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A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) vai assinar o manifesto em defesa da democracia e contra os arroubos autoritários de Jair Bolsonaro, que está sendo organizado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

A iniciativa foi apresentada pelo presidente da Fiesp, Josué Gomes, e aprovada pela diretoria da entidade durante reunião nessa segunda-feira (25), segundo o jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com relatos dos participantes, o empresário foi aplaudido pelos presentes ao anunciar que participaria, inclusive, da divulgação do ato que será realizado no dia 11 de agosto, pela defesa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do resultado das eleições deste ano.

Ao ratificar o compromisso com a defesa da democracia, a Fiesp se distancia de Jair Bolsonaro e na prática declara apoio ao ex-presidente Lula, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto e pode vencer as eleições em primeiro turno.

O texto será intitulado “Em defesa da democracia” e deve ser publicado nos principais jornais do País, com assinatura de entidades da sociedade civil, como a Comissão Arns, e do empresariado, como a Fiesp. Há expectativa de que a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib) também assine o texto. O conteúdo é semelhante ao da nova carta aos brasileiros, mas em tom mais contido.

A Faculdade de Direito da USP irá divulgar nesta terça-feira, às 17h, a lista dos signatários à carta aos brasileiros. Entre os nomes que assinaram o texto estão o de Roberto Setubal e Cândido Bracher (Itaú Unibanco), representantes da indústria como Walter Schalka (Suzano) e de empresas de bens de consumo como Pedro Passos e Guilherme Leal (Natura), entre outros empresários, advogados, jornalistas e intelectuais. Dez ex-ministros do STF também assinam o texto.

CORTINA E CIA COLCHÕES

A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) divulgou hoje (26) um manifesto em defesa da democracia e do sistema eleitoral brasileiro. Sem citar nomes, o documento denuncia que o Brasil passa “por um momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições” e critica “os ataques infundados e desacompanhados de provas” que questionam o resultado das eleições.

“São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional”, diz trecho do documento, que foi publicado no site da Faculdade de Direito.

Chamado de Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito!, o manifesto foi assinado por banqueiros, empresários, economistas, artistas, políticos, escritores, jogadores de futebol, ex-ministros, professores da USP e advogados. Entre os que assinam a carta estão ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como Carlos Ayres Britto, Carlos Velloso, Celso de Mello, Cezar Peluso, Ellen Gracie, Eros Grau, Marco Aurélio Mello, Sepúlveda Pertence e Sydney Sanches.

Na noite de hoje, a carta já continha 110 páginas, com mais de 3 mil assinaturas, que devem ainda aumentar já que a USP continua coletando signatários.

O documento será lido no dia 11 de agosto pelo ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello em evento marcado para acontecer no Pátio das Arcadas do Largo São Francisco, às 11h, mesmo espaço onde, em 1977, o jurista e professor Goffredo da Silva Telles Jr. marcou a luta contra a ditadura militar lendo a Carta aos Brasileiros.

O documento divulgado hoje faz uma comparação entre as eleições brasileiras e as que ocorreram recentemente nos Estados Unidos e declara que “tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições” foram resultados de “desvarios autoritários” que não tiveram êxito por lá e não terão no Brasil.

“No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições”, diz outro trecho do documento.

Após a divulgação do manifesto, o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, (PP-PI) escreveu no Twitter que a carta ataca o presidente da República, Jair Bolsonaro. E criticou o teor do documento. “Presidente Jair Bolsonaro, sabe por que os banqueiros hoje podem assinar cartas, inclusive contra o presidente da República, ao invés de se calarem com medo dos congelamentos de câmbio passados?”.

Para o ministro, o Pix, sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central, pode ter colocado os banqueiros contra o atual governo porque tirou deles o lucro com tarifas de transferências bancárias. “O Banco Central independente coloca em prática o PIX, que por ano transferiu mais de R$ 30, R$ 40 bilhões de tarifas que os bancos ganhavam a cada transferência bancária e hoje é de graça”.

“Agora, graças ao senhor, o Banco Central não obedece ao presidente. É independente. E agora os banqueiros podem até assinar manifestos contra o presidente pois sabem que não serão perseguidos”, disse Nogueira.

Edição: Bruna Saniele
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Uma nova rodada de pesquisa, encomendada pelo BTG Pactual e realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, e divulgada nesta segunda-feira (25), coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na dianteira na corrida pelo Palácio do Planalto. No cenário espontâneo para presidente, Lula soma 40% e é seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), que tem 30%. Ciro Gomes é o terceiro na preferência do eleitorado, e aparece com 3%. Simone Tebet não pontuou e “outros” candidatos somaram, junto, 2%. Não sabe ou não respondeu representa 15% e brancos e nulos 4%. Outros 6% responderam que não votariam.

A pesquisa traz outro cenário, na intenção de voto estimulada. Lula também lidera com 44%. Jair Bolsonaro tem 31%; Ciro Gomes 9%; Simone Tebet 2%; André Janones 2% e Pablo Marçal 1%. Felipe D’ávila, Eymael, Vera Lúcia, Sofia Manzano, Luciano Bivar e Leonardo Péricles não pontuaram. Nenhum representa 5%, brancos e nulos 2% e não respondeu ou não sabia 3%.

O levantamento aponta, ainda, um eventual segundo turno entre Jair Bolsonaro e Lula. O ex-presidente leva vantagem e tem a preferência de 54% do eleitorado, contra 36% de Bolsonaro. Nenhum soma 4%, branco/nulo 3% e não sabe ou não respondeu 2%.

Para o levantamento foram ouvidos 2.000 eleitores entre os dias 22 e 24 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-05938/2022.

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O Partido Liberal (PL) anunciou oficialmente Jair Bolsonaro (RJ) como candidato à reeleição à Presidência da República, na manhã deste domingo (24), em evento com ataque ao Supremo Tribunal Federal (STF) e discurso da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

A convenção foi realizada no Maracanãzinho, na Zona Norte do Rio, e o resultado da aprovação da candidatura, após votação virtual, foi divulgado no ginásio às 11h17. O general Walter Braga Netto também foi confirmado como vice da chapa.

Bolsonaro subiu ao palco ao lado de Michelle e, às 11h30, pegou o microfone. Após citar uma curta passagem bíblica sobre o valor da “mulher virtuosa”, deu a palavra para Michelle abrir os discursos.

Em uma fala de 13 minutos marcada pelo tom religioso, Michelle fez agradecimentos, falou sobre patriotismo e elogiou o marido. A primeira-dama também lembrou o episódio da facada sofrida por Bolsonaro na campanha de 2018.

“Vocês estão aqui apoiando um projeto de libertação da nação (…) Quando eu cheguei na Santa Casa e vi meu marido na maca, eu olhei para o teto do hospital e falei ‘o senhor tem controle de todas as coisas’. (…) Essa nação é rica, é próspera. Ela só foi mal administrada. Deus ama essa nação”, disse.

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Faleceu agora há pouco o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes de Oliveira aos 83 anos. Ele estava internado no Hospital Aliança em Salvador há pouco mais de uma semana tratando de uma infecção.

Nas últimas horas, o quadro se agravou, e o ex-prefeito precisou ser submetido a uma intervenção cirúrgica para conter o avanço de uma bactéria e teve uma perna amputada.

No final da tarde deste domingo, a notícia que ninguém gostaria de receber, a perda do maior líder político que a cidade já conheceu.

Segundo informações, o corpo deverá ser trazido para Itabuna para ser velado no Teatro Cândinha Dórea, última grande obra de Fernando.

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A Bahia tem 11.291.528 pessoas aptas para votarem nas eleições de novembro deste ano, de acordo com dados divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). Dos aptos, pelo menos 1.994.699 são eleitores de voto facultativo. O voto é facultativo para os jovens de 16 e 17 anos, para pessoas acima dos 70 anos e para os analfabetos. Nos registros da plataforma do TRE em 2022, o número de pessoas com 70 anos ou mais é de 1.043.451, enquanto o de menores de 18 anos é de 177.548.

Além disso, há 773.700 analfabetos registrados no sistema que estão aptos para a eleição deste ano.

Nas eleições de 2022, o total de eleitores registrados em todo Brasil que não são obrigados a votar é de 20,9 milhões, o que representa 13,4% do eleitorado total. Em 2018, foram 17,8 milhões com voto opcional, o equivalente a 12,1% do total . O percentual deste ano é o maior registrado em eleições nacionais desde 2002, quando foi de 13,5%.

m 2018, a Bahia tinha 811.177 eleitores acima de 70 anos e 104.674 entre 16 e 17. Naquela eleição, o número de analfabetos registrado era de 785.596.

Ou seja, em quatro anos, o estado passou de 1.701.447 para 1.994.699. O aumento registrado é de cerca de 15%.

Outra informação divulgada pelo TRE é a quantidade de votantes aptos nas cidades do estado. Em Salvador, 1.983.198 pessoas, sendo 1.098.390 mulheres e 884.808, poderão participar das eleições de novembro.

Confira outras cidades:

  • Feira de Santana – 424.520
  • Vitória da Conquista – 250.908
  • Lauro de Freitas – 156.584
  • Camaçari – 191.507
  • Barreiras – 103.075
  • Luís Eduardo Magalhães – 70.016
  • Ilhéus – 128.420
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PROS e o PMB vão oficializar apoio às pré-candidaturas de João Roma (PL) ao governo da Bahia, e de Raíssa Soares (PL), ao Senado. Segundo informações divulgadas pela assessoria de Roma, os presidentes estaduais das duas legendas vão ratificar o apoio na Convenção Estadual do PL Bahia, na Avenida Juracy Magalhães Jr., na manhã desta sexta-feira (22).

A previsão é que o presidente do PL na Bahia, Vítor Azevedo, dê início a convenção às 08:22 para oficializar a chapa majoritária com João Roma para o Governo da Bahia e Dra. Raíssa para o Senado, além de 40 candidaturas para deputado estadual e 30 para deputado federal.

Durante o evento será anunciado o nome do candidato ou candidata à vice de João Roma.

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Palco de acalorados debates, o Partido dos Trabalhadores adotou rito protocolar para referendar a chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) à Presidência nas eleições de outubro. Sem a participação de Lula e em votação virtual, o PT referendou, nesta quarta-feira (20), a indicação do ex-governador de São Paulo para a vice na chapa.
Nesta quinta (21), a convenção nacional da sigla se limitará a uma reunião da executiva nacional do partido. Depois dela, ocorrerá a convenção da federação entre os partidos PT, PC do B e PV, composta por 18 integrantes. Lula também não comparecerá –ele cumpre agendas em Pernambuco.
O roteiro destoa da convenção de 2002, quando a homologação da chapa Lula-José Alencar contou com a participação de cerca de duas mil pessoas. Filiado ao PL, José Alencar chegou a ser vaiado por militantes contrários à aliança.
Orçado em 160 mil, o evento de 20 anos atrás foi organizado pelo publicitário Duda Mendonça, em um centro de convenções de São Paulo. Lula discursou por cerca de 50 minutos.
Nesta quinta-feira, a convenção petista deverá durar cerca de duas horas, em um hotel do centro de São Paulo. O partido deverá deixar uma brecha para eventuais alianças de última hora.
O ex-presidente prestigiará a convenção nacional do PSB, no próximo dia 29, que aprovará a escolha de Alckmin para a vice.
No encontro desta quarta, os delegados do PT se manifestaram sobre o seguinte texto: “O 16º Encontro Nacional referenda as decisões do diretório nacional sobre política de alianças, a candidatura de Lula para presidente, Alckmin para vice-presidente e delega para a direção nacional os demais encaminhamentos com relação às eleições de 2022”.
Dos 800 delegados que estavam inscritos para participar do encontro nacional do PT, compareceram 635. Desse total, 599 votaram pela indicação da chapa, 34 contrários e 2 abstenções.
O encontro endossou a política de alianças definida pelo diretório nacional do partido em reunião em abril, que por 68 votos a favor e 16 contrários aprovou a indicação do ex-tucano.
Os participantes podiam registrar suas opiniões em chat da plataforma virtual. Não cabiam emendas ao texto.
Integrante da corrente interna Articulação de Esquerda e um dos críticos da indicação de Alckmin, Valter Pomar, se manifestou afirmando que o encontro realizado é “pró-forma”, onde os delegados “além de ouvir discursos, se limitarão a homologar uma resolução aprovada” pelo diretório da legenda.
Ainda nesta quarta, o PT aprovou uma resolução sobre o momento atual do Brasil.
No texto, a legenda faz críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e afirma que irá responder “aos ataques do bolsonarismo, à escalada da violência política e do discurso de ódio” com presença da campanha nas ruas, nas redes e nos comícios de Lula.
“Bolsonaro deixa cada vez mais claro que não é apenas um adversário eleitoral, mas um inimigo da democracia e das liberdades, que planeja manter-se no poder, mesmo que isso custe quebrar o país, pela inviabilização fisiológica dos orçamentos públicos, rasgar a Constituição, agredir as instituições e romper o Estado democrático de Direito”, diz o texto.
A resolução diz também que o “mundo assistiu estarrecido” à reunião de Bolsonaro com embaixadores estrangeiros no Palácio do Alvorada na última segunda (18).
Na reunião, o presidente repetiu da conspiração sobre urnas eletrônicas, desacreditou o sistema eleitoral, promoveu novas ameaças golpistas e atacou ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
Três dias depois de Lula se reunir com dirigentes do MDB, a resolução divulgada pelo PT afirma que um golpe sofrido pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) –atribuído ao emedebista Michel Temer– interrompeu um ciclo de avanços econômicos e sociais.
O texto critica ainda a privatização da Eletrobrás, o desmatamento da Amazônica e “crimes contra o meio ambiente e quem os denuncia”, citando o assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips.
O documento também cita o assassinato do petista Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu (Paraná), e afirma que o crime é “mais um atentado bolsonarista”.

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Sem a presença do candidato, que cumpre um roteiro de pré-campanha em Pernambuco, a federação partidária Brasil da Esperança — formada por PT, PC do B e PV — formaliza nesta quinta-feira (21) a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (SP) a presidente da República.

Será a sexta tentativa de Lula de chegar à Presidência — nas outras cinco, foi derrotado em três (1989, 1994 e 1998) e venceu em duas (2002 e 2006). Na última, disputou o segundo turno contra o atual companheiro de chapa, o ex-governador Geraldo Alckmin, então no PSDB e hoje no PSB.

Lula será o primeiro candidato a presidente de uma federação partidária. A modalidade de aliança, criada em 2021, consiste na união de dois ou mais partidos que, de acordo com a legislação, têm de atuar juntos — como se fossem um único partido — por pelo menos quatro anos.

Nesta quinta, PT e PV realizam as próprias convenções — o PC do B fez na véspera. Logo após os encontros de PT e PV, os três partidos se reúnem para a convenção da federação, no mesmo local onde ocorrerá o encontro do PT, em um hotel no centro de São Paulo.

“Como o presidente vai estar em Pernambuco, vamos fazer um encontro protocolar. A decisão já é conhecida de todos — a chapa e a coligação com os outros partidos”, explicou a presidente do partido, Gleisi Hoffmann.

O calendário estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê o período entre 20 de julho e 5 de agosto para a realização das convenções partidárias. Após os encontros, os partidos estão aptos a registrar a candidatura no TSE – último passo para a oficialização do candidato, que se encerra em 15 de agosto. *G1.com

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O presidente da Câmara de Vereadores, vereador Luis Carlos Dudé (MDB), se reuniu com a imprensa conquistense, para apresentar um balanço das atividades do Legislativo Municipal no primeiro semestre de 2022. De acordo com Dudé, o balanço foi positivo em relação as atividades realizadas pelo legislativo.

Para o segundo semestre, garante Dudé, existem diversas metas que deverão ser alcançadas, entre eles, a reforma do prédio da Câmara,os debates da Lei Orçamentária Anual (LOA) e também do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU).

Nossa equipe conversou com o presidente que detalha as ações do legislativo conquistense para o 2022.2

Ouça na íntegra:

 

CORTINA E CIA COLCHÕES