O presidente eleito Jair Bolsonaro cumprirá agenda nesta quarta-feira (14) em Brasília e em seguida voltará para o Rio de Janeiro, onde reside.
Amanhã, às 10h, o presidente eleito recebe os embaixadores do Chile, dos Emirados Árabes Unidos, da França e do Reino Unido, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
Ao meio-dia, no mesmo local, Bolsonaro tem uma reunião com os governadores eleitos e reeleitos em outubro.
Às 14h, também no CCBB, o presidente eleito despacha com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.
Nesta terça-feira (13), Jair Bolsonaro visitou a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber.Ele fez também visitas aos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Superior Tribunal Militar (STM). Na visita ao TST, o presidente eleito disse que a estrutura do Ministério do Trabalho seria absorvida por outra pasta, mas não indicou qual.Porém, ao deixar o STM, Bolsonaro informou aos jornalistas que a pasta do Trabalho será mantida com o status de ministério. “Vai continuar com o status de ministério, não vai ser secretaria”, disse o presidente eleito.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será interrogado novamente na Operação Lava Jato. O depoimento está marcado para às 14h de quarta-feira (14), na sede da Justiça Federal, no bairro Ahú, em Curitiba.
Com a saída do juiz federal Sergio Moro, Lula será interrogada pela juíza substituta Gabriela Hardt, que ficou responsável temporariamente pelos processos da Operação Lava Jato. O depoimento desta quarta-feira está relacionado à ação penal em que Lula é acusado de receber propina por meio de obras em um sítio em Atibaia, em São Paulo.
Os investimentos foram feitos pela Odebrecht, OAS e pelo pecuarista José Carlos Bumlai, que também presta depoimento na quarta-feira. Nesta terça-feira (13) estão marcados outros depoimentos: os de Rogério Pimentel, Roberto Teixeira e Fernando Bittar.
Lula está preso desde o dia 7 de abril em Curitiba, na Superintendência da Polícia Federal. O ex-presidente foi condenado a 12 anos e um mês de prisão no caso do triplex do Guarujá (SP). Esta será a primeira vez que ele deixará o prédio desde a prisão.
O vice-governador da Bahia, João Leão (PP), vai se reunir, amanhã (14), com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Além dele, outros 17 gestores estaduais vão participar do encontro que vai acontecer no Centro Internacional de Convenções de Brasília.
Leão está como governador em exercício, já que Rui Costa (PT) embarcou para uma missão na Europa e só retorna na próxima sexta-feira (16), segundo a assessoria de comunicação do governo. De acordo com os organizadores, a reunião será um “encontro de aproximação”.
Confirmam presença os governadores do Acre, Gladon Cameli; Amapá, Waldez Góes; Amazonas, Wilson Lima; Distrito Federal, Ibaneis Rocha; de Goiás, Ronaldo Caiado; Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; Minas Gerais, Romeu Zema; Mato Grosso, Mauro Mendes; do Pará, Helder Barbalho; Paraná, Ratinho Júnior; Rio de Janeiro, Wilson Witzel; Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra; Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; de Roraima, Antonio Denarium; Santa Catarina, Coronel Carlos Moisés da Silva; São Paulo, João Doria; e do Tocantins, Mauro Carlesse.
O presidente eleito Jair Bolsonaro desembarca nesta terça-feira (13) em Brasília para dois dias de reuniões. Ele pretende ir ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde a equipe do governo de transição trabalha. Os grupos temáticos voltam a se reunir hoje e amanhã (14).
Pela manhã, o presidente eleito deve se reunir com a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), confirmada para o Ministério da Agricultura. Ficou para hoje o encontro que definirá o perfil da pasta, se o ministério englobará agricultura familiar e pesca, por exemplo.
À tarde Bolsonaro terá três audiências. Às 13h, será com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber. Às 14h30, ele será recebido pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), João Batista Brito Pereira. Às 16h, conversa com o presidente do Superior Tribunal Militar (STM), José Coelho Ferreira.
Na quarta-feira (14), o presidente eleito afirmou que pretende ir ao Congresso Nacional. Ele confirmou que “vai tomar um café” com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e “apertar a mão” de colegas no Congresso Nacional.
Ontem (12), Bolsonaro afirmou que cogita o nome do médico e deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para ser ministro da Saúde. Ambos conversaram, no Rio de Janeiro, e a definição pode ser anunciada esta semana.
Também para esta semana são esperados os nomes dos futuros ministros da Defesa, de Relações Exteriores e do Meio Ambiente.
Bolsonaro reconheceu que há dificuldades em aprovar mudanças na Previdência ainda este ano. Segundo o presidente eleito, a análise é do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. Ao conversar com jornalistas no Rio de Janeiro, ele disse que a reforma da Previdência aprovada negociada até o momento não era a ideal.
Depois, em Brasília, o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmou que a reforma da Previdência ficará para 2019.
É aguardada para amanhã a presença de Bolsonaro no encontro de governadores em Brasília. Dos 27 eleitos e reeleitos, 18 incluindo vice-governadores confirmaram presença. O encontro é organizado pelo governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), com apoio dos governadores eleitos de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).
Segundo os organizadores, a ideia é que seja um “encontro de aproximação”. Os anfitriões ainda aguardam a confirmação do futuro presidente. Além de Bolsonaro, deverão participar do evento os futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. A palavra também será aberta aos futuros governadores.
O presidente eleito Jair Bolsonaro reconheceu nesta segunda-feira (12) a dificuldade para aprovar a reforma da Previdência ainda este ano.
Segundo ele, a avaliação foi feita pelo economista Paulo Guedes, que assumirá o superministério da Economia e que está à frente das principais negociações sobre o tema. Bolsonaro e Guedes se reuniram nesta segunda-feira no Rio de Janeiro.
“Ele [Paulo Guedes] está achando que dificilmente aprova alguma coisa este ano”, afirmou. “Não é esta a reforma que eu quero”, acrescentou o presidente eleito, confirmando que vai tomar café com o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) para conversar sobre o assunto.
Também informou que vai “apertar a mão” dos colegas do Congresso Nacional.
Para Bolsonaro, a reforma deve começar pelo setor público, considerado por ele deficitário. Também criticou uma reforma baseada apenas em cálculos e números. De acordo com ele, é importante observar os dados com o “coração”.
“Tem de olhar os números e o social também”, disse o presidente eleito. “É complicado, mas você tem de ter o coração nessa reforma”, acrescentou. “Olhar os números de forma fria, qualquer um faz, nós não queremos isso.”
Bolsonaro criticou, segundo a Agência Brasil, a existência de aposentadorias acima do teto constitucional, no setor público, que fixa como limite o salário dos ministros dos tribunais superiores (R$ 33,7 mil). “[Há] aposentadorias que estão aí até acima do teto, excessos de privilégios”, disse. “Tem que começar com a Previdência pública.”
O presidente eleito conversou com a imprensa ao sair de casa hoje, na Barra da Tijuca, para novamente ir à agência do Banco do Brasil sacar dinheiro. Foi a terceira vez que Bolsonaro saiu nos últimos dias para ir ao banco.
A Assembleia Legislativa da Bahia recorreu da decisão do Tribunal de Justiça do estado que suspendeu o edital de concurso divulgado pela AL-BA.
A suspensão foi publicada no dia 1º deste mês e a Assembleia recorreu junto ao Superior Tribunal de Justiça.
Em nota publicada nas redes sociais, a AL-BA esclareceu que a Procuradoria Geral da Casa argumentou, em pedido feito ao STJ, que a decisão do TJ-BA não pode ser cumprida, porque a Justiça impõe nomeação de candidatos de um processo seletivo que expirou em 3 de julho deste ano.
O concurso da Assembleia Legislativa da Bahia contava com 123 vagas disponíveis e salários de até R$ 4,8 mil.
O presidente eleito Jair Bolsonaro desembarca esta semana em Brasília para intensificar a agenda de transição. Na lista de prioridades estão pontos específicos da reforma da Previdência e a definição de pelo menos quatro nomes para as áreas de Meio Ambiente, Defesa, Saúde e Relações Exteriores. Bolsonaro também tem reunião marcada com a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), confirmada para o Ministério da Agricultura.
Tereza Cristina avisou que para ela é fundamental adotar medidas para proteger os produtores rurais e frear o que chama de “indústria de multas”. Bolsonaro indicou que pretende limitar as demarcações de terras indígenas.
Há três dias, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que pretendia definir esta semana os nomes para os ministérios do Meio Ambiente, da Saúde, da Defesa e das Relações Exteriores. Ele reconheceu dificuldades para escolher o titular da Educação.
A equipe de Bolsonaro quer aprovar algumas medidas da reforma da Previdência. Na semana passada, o presidente eleito recebeu uma série de propostas, mas disse não ter definido ainda quais vai levar adiante. Ele negou a possibilidade de elevar para 40 anos o período mínimo de contribuição para o recebimento integral da aposentadoria.
O presidente eleito também rechaçou a proposta de aumentar de 11% para 22% a alíquota do INSS. Bolsonaro destacou que a Previdência do setor público é a mais deficitária e precisa ser revista.
Em mais de uma ocasião, Bolsonaro disse que não quer ver o Brasil “transformado” em uma Grécia – onde os contribuintes tiveram que aumentar o pagamento do desconto linear para 30%, segundo Bolsonaro.
Bolsonaro afirmou ainda que, se fosse o presidente Michel Temer, vetaria o reajuste de 16% sobre o salário dos magistrados e da Procuradoria-Geral da República com base na Lei de Responsabilidade Fiscal. O reajuste foi considerado “inoportuno” por Bolsonaro, entretanto o Senado aprovou o aumento.
A afirmação de Bolsonaro foi feita no último dia 10 à Rede Record de Televisão e a gravação foi publicada nas redes sociais de Bolsonaro. Com informações da Agência Brasil.
O PT quer que o ex-candidato a presidente da República, Fernando Haddad, rode o país para fortalecer o partido para as eleições municipais de 2020.
Segundo a Coluna do Estadão, a cúpula da sigla defende que Haddad percorra todos os estados com o discurso de defesa dos direitos humanos e contra retrocessos.
Também derrotado na eleição presidencial, Ciro Gomes (PDT) está de malas prontas para percorrer o Brasil. Presidente do partido, Carlos Lupi diz que o pedetista vai aproveitar a onda pró-Ciro para aumentar o número de filiados jovens da sigla.
Briga de Brunos
O clima nos corredores do Palácio Thomé de Souza não anda nada bom com os atraques entre o vice-prefeito, Bruno Reis, e o secretário de Educação, Bruno Barral. O motivo, dizem aliados, são as licitações da merenda e do transporte escolar. Queda de braço das boas.
Será que entra?
O trade, políticos e todos os santos da Bahia rezam para que o Turismo não volte para o grupo do PSB. Nos governos Wagner, a legenda comandada por Lídice da Mata mandou e desmandou no setor. Nada funcionou direito e o resultado é esse que está aí: desolador e muita dor de cabeça.
Será que sai?
Nome cotado para deixar o primeiro escalão do governo Rui é o de José Alves, comandante do Turismo. Indicado do PR, partido que minguou nessa eleição, Alves está de malas prontas. Além dele, deve pegar o caminho de casa o presidente da Prodeb, Samuel Araújo.
Novo ninho?
A chegada de Jair Bolsonaro (PSL) ao poder deve renovar a lista de “amigos” dele na política. Um dos primeiros a aparecer para o novo todo poderoso da República é o deputado baiano Antonio Imbassahy (PSDB). Na primeira visita de Bolsonaro ao Congresso, Imbassahy bateu ponto.
“Muy amigos”
Não convide o prefeito ACM Neto (DEM) e Imbassahy para o mesmo lugar. O motivo da briga não poderia ser outro: a eleição. Aliados do ex-prefeito dizem que ele credita a derrota ao atual comandante da capital. Viu João Roma (PRB) levar os votos de Imbassahy e nada fez.
Confusão à vista
Todos os deputados concordam que a briga pela presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) vai ser feia. A disputa entre os aliados do governador Rui Costa vai ser vitaminada pela escassez de benesses do novo governo federal. Agora é cada um por si.
Amor, I love you
Todos os auxiliares do prefeito ACM Neto já sabem: ele está de coração ocupado. A informação só não pipocou ainda na imprensa pelo tom mais discreto que o democrata tem adotado nessa nova relação. Depois dos últimos términos, Neto está com medo de ficar com fama de namorador.
Do Metro1
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (8), uma operação para prender 10 deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Três deles já estão presos.
Os agentes da PF também vão cumprir outros 12 mandados de prisão expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
A ação batizada de Furna da Onça é um desdobramento da Operação Cadeia Velha, que prendeu o então presidente da Casa Legislativa, Jorge Picciani.
Os investigadores apontam que os políticos participaram de um esquema de compra de votos com dinheiro de propina e distribuição de cargos iniciado no primeiro governo de Sérgio Cabral, em 2007. O esquema é mantido até hoje, segundo a PF.