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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, anunciou nesta quinta-feira (18) que o Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) irá investir R$ 89,5 bilhões em projetos de infraestrutura na Bahia. O anúncio foi feito durante a cerimônia de criação do Parque Tecnológico Aeroespacial da Bahia.

Mais da metade do investimento anunciado será destinado para empreendimentos voltados à transição e segurança energética. Ao todo, serão R$ 48 bilhões para esse segmento. Segundo o ministro, esse é o maior investimento na história da região Nordeste em energia renovável.

Os investimentos em energia serão utilizados na construção de 44 usinas eólicas, 5 fotovoltaicas e uma pequena central hidrelétrica. Também serão aprimoradas 17 linhas de transmissão para dar segurança ao escoamento da energia produzida nas novas instalações.

O governo informou que serão destinados R$ 28,7 bilhões para o segmento de transporte e logística. A aplicação desses recursos será em construção e duplicação de rodovias, construção de ferrovias, dragagens em rios e manutenção de portos e aeroportos.

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Na edição do quadro ‘Pingo nos is’, do jornal UP Notícias desta quinta-feira (18), o radialista e comunicador Deusdete Dias fala sobre os bastidores da política conquistense, e as mudanças realizadas pela prefeita Sheila Lemos (UB), na Secretarias do Governo.

Dias destaca também  a relação da prefeita com o líder do Governo na Câmara de vereadores, o vereador Luís Carlos Dudé (MDB).

Clique no link e Ouça na íntegra: 

https://www.4shared.com/s/fXdwZB2IBfa

 

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Antes de almoçar no ‘Los Pampas’ e comer aquele delicioso churrasco, o repórter do Redação Brasil, João Melo foi conversar com a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos (UB), sobre as articulações políticas para o ano de 2024.
João perguntou na ‘lata’: “Haverá mais mudanças nos cargos de primeiro e segundo escalão”?
A prefeita não fez ‘cara feia’ e respondeu a todos os questionamentos, inclusive sobre as movimentações políticas e pretensões para o primeiro semestre do ano eleitoral.

Clique no link e ouça na íntegra:

https://www.4shared.com/s/fMAMNf1agku

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O Editorial com Deusdete Dias , reproduzido via UP Notícias [Rádio UP], ganhou ampla repercussão por toda a Bahia. Na ocasião, o comunicador fez o alerta: “Quando o deputado federal Waldenor Pereira Filho recebeu a chancela de ser um pré-candidato do PT em Conquista, concorrendo diretamente com a prefeita Sheila e também a princípio a vereadora Lúcia Rocha, ele saiu em disparada. Ele comprou uma Ferrari, saiu em disparada, deu um susto nos apoiadores da prefeita Sheila Lemos”. Na visão de Dete, o Partido dos Trabalhadores estaria cometendo mesmos erros de pleitos anteriores e que estariam sendo favoráveis à prefeita Ana Sheila Lemos Andrade, do União Brasil, que está no páreo por mais quatro anos nestas Eleições 2024.

No Conquista de Todos [Rádio Brasil] , o deputado federal Waldenor Alves Pereira Filho (PT-BA), prefeiturável pela Federação Brasil da Esperança [PT, PV e PCdoB] com apoio de outras oito Legendas Partidárias juntamente com o deputado estadual e ex-prefeito José Raimundo Fontes (PT), explicou o motivo do hiato, que seria um período de descanso, mas garantiu que voltará com as baterias renovadas para conquistar o Paço Municipal da Praça Joaquim Correia.

 

Está indo muito bem, obrigado, viu. Muito bem. Está indo tão bem que paramos uma semana de atividades e os jornalistas, militantes, né, todos os que gostam de política estão reclamando da nossa ausência, uma ausência tão curta de poucos dias de recesso, de descanso, e já estão reclamando das atividades que foram muito intensas especialmente no último mês de dezembro onde realizamos Feira de Agricultura Familiar, Feira Literária de Vitória da Conquista, Seminários, dez Concertos Natalinos pela Paz em Bairros Populares e Distritos Rurais. Em razão da intensidade com que an agenda foi cumprida no Ano 2023 há reclamações e nós estamos nos preparando para retomar as atividades com muita força”, afirmou Waldenor Pereira. Matéria: Blog do Anderson

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Líderes religiosos, como pastores e ministros, deixarão de ter isenção tributária sobre os salários. A Receita Federal editou ato declaratório que reverteu decisão do governo anterior. A medida foi publicada nesta quarta-feira (17) no Diário Oficial da União.

Assinado pelo secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, o ato declaratório suspende o benefício concedido pelo ex-secretário especial do órgão Julio Cesar Vieira Gomes, pouco antes do início da campanha eleitoral de 2022. Segundo o Fisco, a reversão da isenção tributária seguiu determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).

O ato declaratório representa uma interpretação da Receita Federal sobre a aplicação de normas fiscais. Segundo o TCU, a isenção é considerada atípica porque não foi analisada pela Subsecretaria de Tributação da Receita.

Segundo o ato cancelado, “serão consideradas remuneração somente as parcelas pagas com características e em condições que, comprovadamente, estejam relacionadas à natureza e à quantidade do trabalho executado, hipótese em que o ministro ou membro, em relação a essas parcelas, será considerado segurado contribuinte individual, prestador de serviços à entidade ou à instituição de ensino vocacional”.

O ex-secretário especial Julio Cesar foi exonerado da Receita Federal em junho do ano passado, após sair à tona o envolvimento dele no caso da liberação de joias dadas de presente por governos estrangeiros ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Quando comandava o órgão, Julio Cesar assinou o despacho que pedia aos auditores da Receita no Aeroporto de Guarulhos que entregassem um conjunto de joias presenteadas pelo governo da Arábia Saudita ao ex-presidente em 2022. A defesa de Bolsonaro nega qualquer irregularidade.

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A negativa de Cacá Leão (PP), atual secretário de governo da prefeitura de Salvador, para ocupar uma das vices-presidências da Caixa Econômica Federaltambém passou pelo “lado político”. Informações de bastidores apuradas pelo Bahia Notícias dão conta que manter a “resistência” interna no Progressistas a um retorno da relação com o governo do estado pesou na escolha.

 

O desejo de Cacá seria assumir a vice-presidência de Governo ou de Habitação, sendo disponibilizado para ele a de Negócios de Atacado, fato que o desmotivou a ocupar o espaço. Além disso, o movimento liderado pelo deputado João Leão e parte do PP em romper com o governo Rui Costa (PT), em 2022, fez com que Cacá também não saísse para Brasília. Sem “os Leões” em postos na Bahia, principalmente em Salvador, a legenda teria caminho livre para aderir à atual gestão de Jerônimo Rodrigues (PT).

 

A bancada de deputados estaduais na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), atualmente, integra a base governista. O líder do bloco, deputado estadual Niltinho (PP) integra o Conselho Político e participa de reuniões e decisões do grupo. Já na seara federal, os deputados possuem certa independência, apesar de alguma relação com integrantes da atual gestão da Bahia, incluindo o presidente Mário Negromonte Jr.

 

O próprio Negromonte chegou a indicar que a expectativa é que o movimento de chegada de Cacá em Brasília fosse ocorrer. “O nome dele é um dos nomes que a bancada quer. É um nome que atenderia a bancada, não só da Bahia, mas a bancada. Temos um carinho e respeito grande por ele. A expectativa é que venha acontecer”, comentou Mário.

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Governadores de direita prometem pressionar o Senado a aprovar, na volta do recesso, em fevereiro, o projeto de lei que acaba com a saída temporária de presos, instrumento conhecido popularmente como “saidinha” e que tem gerado debate principalmente quando a liberação ocorre para visitas às famílias durante feriados e datas comemorativas.

O movimento já havia sido acordado em outubro durante a reunião do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) realizada em São Paulo, mas voltou a ser tratado como prioridade após um preso liberado para voltar para casa para as festas de fim de ano assassinar um sargento da Polícia Militar de Minas Gerais.

Participam da articulação política os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO). Em tramitação desde 2013, o projeto inicialmente apenas limitava as saídas temporárias, mas foi alterado pelo relator na Câmara dos Deputados, Guilherme Derrite (PL-SP), atual secretário de Segurança Pública de São Paulo.

O texto foi aprovado em agosto de 2022 na Câmara e seguiu para o Senado. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi escolhido como relator na Comissão de Segurança Pública em maio de 2023 e apresentou parecer favorável um mês depois. O relatório, porém, não foi votado até o momento.

“Consideramos esse fator como um dos principais entraves para a segurança pública, já que não temos uma punição adequada ao criminoso por conta desse e de vários outros benefícios. O governador Tarcísio e eu devemos ir a Brasília no próximo mês para tratarmos desse assunto com o Senado”, disse Derrite.

Após a morte do PM mineiro, Zema foi às redes sociais cobrar a alteração da lei e dizer que “a mudança está parada” no Congresso. À reportagem, o governador disse que pediu aos parlamentares mineiros atenção especial ao projeto, defendeu que os critérios para uma eventual liberação temporária dos presos sejam mais rígidos e declarou querer debater a proposta do senador Sergio Moro (União-PR), que preserva a possibilidade de saída temporária para trabalho ou estudos, mas a extingue nos demais casos.

“A ressocialização é necessária, mas se for às custas de vidas, sou totalmente contrário. Não quero nenhuma ressocialização se for para pagar com vida de inocentes, que é o que tem acontecido”, disse o governador mineiro. “Da forma que está, ficou muito nítido com esse caso que é necessário um aperfeiçoamento. Aquilo que não está dando certo precisa ser revisto”.

Moro, por sua vez, diz que a ideia é votar o projeto na comissão ainda em fevereiro. “O objetivo do projeto de lei é exatamente o de prevenir situações na qual um preso perigoso é colocado na rua sem qualquer causa que justifique a medida”, disse o senador.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirma que a “saidinha” é uma “aberração”. Segundo ele, é de uma irresponsabilidade ímpar permitir que criminosos, condenados por crimes graves, tenham direito ao benefício de sair do presídio por alguns dias, quando tiverem bom comportamento. “Ter bom comportamento é obrigação do detento. Deveria acontecer o contrário, isto é, punir aqueles que não obedecem às regras com, por exemplo, aumento da pena”, diz o governador.

Em sua opinião, chega a ser “desanimador” que se faça sempre a mesma discussão sobre um problema sabidamente grave e que pode ser exterminado mudando as regras que, assinala ele, não existem semelhantes em nenhum outro lugar. Mas, agora, Caiado acredita que o projeto será aprovado no Senado por que a sociedade tem exigido medidas eficazes contra a criminalidade. “Se o criminoso sai por bom comportamento, a polícia nunca mais consegue pôr as mãos nele”, aponta.

Discussão tem contornos eleitorais em Minas Gerais

Em Minas Gerais, o debate, que já é politizado, ganhou contornos eleitorais a partir das cobranças de Zema e de parlamentares bolsonaristas, que também passaram a pedir pressa ao Senado. Presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) é cotado para se candidatar ao governo do Estado em 2026 e disputaria a eleição contra um aliado de Zema. Em outro cenário, o governador e o senador poderiam ser adversários na disputa por uma vaga no Senado.

Pacheco declarou, um dia após o episódio, que o Senado mudaria a Lei de Execução Penal, que prevê a saída temporária, e depois chamou de “demagogos”, “oportunistas” e “desavisados” aqueles que disseram que a Casa comandada por ele demorou a analisar o fim das saídas temporárias.

“Não houve inércia do Senado. O projeto chegou e eu, como presidente, despachei à Comissão de Segurança Pública. Então, não ficou parado o projeto, ao contrário do que alguns disseram”, disse Rodrigo Pacheco. O presidente do Senado e o governador mineiro também trocaram farpas em dezembro, ao discutirem uma saída para as contas públicas do Estado.

Zema diz que sua relação com Pacheco é “muito boa” e elogiou o esforço dele sobre o tema e também na renegociação da dívida de Minas. Ele negou, no entanto, que os dois estejam se alfinetando. “O que eu vejo é que muitas vezes alguém interpreta que ele ou eu poderíamos estar mandando algum tipo de recado. De forma alguma. Eu acho que nós estamos querendo é somar por Minas Gerais”, declarou o governador.

Proposta vai contra a lógica da lei, diz especialista

Atualmente, a Lei de Execução Penal determina que somente presos em regime semiaberto têm direito às saídas temporárias. Também é necessário ter cumprido pelo menos um sexto da pena, em caso de condenação primária, ou um quarto, se for reincidente. Presos por crimes hediondos que resultaram em morte não têm direito às saídas.

A legislação abre possibilidade para cinco visitas à família por ano, com duração máxima de sete dias cada. Cabe ao juiz decidir sobre as liberações após consultar o Ministério Público e as direções dos presídios sobre quem tem bom comportamento. Tradicionalmente, as saídas temporárias ocorrem no Natal e Ano Novo, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia de Finados.

Além das visitas familiares, os presos podem pedir para frequentarem cursos supletivos profissionalizantes, segundo grau ou faculdade. Neste caso, eles ficam fora dos presídios pelo tempo necessário para assistir às aulas e se formarem. O texto atual em discussão no Senado acaba com todas essas regras ao revogar todo o capítulo que trata das saídas temporárias na Lei de Execução Penal.

Professor da PUC-RS, o sociólogo Rodrigo Azevedo afirma que a abolição das saídas temporárias vai contra a lógica da lei, cujo espírito é de preparar o preso para ser reinserido na sociedade, o que acontecerá em algum momento, pois o Brasil não tem prisão perpétua.

Ele considera como “muito restritivo” tanto o texto original quanto a ideia de Moro, e aponta como caminho a adoção de critérios mais rígidos para as saídas serem concedidas e não a extinção das ocasiões em que os presos podem deixar a cadeia. Azevedo sugere, por exemplo, que a participação em organizações criminosas seja um fator que impeça a saída temporária.

“São muito raras as situações em que o indivíduo não retorna ou que pratica delitos durante a saída. Quando acontece, a maioria das situações está ligada justamente ao vínculo do indivíduo a essas organizações”, diz ele, que é associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O especialista também pontua que os três governadores são de direita e enxergam o endurecimento como caminho para melhorar a segurança pública.

Em São Paulo, 1.566 (cerca de 4,5%) dos 34.547 presos que foram liberados para as festas de fim de ano não haviam retornado aos presídios até o dia 9 de janeiro, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Destes, 712 foram recapturados por descumprir alguma regra da saída temporária e em 81 casos os detentos foram flagrados cometendo novos crimes.

 

Pedro Augusto Figueiredo/Monica Gugliano/Estadão

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Os cidadãos que pretendem votar nas eleições municipais de outubro têm menos de 4 meses para tirar o 1º título de eleitor ou regularizar o documento. A partir de 8 de maio, o cadastro eleitoral será fechado e nenhuma alteração poderá ser feita nos registros eleitorais. O cumprimento do prazo vale para jovens a partir de 16 anos que pretendem votar pela 1ª vez e para o eleitor que está em situação irregular por ter deixado de votar e justificar ausência por 3 eleições consecutivas.

Para regularizar a situação, o eleitor deve entrar no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e acessar as opções disponíveis. Para checar a situação da inscrição eleitoral, basta preencher o número do CPF. Para tirar a 1ª via do título de eleitor, os interessados podem clicar na opção título eleitoral e seguir os passos sugeridos pelo atendimento eletrônico. No 1º turno, que será realizado em 6 de outubro, os eleitores irão às urnas para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. O 2º turno está previsto para 27 do mesmo mês em municípios com mais 200 mil eleitores em que nenhum candidato a prefeito obteve votos suficientes para vencer a disputa na 1ª rodada.

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É grande a chance de acontecer já próximo dia 20 de janeiro a reunião ampliada do Diretório Estadual com PT, em Vitória da Conquista, com a participação do governador Jerônimo Rodrigues e dos senadores Jaques Wagner e Otto Alencar.

A nova data foi discutida pelo deputado federal Waldenor Pereira, pré-candidato a prefeito conquistense, em reunião com o presidente estadual do PT, Éden Valadares, em Salvador, nesta sexta (12).

O encontro estadual petista no município conquistense ocorreria em 27 de dezembro passado, mas foi adiado por conta do luto pelo falecimento do ex-deputado federal Luiz Alberto. “Agora, só estamos dependendo da disponibilidade do governador e dos nossos senadores para fecharmos. Mas esta é a data que julgamos a melhor”, contou Waldenor, depois da conversa com Éden e o dirigente Aluã Carmo.

Lula

Outra novidade é a possibilidade da visita institucional do presidente Lula a Vitória da Conquista, em breve, uma proposta que Waldenor vem desenvolvendo junto ao governo estadual e agora tem o respaldo do presidente estadual do PT, que vê grande possibilidade, segundo o pré-candidato.

A conversa com Édem serviu também para uma análise de estratégia da pré-campanha de Waldenor em Vitória da Conquista, que manterá a realização de encontros, seminários e plenárias com vistas à elaboração de programa de governo para o município que é o terceiro da Bahia, em população e colégio eleitoral. *Blog do Sena.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retomou a agenda de visitas às principais capitais e cidades do Brasil e já na próxima semana desembarca na Bahia, mais precisamente em Salvador e também em Paulo Afonso, para assinatura de acordo e inauguração de universidade.

Lula desembarca em Salvador no dia 18 para a assinatura de um acordo de parceria para a implantação do Centro Tecnológico Aeroespacial da Bahia (Senai-Cimatec).

Já a cidade de Paulo Afonso recebe o presidente no mesmo dia para a inauguração da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).

Além disso, ainda na região Nordeste, o presidente Lula também passa por Pernambuco, na cidade de Abreu e Lima e pelo Ceará, na capital Fortaleza. Vale lembrar que a agenda pode sofrer alterações.

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