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Depois de Luciano Bivar desistir de disputar à Presidência, o União Brasil deve lançar a senadora  Soraya Thronicke para a eleição presidencial. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

Eleita na onda bolsonarista de 2018, Soraya está no meio do mandato no Senado Federal —tem mais quatro anos pela frente.

Bivar decidiu ser candidato a deputado federal na eleição deste ano. Se for eleito, deve tentar ser presidente da Câmara dos Deputados no próximo ano, em acordo que envolve que o pré-candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva. *Metro 1

CORTINA E CIA COLCHÕES

O governador Rui Costa subiu o tom contra os rumores que apontam que o União Brasil teria pedido a retirada da candidatura de Jerônimo Rodrigues ao Governo da Bahia em troca do apoio do partido a Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo o governador, o que foi publicado na imprensa ao longo da semana não passa de notícia falsa, que estaria sendo forçada pelo grupo de ACM Neto (União), principal adversário de Jerônimo na disputa e lidera as pesquisas de intenções de voto.

 

“Tem gente que fugiu de disputar as eleições de 2018 porque ficou com medo  e agora não tá querendo entrar em campo. Não está querendo disputar eleição. Toda hora fica plantando notícia falsa. Não tem jeito, se quiser ser governador tem que disputa eleição. Não é plantando fake news que ele vai ser governador da Bahia”, disparou Rui, sem mencionar o ex-prefeito de Salvador.

 

Na entrevista coletiva, o petista voltou a associar Neto ao presidente Jair Bolsonaro (PL). “Não é fácil, quem não conhece a Bahia e quem caminhou ao lado de Bolsonaro agora dizer que não tem nada a ver com o Bolsonaro”, afirmou.

 

Em nota enviada ao Uol, o União Brasil confirmou que mantém o diálogo com o PT na Bahia, mas que não abre mão da candidatura de Luciano Bivar à Presidência da República. Já o presidente estadual do PT, Éden Valadares, negou que haja algum diálogo

CORTINA E CIA COLCHÕES

Luiz Caetano (PT) foi exonerado do cargo de secretário de Relações Institucionais (Serin) da Bahia. A movimentação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (30). Agora ex-secretário, Caetano está de malas prontas para assumir a coordenação da campanha de Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo do Estado, conforme antecipado pelo Bahia Notícias. De acordo com fontes ligadas ao governo do estado, Caetano foi convidado pelo próprio Jerônimo para assumir a posição. A movimentação tenta resolver a condução da pré-campanha, que não tem sido avaliada de forma positiva internamente.

 

O pré-candidato ao Palácio de Ondina confirmou o desenho e chegou a dizer que a saída de Caetano da Serin aguardava apenas a liberação de Rui Costa (PT). Caetano foi convidado, pedimos a Rui que ele fosse para a coordenação. Tem uma experiência larga, está saído de um lugar bastante movimentado, onde ele tem contato com os prefeitos e candidatos e fez um trabalho bom e uma pessoa que tem muita experiência com política. Rui vai ver em que momento será”, disse Jerônimo à época.

 

Ex-prefeito de Camaçari, Caetano assumiu a Secretaria de Relações Institucionais (Serin) em maio de 2021. No comando da pasta, ele foi um dos responsáveis por articular, através de sua boa relação com o vereador licenciado Henrique Carballal (PDT), as chegadas do MDB e de Geraldo Jr. à base de apoio do governo do estado.

 

A tendência é que sua chefe de gabinete na pasta, Elisa Pellegrini, assuma o comando da Serin. Funcionária de carreira do estado, ela foi superintendente de Articulação e Programas Especiais da antiga Secretaria Estadual de Combate à Pobreza (Secomp) durante a gestão de Paulo Souto (UB).

 

O passado de Elisa na gestão de um adversário chegou a gerar desconfianças entre petistas do governo, mas seu trabalho conquistou a confiança do governador Rui Costa (PT). Nos bastidores da Serin, ela é vista como uma “excelente técnica” e uma chefe que “cobra muito”.

 

A outra possibilidade pensada para o lugar de Caetano é o atual chefe de gabinete de Rui, Cícero Monteiro, que já comandou as Relações Institucionais dos governos petistas durante a gestão de Jaques Wagner (PT) em 2014. Ele também já passou pelo comando da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur-BA).

 

MAIS MUDANÇAS
O diretor superintendente da Bahiatursa, Diogo Medrado, também foi exonerado por Rui e deixou o governo da Bahia para auxiliar na coordenação de campanha do pré-candidato ao Palácio de Ondina, Jerônimo Rodrigues (PT) (leia aqui). Em entrevista ao Bahia Notícias nesta sexta-feira (29), Luiz Caetano confirmou que o secretário estadual da Comunicação, André Curvello, é mais um que está conversando para deixar o governo e assumir um lugar na coordenação da campanha de Jerônimo (veja aqui).

 

Curvello já havia sido sondado, em maio deste ano, para assumir o marketing da campanha de Jerônimo, em substituição ao publicitário Sidônio Palmeira, que foi convocado como marqueteiro da pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República.

 

Agora, em julho, com uma insatisfação generalizada entre os governistas provocada pela coordenação difusa em figuras políticas de menos relevância, Curvello voltou a ser procurado, desta vez para ser um dos novos coordenadores da campanha de Jerônimo.

CORTINA E CIA COLCHÕES

O Partido dos Trabalhadores da Bahia homologou em convenção nesta sexta-feira, 29, as candidaturas de Jerônimo Rodrigues, candidato pelo PT ao Governo do Estado, de 27 candidatos a deputados federais e de 30 a deputados estaduais. A convenção da chapa majoritária governista, que além de Jerônimo, terá Geraldo Júnior como candidato a vice-governador e Otto Alencar a senador, e da Federação será realizada neste sábado, 30, às 09 horas, no Parque de Exposições.

Presente na convenção do PT nesta sexta, Jerônimo Rodrigues falou sobre o orgulho de representar o projeto de Lula, Rui Costa e Jaques Wagner na Bahia e se comprometeu a fazer uma gestão comprometida com os anseios da Bahia para que o estado possa dar novos saltos. “O PT vai ter um governador professor, negro, descendente de índio, nascido na roça, de origem pobre, filho de uma costureira e um vaqueiro. Nenhum partido a não ser dos campos da esquerda fazem isso”, destacou Jerônimo, ao falar sobre a importância da implementação de políticas públicas para garantir inclusão e comida na mesa dos baianos. “Como Lula disse, o pobre vai ter que entra no orçamento, a única forma de fazer inclusão”.

O presidente do PT Bahia, Éden Valadares, destacou a empolgação da militância e do orgulho dos integrantes do Partido com a escolha de Jerônimo para representar o projeto do PT no estado. “O nosso partido que você ajudou a construir, a trazer até aqui, Jerônimo, está em um clima de muita positividade, esperança, muita empolgação, mas também de muito orgulho. As pessoas aqui falaram do orgulho que o nosso partido, o seu partido, o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, tem com a sua candidatura e com a pré-campanha que você estava construindo até aqui, e temos certeza da sua vitória no dia 3 de outubro, com a cara do povo da Bahia, com a cara do Partido dos Trabalhadores, com a cara do povo”.

Na convenção, dirigentes nacionais, estaduais e candidatos destacaram a importância da mobilização da população, com o fortalecimento dos comitês populares para eleger Lula presidente do Brasil, ampliando a sua votação na Bahia, eleger Jerônimo governador e aumentar a bancada de deputados estaduais e federais. “Não basta só ganhar, importa sim o jeito que se ganha. É preciso mobilizar as pessoas, nossa turma precisa estar engajada para esse grande desafio que começa hoje com a formalização das candidaturas.

Os dirigentes e candidatos também falaram sobre o impacto nos estados, principalmente na Bahia, do cenário nacional nas eleições, em que há uma forte polarização entre o projeto de desenvolvimento e inclusão do PT, representado pela figura de Lula, e o projeto do atraso, do desemprego, da fome e miséria de Jair Bolsonaro, atual presidente. “Não tem negócio de tanto faz, não é verdade que tanto faz, não é verdade que com Bolsonaro ou Lula a Bahia pode ser a mesa, é fome ou comida no prato, é prosperidade ou desemprego?”, afirmou o presidente do PT Bahia.

*Parlamentares -* Do total de 57 parlamentares cujas candidaturas foram oficializadas, 10 mulheres são postulantes a deputadas estaduais e 10 a federais. A secretária de Mulheres do PT Bahia, Jazian Mota, reafirmou o compromisso do PT com as candidaturas femininas para fortalecer a ocupação dos espaços de poder pelas mulheres. “Vamos nos empenhar para garantir um grande número de companheiras eleitas nesse processo eleitoral porque nós somos maioria na sociedade, mais de 52% da população brasileira e a gente precisa cada vez mais ocupar esses espaços de poder, sobretudo na política, porque se a gente precisa reconstruir o Brasil isso não será possível sem a participação efetiva de nós mulheres”.


Ascom PT Bahia
Fotos: Adriel Francisco

CORTINA E CIA COLCHÕES

Apesar de não ser um nome “fora do radar” ou “surpresa” , o deputado federal Adolfo Viana (PSDB) voltou a ser cotado a ocupar a vaga de vice na chapa de ACM Neto (União), ao governo da Bahia. Segundo informações do Bahia Notícias, a possibilidade de Viana ocupar o espaço tem crescido por conta de um ajuste entre aliados.

De acordo com interlocutores do arco de apoio do ex-prefeito de Salvador, a possibilidade ganhou força após a Neto buscar “realocar” o espaço de Marcelo Nilo (Republicanos), que ainda segue sendo cotado para a vice. Nilo retornaria para a disputa a uma vaga na Câmara de Deputados, ancorado no capital eleitoral do tucano. O PSDB já tinha sinalizado anteriormente o desejo pela vaga.

O ajuste também passaria pela definição do nome para a vice, de acordo com um dos aliados de Neto. O pré-candidato ao governo teria “estreitado” a decisão, apesar de ainda não ter batido o martelo sobre o nome. A previsão é que as definições devam ocorrer apenas na próxima segunda-feira (1º).

Dentro do PSDB, outros nomes chegaram a ser mencionados, entre eles, o do prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB), que acabou não sendo desincompatibilizado. Além dele, o novo nome escolhido pelo partido foi o da vereadora de Salvador, Cris Correia

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) segue como o candidato mais rejeitado pelo eleitorado brasileiro. Dizem que não votariam de forma alguma nele 53% dos ouvidos pelo Datafolha em sua nova pesquisa eleitoral, realizada nesta quarta (27) e quinta-feira (28).

O presidente está em segundo lugar na disputa, com 29% das intenções de voto no primeiro turno. O líder até aqui, o petista Luiz Inácio Lula da Silva (47% de intenções) vem a seguir no ranking dos rejeitados, com 36% dos brasileiros dizendo que nunca votariam nele.

Coincidindo a terceira colocação em intenção de voto (8%) e rejeição (25%) vem o ex-ministro e ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT), veterano de outras três disputas presidenciais (1998, 2002 e 2018).

O Datafolha entrevistou 2.566 eleitores em 183 cidades, e a margem de erro de seu levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou menos. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo. Seu número de registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-01192/2022.

Os três candidatos, com efeito, são os mais conhecidos. Lula é familiar a 98% dos brasileiros e Bolsonaro, a 97%, como seria natural a quem ocupou e ocupa o cargo de presidente. Ciro, que disputou sua primeira eleição em 1982, é nome reconhecido por 86%.

Os índices são todos semelhantes aos da pesquisa anterior feita pelo Datafolha, de 22 e 23 de junho. O mesmo se nota no pelotão dos candidatos que vêm abaixo.

O General Santos Cruz (Podemos), que foi ministro de Bolsonaro e rompeu com o presidente já no começo do governo, tem um caso à parte e pode servir de alerta para os muitos militares que buscam disputar eleição. Ele tem apenas 16% de conhecimento, mas 19% de rejeição.

Empatados com ele, mas numericamente abaixo, vêm os outros candidatos. Vera Lúcia (PSTU) tem 18%. Com 17% estão Pablo Marçal (Pros), Eymael (DC), Luciano Bivar (UB) e Felipe Dávila (Novo). Simone Tebet (MDB), Leonardo Péricles (UP) e Sofia Manzano (PCB) registram 17%. André Janones (Avante), 15%.

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O candidato à presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que, caso vença as eleições, irá mudar a política de formação de preços da Petrobras. A declaração foi feita na manhã desta quarta-feira (27), em entrevista ao Portal Uol.

Durante o encontro, Lula reafirmou que pretende “recuperar a autossuficiência” do Brasil para o refino do petróleo. Além de que tem a pretensão de a transformar em um dos “motores do desenvolvimento nacional”.

“Eu pretendo mudar a política de preços da Petrobras. Eu pretendo fazer com que os preços da Petrobras sejam em função dos custos nacionais, dos gastos nacionais, porque nós produzimos em real, pagamos salário em real”, disse Lula.

“Ou seja, essa história de PPI, de preço internacional, é para agradar aos acionistas em detrimento de 215 milhões de brasileiros. E a gente pode reduzir o preço sim”, completou.

O ex-presidente também citou a descoberta do pré-sal, que ocorreu durante o seu governo, em 2006. Lula comentou que irá investir em infraestrutura para assegurar a autossuficiência em petróleo.

“É importante lembrar que no nosso governo descobrimos o pré-sal e não foi sorte, foi investimento em pesquisa. Foi um desafio que nos colocamos para fazer com que o Brasil fosse definitivamente autossuficiente”, afirmou.

A Petrobras anunciou nesta quarta uma mudança na sua política de preços sobre os combustíveis, mas manteve a paridade com o mercado internacional

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Danilo Dupas vai deixar a presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O anúncio foi feito pelo ministro da Educação Victor Godoy pelas redes sociais.

Godoy publicou que a saída de Dupas “ocorreu por motivos pessoais e a pedido” e agradeceu “por todo o trabalho realizado nesse período, que trouxe avanços importantes para a Autarquia”.

Ainda segundo o ministro, Carlos Moreno será o novo presidente do órgão a partir de 1º de agosto.

“Anuncio que a partir de 1° de agosto o diretor Carlos Moreno será o novo presidente do Inep, respondendo interinamente e garantindo a continuidade dos exames e avaliações fundamentais para toda a sociedade brasileira”. *G1.com

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Como explicar que uma das maiores economias do mundo é capaz de gerar uma situação na qual 33% das brasileiras e brasileiros passam fome e 58% amanhece sem saber se terá assegurado o alimento do dia? Para as organizações, redes e movimentos sociais que compõem a ANA-Articulação Nacional de Agroecologia, esta é uma das perguntas que vai nortear o debate político nas próximas eleições.

A reversão do quadro dramático atual exige um engajamento proativo das candidaturas aos poderes legislativo e executivo nas próximas eleições, conforme a Carta-Compromisso Agroecologia nas Eleições que a ANA está apresentando para aos candidatos, que de imediato recebeu a adesão do deputado estadual Zé Raimundo (PT). “Precisamos fortalecer alternativas de produção de alimentos de forma sustentável e fazer a comida chegar à mesa de todos os brasileiros. E isto exige políticas públicas efetivas, no campo econômico, social e ambiental, como as que chegamos a experimentar nos governos do PT, que podemos ampliar e aperfeiçoar”, justifica o parlamentar.

O documento da ANA remora que, entre os anos de 2003 e 2015, “a sociedade brasileira vivenciou processos ativos de construção e execução compartilhadas de políticas e programas públicos entre organizações da sociedade civil e o estado. Essas iniciativas demonstraram as virtudes da gestão democrática do Estado, inclusive na execução direta das políticas públicas”. E cita entre os exemplos as políticas nacionais de Agroecologia (PNAPO), da Assistências Técnicas (PNATER), os programas 1 Milhão de Cisternas; Uma Terra, Duas Águas (P1+2); Aquisição de Alimentos (PAA); Alimentação Escolar (PNAE); e o Ecoforte- de apoio a redes territoriais de agroecologia e as políticas de produção e distribuição de alimentos da base agroecológica.

Em seus cinco eixos estratégicos a Carta-Compromisso propõe políticas para: Questão Agrária e Urbana e Direitos Territoriais; Enfrentamento da Fome e Promoção da Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional; Ciência Crítica e Cidadã, Educação Pública de Qualidade e Democratização da Comunicação e da Cultura; Participação Democrática e Controle Social na Construção de Políticas Públicas; Promoção da Igualdade de Gênero e Racial e Superação do Colonialismo.

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O MDB deve oficializar, nesta quarta-feira (27), a candidatura de Simone Tebet (MS) à Presidência da República nas eleições deste ano, durante convenção partidária convocada para esta manhã. O nome da senadora provoca um racha interno na sigla.

Mesmo diante das divergências, a expectativa é de que a maioria emedebista avalize o nome da parlamentar. Pela candidatura da advogada, o MDB comprou briga com o PSDB, em vias de se federalizar com o Cidadania. Os tucanos chegaram a lançar o ex-governador de São Paulo João Doria como pré-candidato ao pleito, mas viram o nome do empresário perder força diante de uma crescente rejeição e da baixa performance nas pesquisas pré-eleitorais.

 

Ainda não há uma definição sobre quem será o candidato a vice de Tebet. A tendência, porém, é de que o PSDB confirme o senador Tasso Jereissati (CE) para a chapa.

 

A convenção partidária desta manhã chegou a ter sua realização ameaçada em razão do resultado do racha interno provocado pela falta de consenso em torno da candidatura de Simone Tebet. Isso porque um filiado da legenda recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na tentativa de barrar a reunião, alegando que, por ser realizada virtualmente, não seria possível assegurar o sigilo do voto.

Apesar do pedido, o presidente do TSE, Edson Fachin, indeferiu o apelo de Hugo Wanderley Caju, do MDB de Alagoas

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