Durante pronunciamento na Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), realizada na manhã desta quarta-feira, 23, a vereadora Lúcia Rocha (DEM) destacou a visita que fez ao local onde deveria ser construída a Barragem do Rio Pardo. Ela destacou as possibilidades de desenvolvimento socioeconômico que representa para a Região Sudoeste a construção da barragem. “Muito dinheiro já se foi gasto com estudos e projetos, mas a execução da obra não tem, sequer, data prevista. Até quando teremos que esperar? Até quando teremos que sofrer com esse atraso? Até quando Vitória da Conquista terá que esperar por essa obra, que pode ser o grande passo para o avanço de nossa cidade?”, questionou a vereadora.
Lúcia denunciou a precariedade que se encontra a estrada que liga a BR-116 ao Distrito de Inhobim e a cidade de Encruzilhada. “A via está cheia de buracos, podendo causar graves acidentes. Precisa ser feito também o serviço de roçagem e, por isso, quero chamar a atenção do Governo do Estado para que realize essas melhorias”, afirmou.
A vereadora também cobrou demandas do distrito de São João da Vitória (Batuque). “A comunidade precisa de melhorias urgentes. A localidade sofreu com as fortes chuvas que atingiram a Zona Rural e a avenida principal ficou deteriorada, a praça necessita de revitalização, eles precisam fazer um serviço para melhorar o escoamento da água, com a instalação de novas manilhas, manilhas maiores. Além disso, a quadra poliesportiva necessita de manutenção, são uma série de demandas, onde eu peço ao poder público uma atenção especial”, reivindicou.
A vereadora voltou a cobrar a revitalização do canteiro central da Avenida Francisco Sabino, no Bairro Vila América. “A cratera está gigante, trazendo grandes riscos para a comunidade e, por isso, mais uma vez, chamar a atenção da Secretaria de Infraestrutura”, afirmou. Lúcia cobrou também a revitalização da Praça Zumbi dos Palmares, no Vila América. “Aquela região carece de espaços de lazer, então é importante investir nessas ações naquela localidade”, pontuou.
Lúcia encerrou o pronunciamento agradecendo o carinho que recebeu na final do campeonato do bairro Pedrinhas.
Em pronunciamento na manhã desta quarta-feira, 23, na Sessão Ordinária da Câmara Municipal, o vereador Fernando Vasconcelos (PT) destacou uma reunião que será realizada na manhã de quinta-feira (24), pela Comissão de Intervenções Rodoviárias e Fiscalização de Obras da ViaBahia. “Será uma reunião importante com a participação da Polícia Rodoviária Federal, ANTT, ViaBahia e da Prefeitura Municipal”, disse, convidando a sociedade a participar. A reunião será realizada a partir das 9h, no Salão Paroquial da Igreja Católica São Matheus, localizada na Avenida Gildásio Cairo, no Bairro Miro Cairo.
Outro ponto levantado pelo parlamentar foi em relação aos investimentos do Finisa em bairros periféricos da cidade, a exemplo do Bairro Renato Magalhães: “Até agora, a prefeitura não terminou as obras e aprovamos o Finisa II para todo o bairro”, disse, lembrando que é preciso investimento em obras. “Precisamos olhar com carinho, existem muitos bairros de fora, muitos lugares precisando de atenção, pois foram destruídos com as chuvas”, afirmou.
Finalizou lembrando da situação dos condomínios do Minha Casa, Minha Vida: “Temos batido na tecla sobre o abandono dos condomínios do Minha Casa, Minha Vida, temos que decidir os investimentos que vão trazer benefícios para as comunidades que mais sofrem”, salientou. Jacaré disse ainda que o papel do Legislativo é de acompanhar e fiscalizar. “Esses investimentos quando chegam aqui, temos o papel de debater e questionar como foi feito com o Finisa I e II”, concluiu.
O atual ministro da Casa Civil e presidente nacional licenciado do PP, Ciro Nogueira, vem trabalhando para que, na Bahia, o partido apoie ACM Neto (União Brasil) na candidatura ao governo do estado. A decisão de Ciro prejudica o ministro da Cidadania e aliado do presidente Bolsonaro (PL), João Roma (Republicanos), e coloca em xeque a base aliada atual já que o vice-governador João Leão é do PP.
Além de Leão, muitas lideranças do partido apoiam a manutenção da aliança com Rui Costa (PT), Jaques Wagner (PT) e companhia, mas a cartada final pode vir de Brasília.
A informação é de Igor Gadelha, do site Metrópoles e coloca ‘fogo no parquinho’ em todos os cenários traçados até agora. Inevitável dizer que é mais uma dor de cabeça para o PT, que movimenta o tabuleiro desde a fatídica reunião realizada em São Paulo na semana passada.
Entre as lideranças que ficaram surpresas com a reunião da semana passada em São Paulo, que discutiu a candidatura do governador Rui Costa ao Senado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está a comandante do PSB na Bahia, Lídice da Mata.
Com a decisão de Rui, a solução encontrada para contemplar o tripé formado por PT, PSD e PP, foi mudar o desenho da chapa majoritária governista. O senador Otto Alencar (PSD), que seria candidato à reeleição, seria deslocado para a candidatura ao Palácio de Ondina. Já o PP, a que além de ter João Leão alçado ao cargo de governador por nove meses, por conta da necessidade de renúncia de Rui, ainda indicaria a vice.
Sendo assim, Jaques Wagner (PT) daria continuidade ao seu mandato como senador, o que desagradaria aos socialistas, em especial Lídice. O atual vice-prefeito de Ilheús, Bebeto, é suplente de Wagner, e caso ele se torne governador novamente, o socialista assumiria uma cadeira no Senado.
A análise feita por membros do partido ao Bahia Notícias é de que o nome de Wagner já estava posto e com a campanha tomando corpo, mas a ação de Rui pode colocar muita coisa a perder. A expectativa é de que uma decisão definitiva da candidatura ou não do governador ao Senado possa sair ainda essa semana, embora o próprio petista tenha informado que o anúncio irá acontecer no dia 13 de março
Os presidentes estaduais do PSB, a deputada federal Lídice da Mata, do PCdoB, Davidson Magalhães, e do PT Bahia, Éden Valadares, se reuniram na manhã desta sexta-feira (18) para mais uma rodada de diálogo sobre a possibilidade de constituição de Federação Partidária entre as siglas. Validado pelo Supremo Tribunal Federal por 10 votos a 1, no último dia 09 de fevereiro, o instituto das Federações Partidárias pode ser homologado até o dia 31 de maio pelas legendas.
“Temos avançado muito nesta construção, sobretudo nos diálogos entre o PCdoB, PT e o PV. Com o PSB as tratativas também têm avançado e nossa expectativa é bastante positiva” afirmou Davidson (PCdoB). Para Lídice da Mata, do PSB, é preciso colocar os interesses da democracia brasileira acima de outras questões para a concretização da Federação: “São partidos importantes para esquerda e com muita tradição na política nacional. É natural que encontremos pontos divergentes, mas certamente os elementos de unidade superam essas diferenças”, concluiu.
Petistas, socialistas e comunistas baianos já realizaram uma série de reuniões, encontros e seminários sobre o tema e têm reafirmado seu entusiasmo com a possibilidade de aliança entre os partidos. “Temos uma história de parceria, de longa caminhada de lutas nos parlamentos, nas ruas e em governos. No Governo da Bahia, por exemplo, estes partidos sempre conformaram um núcleo à esquerda de sustentação a Wagner e a Rui, que contribuiu com apoio e elaboração política para nosso projeto”, destacou Éden (PT).
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Ascom PT Bahia
Foto: Divulgação
Em seu discurso de despedida da presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso não poupou críticas ao presidente Jair Bolsonaro e sua postura de desacreditar o sistema eleitoral brasileiro. Ao longo de sua fala, o ministro chegou a destacar que foi uma perda de tempo o debate sobre o voto impresso, proposta defendida pelo mandatário.
“Aqui no Tribunal Superior Eleitoral, procuramos fazer a nossa parte na resistência aos ataques à democracia. Aliás, uma das estratégias das vocações autoritárias em diferentes partes do mundo é procurar desacreditar o processo eleitoral, fazendo acusações falsas e propagando o discurso de que ‘se eu não ganhar houve fraude’. Trata-se de repetição mambembe do que fez Donald Trump nos Estados Unidos, procurando deslegitimar a vitória inequívoca do seu oponente e induzindo multidões a acreditar na mentira”, disse Barroso.
Em seguida, o ministro citou quais foram as reações da Corte eleitoral ao que chamou de “estratégias antidemocráticas” e disse que, “para além dos pronunciamentos incisivos” que ele e outros ministros fizeram, houve uma “série de medidas concretas” por parte do Tribunal. Foi nesse contexto que falou de Bolsonaro.
Assista:
O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a atacar os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes, nesta quarta-feira (16), ao dizer que eles “se comportam como adolescentes”, e que querem eleger Lula para a Presidência. As informações são da Folha e do Estadão Conteúdo.
Nós vemos que exatamente alguns do Supremo, a minoria do Supremo, é que age na contramão da nossa Constituição. E ali a mensagem clara que fica é que eles têm partido político. Não querem o Bolsonaro lá e querem o outro, que esteve há pouco tempo no xadrez, no xilindró”, disse Bolsonaro em entrevista à Jovem Pan.
A recente declaração do pastor evangélico Silas Malafaia, que afirma que o eleitorado evangélico não vota nem em Lula e nem em Sergio Moro para Presidente da República, contradiz sua posição assumida em 2006, quando apoiou ativamente a reeleição do petista. A amarga relação entre o Silas e o PT é, na realidade, fruto de um jogo constante de casamentos – tanto com a direita quanto com a esquerda, e divórcios políticos em busca de maior autoridade, que marcam um longo jogo eleitoral praticado pelo pastor em busca de poder.
O casamento de Malafaia com o PT não começou em 2006, mas em 2002, quando o partido procurou articular com lideranças evangélicas para conseguir apoio em sua campanha. Silas Malafaia se tornou ávido defensor do governo Lula, sendo recompensado em 2003 com um posto no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, junto ao pastor Nilson Fanini.
Durante a Sessão Ordinária desta sexta-feira, 4, o presidente da Câmara Municipal, Luís Carlos Dudé (MDB), destacou a questão das águas pluviais no município de Vitória da Conquista e ressaltou a estrutura geográfica do município que se compõe em formato de bacia e, neste sentido, é propício para os alagamentos de ruas e avenidas durante o período de chuvas, em especial, nas regiões de Lagoa das Flores e Choça, por exemplo.
O edil exemplificou a situação da cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro, onde mais de 100 pessoas já perderam as vidas por conta dos desmoronamentos em decorrência da falta de estrutura, após as chuvas que acontecem no local.
“Isto é resultado da falta de comprometimento politico, por não fazerem aquilo que deveria ser feito; no caso de Petrópolis, o aviso foi dado em 2011”, disse. Dudé exemplificou ainda alguns problemas que já ocorreram em Vitória da Conquista em decorrência das chuvas e questionou: “cadê o comprometimento politico para melhorar a vida das pessoas neste sentido?”.
O presidente falou ainda sobre os custos para uma obra efetiva em Vitória da Conquista, que combata as inundações no período de chuvas, o que, no seu ponto de vista, deve custar cerca de R$ 250 milhões de reais, Para isso, é importante, citou ele, a “boa vontade política”. Ele relatou obras realizadas pelo ex-deputado federal Coriolano Sales. “É preciso vontade política para fazer, nós sabemos que Vitória da Conquista tem crescido pela força do seu povo”, finalizou.