperamento explosivo do ex-governador do Ceará.

De acordo com a Folha, o principal embate foi protagonizado pelo candidato do PSOL, Guilherme Boulos e Jair Bolsonaro (PSL). O socialista questionou o militar sobre funcionária de seu gabinete Walderice Santos da Conceição, que, segundo mostrou a Folha, trabalha num comércio de açaí em Angra dos Reis, onde o deputado federal tem uma casa.

Ao ser questionado por Boulos se ele não tinha vergonha de manter uma “funcionária fantasma” e de ter auxílio moradia da Câmara mesmo tendo imóvel em Brasília, Bolsonaro respondeu que teria vergonha se “tivesse invadindo as casas dos outros”, numa provocação ao líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

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Com o foco na construção da Vitória da Conquista do futuro, a Prefeitura Municipal não tem medido esforços para implantar ações de desenvolvimento para a cidade. Nesse sentido, na tarde desta quarta-feira (08), o prefeito Herzem Gusmão esteve na sede da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), em Salvador.

A comitiva do Governo Municipal foi recebida pelo presidente da Embasa, Rogério Cedraz. O principal objetivo do encontro foi discutir a criação do Plano Municipal de Saneamento Básico, que deve ser elaborado por meio de uma parceria entre as duas instituições. Esse Plano, por sua vez, é um desdobramento do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano, que o município vem desenvolvendo com a Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba).

“Esta é uma visita de cortesia. Nós recebemos em Conquista, por duas oportunidades, a presença do presidente da Embasa, Rogério Cedraz, e estamos dialogando questões de interesse da nossa cidade, como a elaboração do Plano Municipal de Saneamento, que Conquista não tem”, explica o prefeito Herzem Gusmão.

Para Cedraz, o Plano de Saneamento é algo fundamental para o município. “Para tomar suas decisões de crescimento, quais são suas vertentes de crescimento; e para a Embasa também, pois nosso investimento depende dos planos, para saber quais são as áreas de vetores de crescimento do município e para saber onde a gente pode investir, e estar sempre tendo a melhor prestação de serviços para Vitória da Conquista”, afirma.

Demandas municipais – Além disso, o prefeito Herzem Gusmão aproveitou a oportunidade para levantar outras necessidades urgentes do município. “Colocamos também como uma questão importantíssima o esgotamento sanitário do loteamento Terras do Remanso. Já conseguimos o do Herniqueta Prates, e agora é a vez do Terras do Remanso. Colocamos que a Embasa resolva o problema do distrito de José Gonçalves, onde ela tem mil clientes, que é exatamente um sistema de esgotamento sanitário que foi colocado de forma equivocada e vai ser todo desativado”, enumera.

Durante a reunião, o prefeito Herzem Gusmão também levou ao presidente da Embasa, Rogério Cedraz, questões que precisam ser resolvidas com urgência no município.

Somando-se a isso, a Prefeitura mantém em discussão com a Embasa outras parcerias, como a cessão da área conhecida como “Penicão”, para construção de um parque municipal; ações de revitalização do Rio Verruga; e uma relação de troca, na qual a Prefeitura possa destinar o chorume produzido no aterro sanitário para a Empresa, enquanto essa destine ao aterro o lodo advindo do tratamento das águas.

De acordo com o presidente da Embasa, existe interesse em atender às demandas. Ele conta que alguns estudos já estão em andamento para analisar as questões técnicas envolvidas nesses processos. “O interesse da Embasa é contribuir o máximo com o município, então com os resultados dos estudos a gente pode avaliar, sentar e conversar”, confirma Cedraz.

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Prefeito disse é possível “conciliar” o trabalho na administração soteropolitana com a campanha eleitoral

O candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin (PSDB), registrou o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), como coordenador da coligação no Tribunal Superior Eleitoral, segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo.

Em recente entrevista à imprensa, Neto disse é possível “conciliar” o trabalho na prefeitura com a campanha eleitoral. Ele ressaltou, no entanto, que a administração soteropolitana será “prioridade”.

“Não está em cogitação o afastamento da prefeitura, nem [por motivo] nacional nem estadual”, afirmou Neto, que também é presidente nacional do Democratas.

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O deputado federal Waldenor Pereira realizou duras críticas ao prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, em pronunciamento realizado nesta quarta-feira (8), na Câmara dos Deputados. O parlamentar usou a tribuna para se solidarizar com os professores municipais da cidade que estão em greve há 19 dias e vem sofrendo retaliações da Prefeitura Municipal.

“Quero chamar a atenção a respeito da forma autoritária e truculenta com que a administração do senhor Herzem Gusmão vem tratando os servidores públicos deste que é um dos mais importantes municípios do Brasil e digo isso porque, durante a campanha eleitoral, através deste documento que foi registrado no tribunal regional eleitoral, o prefeito municipal apontava para a população de vitória da conquista o desejo de realizar uma gestão de diálogo, de entendimento, de exercício da boa política”, afirmou o deputado ao ler o Plano de Governo registrado pela coligação do MDB durante a campanha eleitoral de 2016.

Waldenor chamou de “estelionato eleitoral” a gestão de Gusmão na cidade, afirmando que “pouco a pouco a população está reconhecendo isto”.

“Passados já mais de um ano e meio, quase dois anos, de administração, as promessas, os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral, na prática, não se efetivam, não se realizam”, enfatizou Waldenor.

Ao final do seu discurso, o deputado federal protestou “veementemente contra esse comportamento que utiliza da força, de diferentes instrumentos coercitivos para amedrontar os professores e os servidores públicos de Vitória da Conquista”.

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A Câmara dos Deputados decide hoje sobre a cassação do mandato do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP).

A decisão deveria ter saído ontem, mas a Mesa Diretora da Câmara adiou para hoje a reunião – que ocorre daqui a pouco, às 9h.

Preso desde dezembro por decisão do STF, Maluf cumpre pena de 7 anos e 9 meses de prisão em regime domiciliar, por causa do seu estado de saúde.

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Tribunal negou pedido do PT para que o ex-presidente Lula participe do evento

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e a deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB) planejam um debate paralelo ao que será realizado amanhã (9) pela TV Bandeirantes.

Ao jornal Folha de São Paulo, o coordenador da campanha de Lula, Sérgio Gabrielli, disse que a ideia é que Haddad responda às perguntas e comente as propostas dos adversários no decorrer do debate.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou na última segunda-feira (6) pedido do PT para que o ex-presidente Lula participe do evento da TV Bandeirantes.

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Com a decisão, o PSC vai formar uma chapinha para a disputa de deputados estaduais com PTB, PPL e SD; Já o DEM vai marchar com o PRB, o PV e o PSDB

Apesar do rebuliço causado pelo descumprimento do acordo do PSC de compor o chapão com os partidos de oposição, a candidatura do deputado federal Irmão Lázaro ao Senado foi mantida.

Após duas reuniões na sede do DEM, tanto pela manhã quanto pela tarde, o prefeito de Salvador ACM Neto – que preside a sigla nacionalmente – conseguiu convencer os correligionários de que o parlamentar não deveria pagar pelo erro da legenda à qual pertence.

Em entrevista à Rádio Itapoan, o democrata afirmou que “não há nenhuma mudança na chapa majoritária”.

Com a decisão, o PSC vai formar uma chapinha para a disputa de deputados estaduais com PTB, PPL e SD. Já o DEM vai marchar com o PRB, o PV e o PSDB. Para federal, os tucanos vão seguir carreira solo.

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Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até hoje, segunda-feira (6).

Com a convenção do PPL, que lançou no domingo (5) João Goulart Filho como candidato à Presidência da República, 13 candidatos foram escolhidos pelas legendas para concorrer ao cargo de presidente da República. Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até hoje, segunda-feira (6).

Veja quem são os candidatos a presidente: 

Álvaro Dias (Podemos) 

O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Cabo Daciolo (Patriota)

A convenção nacional do Patriota oficializou a candidatura do deputado federal Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O evento ocorreu no município de Barrinha, no interior de São Paulo. O candidato foi escolhido por unanimidade. A candidata a vice escolhida foi Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Ela é pedagoga com 23 anos de experiência e atua na rede pública de ensino do Distrito Federal.

Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do país. Em discurso durante a convenção, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e à ideologia de gênero.

Ciro Gomes (PDT)

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido.

O partido ainda não definiu o candidato a vice-presidente. Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Guilherme Boulos (PSOL)

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores SemTeto (MTST), Guilherme Boulos, foi lançado no dia 21 de julho como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente.

Boulos destacou que irá defender temas que pertencem aos princípios do partido, como o direito ao aborto e à desmilitarização da polícia.

Henrique Meirelles (MDB)

O MDB confirmou no dia 2 de agosto o nome do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como candidato à Presidência da República. Hoje, o partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.

Jair Bolsonaro (PSL)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado no dia 22 de julho como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. A chapa ainda não tem vice.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente.

O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

João Amoêdo (Partido Novo)

João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. O presidenciável também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento.

João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

João Goulart Filho (PPL)

O PPL lançou hoje (5) João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo.

O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

José Maria Eymael (DC)

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente.

Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações de governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato à Presidência da República. Não foi definido quem será o vice-presidente na chapa de Lula. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba, desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. O ator Sérgio Mamberti leu uma carta escrita por Lula, onde ele afirmou que “querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas”.

Marina Silva (Rede)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

Vera Lúcia (PSTU)

Em convenção nacional, o PSTU oficializou no dia 20 de julho a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora.

O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais. Com informações da Agência Brasil.

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A deputada Manuela D´Ávila, porém, ainda não abriu mão oficialmente de sua candidatura à Presidência da República por seu partido

O anúncio de Fernando Haddad (PT) e Manuela d’Ávila (PCdoB) na chapa que quer ter o ex-presidente Lula (PT) como candidato à Presidência embaralhou a cabeça de muita gente. A ideia do PT é ter Haddad não como vice ou substituto de Lula, mas sim como “porta-voz”.

Segundo nota divulgada no site do ex-presidente, “Haddad será o porta-voz de Lula até o trâmite final da homologação da candidatura Lula na Justiça Eleitoral”. Concluída essa etapa, segue a nota, “a ex-deputada Manuela D´Ávila assumirá a posição de vice na chapa, por indicação do PCdoB, que aprovou, também, uma coligação nacional com o PT”.

A estratégia do PT é levar o nome de Lula como candidato à Presidência da República até a Justiça Eleitoral decidir, com base na Lei da Ficha Limpa, se o ex-presidente, que está preso, poderá ou não disputar as eleições de 2018.

O acordo dá a entender, embora não esteja explícito, que Manuela será candidata a vice com qualquer desfecho da Justiça Eleitoral, ou seja, com ou sem Lula na corrida presidencial.

A deputada Manuela D´Ávila, porém, ainda não abriu mão oficialmente de sua candidatura à Presidência da República por seu partido. Isso pode ser feito nesta segunda-feira (6).

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