Proprietários de vans ocuparam nesta quarta-feira (7) a prefeitura de Vitória da Conquista, no sudoeste, contra apreensões dos veículos. Os “vanzeiros”, como são chamados, declaram uma espécie de quebra de acordo feita com o prefeito Herzem Gusmão (MDB).
Segundo o Blog do Anderson, cerca de 40 pessoas participaram do ato. Os manifestantes se queixam de uma promessa de regularização das vans que teria sido feita pelo então candidato a prefeito Herzem Gusmão nas eleições de 2016. O combinado também implicaria no fim das blitze de fiscalização das vans. Segundo informações, o serviço de vans é considerado clandestino e foi declarado como ilegal. Um vídeo que circula na cidade mostra Herzem em uma reunião com vanzeiros, prometendo o fim das apreensões.
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Um almoço por volta das 12h30 de hoje (quarta-feira) sacramentou a vitória do vereador Luciano Gomes (PR) para a presidência da Câmara de Vereadores.
No restaurante Arapuca estavam 13 edis que fecharam questão com o ‘corre trecho’ da Limeira. São eles, além, é claro, do próprio Luciano: Denis do Gás, Álvaro Pithon, Cícero Custódio, Fernando Jacaré, Luis Carlos Dudé, Osmário Lacerda, Lúcia Rocha, Jorge Bezerra, Gilmar Ferraz, Adinilson Pereira, Valdemir Dias e Viviane Sampaio. Ainda de acordo com o Blog do Rodrigo Ferraz, o Pastor Sidney Oliveira, que teria declarado apoio a Luciano, não participou do almoço. O motivo não foi divulgado.
Depois de chegar em Brasília (DF), nesta terça-feira (6), pela primeira vez como presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) participará de reuniões com os ministros dos tribunais superiores, nesta manhã (7), e com o presidente Michel Temer, à tarde.
Bolsonaro conversará, primeiro, com o presidente do Supremo Tribuna Federal (STF), ministro Dias Toffoli. Na sessão de ontem, no Congresso Nacional, em homenagem aos 30 anos da Constituição Federal, eles trocaram cochichos.
O chefe do Supremo, que já vinha defendendo que o momento era de “ouvir” as propostas de Bolsonaro, disse em seu discurso acreditar que o capitão reformado cumprirá a Constituição.
Após o encontro com Toffoli, Bolsonaro almoça com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha. Depois, será a vez de Temer, em reunião no Palácio do Planalto.
A expectativa é de que a reforma da Previdência seja a pauta principal. Nesta terça, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu que “uma parcela” do texto que já tramita na Câmara dos Deputados seja aprovada ainda este ano. O presidente eleito retorna ao Rio de Janeiro amanhã (8).
O deputado federal Antonio Imbassahy, que não conseguiu ser reeleito, visitou, ontem, o governador eleito de São Paulo, João Doria, após rumores de que deixaria o PSDB para migrar para o PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro.
Imbassahy estava acompanhado dos deputados estaduais eleitos do PSDB, Paulo Câmara, Marcell Moraes e David Rios. Com o enfraquecimento dos medalhões da sigla, especula-se que Doria pode assumir o comando do partido, que hoje é presidio pelo ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que perdeu a disputa presidencial neste ano.
Em uma postagem na rede social Instagram, Imbassahy se mostrou a favor de que o PSDB apoie o governo de Bolsonaro. A proposta é defendida por Doria. “Reafirmamos a nossa posição de apoio a Bolsonaro notadamente na geração de emprego e combate ao crime. Houve uma convergência total para que o PSDB assuma uma postura clara sem hesitações perante a população brasileira”, escreveu.
Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, o ninho tucano está divido. Por enquanto, 15 dos 29 deputados eleitos e três dos 8 senadores pretendem integrar a base de apoio do governo Bolsonaro.
No dia 22 de outuburo, a Executiva nacional do PSDB se reúne para discutir o calendário de convenções. Aliados de dizem que haverá pressão para que a troca do comando do partido seja antecipada.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (6), duas operações para combater organizações criminosas especializadas em fraudes a licitações e desvio de recursos públicos que atuam em municípios do sul da Bahia.
Segundo a PF, os valores repassados pelas prefeituras às empresas investigadas entre 2015 e 2017 chegam a R$ 34 milhões. As operações batizadas de “Sombra e Escuridão” e “Elymas Magus” cumprem 13 mandados de prisão preventiva e 50 mandados de busca nas cidades de Aurelino Leal, Camamu,Ibirapitanga, Igrapiúna, Ilhéus, Itabela, Itabuna, Ituberá, Santo Antônio de Jesus, Ubaitaba e Ubatã
De acordo com os investigadores, as empresas que fraudavam as licitações não tinham “a mínima capacidade para a execução dos serviços e obras contratadas”. Segundo eles, muitas obras não foram sequer concluídas, como creches, unidades básicas de saúde e quadras de esportes.
A PF aponta ainda que alguns suspeitos participavam do processo licitatório apenas para “tumultuar”, “ora participando dos certames para exigir propina das empresas concorrentes para que desistisse, ora fazendo ajustes prévios e combinações para vencer as licitações e posteriormente abandonar os contratos”.
Os suspeitos podem responder pelos participação em organização criminosa, fraude a licitação, falsidade ideológica, corrupção passiva e ativa.
O juiz federal Sergio Moro afirmou nesta segunda-feira (5) que não descumpriu a promessa que fez de não ingressar na política ao aceitar o cargo de ministro da Justiça do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e que considera que este será um posto predominantemente técnico.
“Não pretendo jamais disputar um cargo eletivo”, afirmou numa palestra em Curitiba na noite desta segunda, primeira participação dele em um evento público depois de aceitar o convite de Bolsonaro.
Moro também disse que fará parte do governo de Bolsonaro porque percebeu que há uma série de receios “infundados” em relação à gestão do próximo presidente e que poderia colaborar para “desanuviar” essas dúvidas.
“Eu sou um homem da lei. Também achei que minha participação poderia contribuir para afastar esses receios infundados”, afirmou, ressaltando não acreditar que Bolsonaro fará um governo autoritário.
Ao lamentar sua saída da magistratura, que ocupa há 22 anos, Moro disse que aceitou a indicação para o cargo no Executivo porque considera que poderá avançar em pautas anticorrupção e contra o crime organizado.
Afirmou ainda que já está elaborando projetos nesse sentido para encaminhar ao Legislativo a partir de janeiro. Com informações da Folhapress.
Na primeira semana de trabalho da equipe de transição, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) desembarca em Brasília, na manhã de terça-feira (6), para reuniões com os chefes dos Poderes.
Ao mesmo tempo, quer afinar com aliados os últimos detalhes da estrutura que formará seu governo. Tem o desafio de desfazer desentendimentos internos sobre a composição de ministérios e alinhar as declarações desencontradas de assessores.
O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) foi nomeado nesta segunda (5) ministro extraordinário para coordenar a transição com o governo Temer. Ele já foi anunciado por Bolsonaro como ministro da Casa Civil.
Além dele, outros quatro nomes foram confirmados: general Augusto Heleno (Defesa), Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).
A lista pode chegar a 17, a depender de como será o desenho final da Esplanada dos Ministérios.
Um dos principais pontos de controvérsia sobre a estrutura ministerial são as fusões de pastas. A que mais gerou polêmica até agora foi a junção de Agricultura com Meio Ambiente.
A medida, bandeira da campanha presidencial, rendeu críticas de ruralistas e ambientalistas e divide a base de apoio do presidente eleito.
O futuro ministro da Casa Civil confirmou na terça-feira (30) a fusão. Na quarta-feira (31), o ruralista Nabhan Garcia, presidente da UDR (União Democrática Ruralista), disse que o presidente eleito tinha revisto a decisão. No dia seguinte, Bolsonaro admitiu rever a junção.
“Isso aí do Meio Ambiente com a Agricultura é uma coisa polêmica. O próprio Bolsonaro já falou que não quer criar problema. A não separação pode criar problema sério, por isso que ele está disposto a não separar. Mas não bateu martelo, não”, disse à reportagem o general Augusto Heleno, anunciado ministro da Defesa.
Segundo Heleno, o vaivém é natural e não há motivo para pressa na definição dos ministérios.
Transição
Desde ontem (5), passaram a estar formalmente nomeados no governo de transição 28 pessoas, cujos nomes foram fechados por Lorenzoni e Bolsonaro na última semana.
O grupo conta com oito indicações do chamado “grupo Brasília”, coordenado por militares que ajudaram a escrever propostas de governo para Bolsonaro. Guedes tem direito a 12 indicações, Mourão também escolheu dois aliados e, Bolsonaro, os ex-dirigentes do PSL Gustavo Bebianno e Julian Lemos.
Sessão no Congresso
O capitão reformado chega em Brasília e deve ir direto ao Congresso, onde participará de sessão solene em comemoração aos 30 anos da Constituição. Segundo a assessoria do Senado, além de Bolsonaro, confirmaram presença na cerimônia os presidentes da República, Michel Temer; do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli; do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE); da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Os jornalistas foram barrados e não poderão entrar na tribuna de imprensa, tendo acesso somente às galerias, na parte superior do plenário.
Nesta quarta (7), Bolsonaro conversará com o presidente Michel Temer e com o ministro Dias Toffoli, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal). Ele retorna ao Rio de Janeiro, onde mora, na quinta (8). Com informações da Folhapress.
A política é uma nuvem, muda a cada momento. A eleição para novo presidente da Câmara de Vereadores de Conquista tem sido assim. Segundo o Blog do Rodrigo Ferraz, em uma reunião na casa do vereador Luis Carlos Dudé (PTB), o edil Pastor Sidney Oliveira (PRB) retirou a sua candidatura a presidente e declarou apoio a Luciano Gomes (PR).
“Sou um homem de grupo, por isso decidi tomar essa decisão pensando no grupo”, destacou Sidney. Luciano conta com apoio de diversos vereadores da base do prefeito Herzem Gusmão, como também da oposição, a exemplo de 3 parlamentares do PT (Valdemir Dias, Fernando Jacaré e Márcia Viviane).
A eleição acontece no mês de dezembro.
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) não nomeou mulheres para a equipe de transição, que foi divulgada hoje (5). A lista contém 27 nomes e alguns deles não vão ser remunerados.
Como Bolsonaro tem o direito de indicar 50 pessoas para a equipe de transição, outros nomes devem ser divulgados até o final da semana. Os salários vão de R$ 2,5 mil a R$ 16,5 mil.
A remuneração para metade dos escolhidos é de R$ 9,9 mil. Os valores mais altos, de R$ 16,2 mil e R$ 16,5 mil, preenchem cinco vagas. Considerando os meses de novembro e dezembro, os gastos com os salários da equipe de transição podem chegar a R$ 986 mil.
Confira a lista de selecionados para a equipe de transição abaixo:
Marcos Aurélio Carvalho
Paulo Roberto
Marcos César Pontes
Luciano Irineu De Castro Filho
Paulo Antônio Spencer Uebel
Augusto Heleno Ribeiro Pereira
Gustavo Bebianno Rocha
Arthur Bragança De Vasconcellos Weintraub
Gulliem Charles Bezerra Lemos
Eduardo Chaves Vieira
Roberto Da Cunha Castello Branco
Luiz Tadeu Vilela Blumm
Carlos Von Doellinger
Bruno Eustáquio Ferreira Castro De Carvalho
Sérgio Augusto De Queiroz
Antônio Flávio Testa
Carlos Alexandre Jorge Da Costa
Paulo Roberto Nunes Guedes
Waldemar Gonçalves Ortunho Junior
Abraham Bragança De Vasconcellos Weintraub
Jonathas Assunção Salvador Nery De Castro
Ismael Nobre
Alexandre Xavier Ywata De Carvalho
Pablo Antônio Fernando Tatim Dos Santos
Waldery Rodrigues Junior
Adolfo Sachsida
Marcos Cintra Cavalcanti De Albuquerque