Em entrevista ao Redação Brasil de hoje (25), Ivan Cordeiro fala que o prefeito Herzem Gusmão tem uma visão, e ele outra, “mas o prefeito é ele, a maioria dos eleitores de Vitória da Conquista o elegeu para para cuidar do município, então, nesse conflito de pensamentos sobre a coisa a se fazer pela cidade, eu deixo o governo, por minha própria iniciativa, porque não faria sentido esse conflito”.
Ivan também falou de uma possível candidatura a prefeitura de Vitória da Conquista em 2020. E que a cidade precisa de uma terceira via na política.
“Não se trata de um rompimento, mas tenho que repensar sobre o apoio à reeleição do prefeito. Tudo tem um tempo e as coisas agora mudaram, respeito a pessoa dele, mas vamos ver como será o futuro, em relação à política”. Disse Ivan.
Ivan agradeceu a oportunidade de servir à minha cidade como secretário de Serviços Públicos e de Mobilidade Urbana.
O doleiro Adir Assad detalhou, em delação premiada, como eram feitas as transações com Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, acusado de ser operador financeiro do PSDB.
Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, ele diz que chegou a retirar até 15 malas com R$ 1,5 milhão de uma casa que seria do ex-diretor da Dersa.
Assad relata ainda que no imóvel, localizado na Vila Nova Conceição, havia uma espécie de edícula usada como ateliê de pintura. O local era acessado por uma escada a partir da garagem.
Jair Bolsonaro não quer nenhum rastro de Gustavo Bebianno no governo.
Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”, o presidente da República ordenou que todas as pessoas contratadas pelo ex-ministro na Secretaria-Geral da Presidência sejam demitidas.
Bebianno foi exonerado na última segunda-feira (18), após se ver envolvido em um escândalo sobre candidaturas-laranja do PSL.
Líderes de partidos do chamado centrão acordaram que, até o Planalto começar a dialogar com o Congresso, a proposta de reforma da Previdência não avancará, de acordo com informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo
A insatisfação em relação à falta de interlocução com o governo de Jair Bolsonaro ficou ainda mais clara depois da primeira derrota do Planalto na Câmara, na última terça-feira (19).
Na ocasião, deputados aprovaram um projeto que susta os efeitos do decreto editado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, em janeiro, que ampliou a funcionários comissionados e de segundo escalão o poder de impor sigilo a documentos públicos.
Diante do cenário, ainda conforme a coluna, o DEM – partido dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre -, chegou a propor ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que pudesse atuar diretamente na organização da base. A oferta teria sido feita durante um jantar na segunda-feira (18).
Mas, a legenda já alertou: só entra “na jogada” se tiver “instrumentos” para entregar aos parlamentares o que for acordado em troca do apoio ao presidente. Um líder do centrão diz que é impossível negociar com Lorenzoni, já que ele sempre ouve as demandas, mas nunca tem autonomia para garantir o atendimento por parte do governo.
A atuação do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), também é questionada. Dirigentes partidários demonstram que, assim como a derrubada do decreto que facilitava o sigilo de documentos públicos, a queda de Hugo está dentro do pacote de sinais de descontentamento que o Parlamento quer mandar a Jair Bolsonaro.
Depois de mais de um mês de discussões entre as áreas econômica e política do governo, a principal proposta da área econômica será apresentada hoje (20). Às 9h30, o presidente Jair Bolsonaro irá à Câmara dos Deputados, acompanhado de ministros, entregar a proposta de reforma da Previdência, que pretende instituir idades mínimas de aposentadoria para os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada.
Bolsonaro entregará o texto ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Na Casa, a proposta passará primeiramente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), depois irá para uma comissão especial, antes de ir a plenário. Se aprovada em dois turnos por pelo menos três quintos dos deputados (308 votos), a reforma segue para o Senado.
Durante o dia, o presidente gravará um pronunciamento explicando a necessidade de reformar a Previdência. Elaborado em conjunto pela equipe econômica e pelo gabinete presidencial, o discurso será transmitido à noite em cadeia nacional de rádio e televisão.
Explicações
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, também participarão da cerimônia de entrega do texto. Da Câmara dos Deputados, eles irão direto para o 3º Fórum de Governadores, que ocorre nesta quarta-feira. Guedes e Marinho apresentarão a proposta para os chefes estaduais. Atualmente, sete estados estão em situação de calamidade financeira em meio a orçamentos comprometidos com a folha de pagamento e com as aposentadorias dos servidores locais.
Enquanto Guedes e Marinho estiverem explicando a proposta aos governadores, técnicos da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho detalharão todos os pontos da reforma da Previdência a jornalistas. Na semana passada, Marinho confirmou que o texto proporá a idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com calendário de transição de 12 anos.
Detalhes
Entre os detalhes a serem divulgados hoje estão as mudanças nas aposentadorias especiais de professores, policiais, bombeiros, trabalhadores rurais e profissionais que atuam em ambientes insalubres. Também serão informadas as propostas para regras como o acúmulo de pensões e de aposentadorias e possíveis mudanças nas renúncias fiscais para entidades filantrópicas.
Falta saber ainda como ficarão o fator previdenciário, usado para calcular o valor dos benefícios dos trabalhadores do setor privado com base na expectativa de vida, e o sistema de pontuação 86/96, soma dos anos de contribuição e idade, atualmente usado para definir o momento da aposentadoria para os trabalhadores do setor privado. Em relação aos servidores públicos, ainda não se sabe qual será a proposta para a regra de transição.
Também nesta quarta-feira, o governo informará como incluirá na proposta a mudança para o regime de capitalização, no qual cada trabalhador terá uma conta própria em que contribuirá para a aposentadoria. Atualmente, a Previdência dos setores público e privado é estruturada com base no sistema de repartição, onde o trabalhador na ativa e o empregador pagam os benefícios dos aposentados e pensionistas.
Para viabilizar a migração de regime, o governo tem de incluir um dispositivo na Constituição que autoriza o envio de um projeto de lei – complementar ou ordinária – para introduzir o novo modelo depois da aprovação da reforma. Será revelado ainda se o governo enviará o projeto para reformular a Previdência dos militares junto da PEC ou em outro momento.
Tramitação
O governo calcula que a reforma vai permitir uma economia de R$ 800 bilhões a R$ 1 trilhão nos próximos dez anos. Por se tratar de uma PEC, a reforma da Previdência precisa ser votada em dois turnos na Câmara e no Senado, com o apoio de no mínimo três quintos dos deputados e dos senadores em cada votação. Com informações da Agência Brasil.
Ivan estava como secretário de mobilidade urbana, com passagem pela pasta de serviços públicos.
Quem assume a importante pasta de mobilidade urbana a partir de agora é o advogado Jackson Yoshiura, que ocupava o cargo de coordenador municipal de transportes. Jackon assume a pasta de forma interina.
O secretário de Mobilidade, Ivan Cordeiro, anunciou nessa segunda-feira (19), o seu desembarque da gestão de Herzem Gusmão Pereira.
Segundo Ivan, divergências de condução da pasta tornou insustentável a permanência de Cordeiro na Semob.
A demissão de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência da República, gerou uma crise no Palácio do Planalto. Após a confirmação da exoneração, o agora ex-ministro divulgou mensagens de áudio, todas via WhatsApp, trocadas entre ele e o presidente Jair Bolsonaro.
As mensagens foram obtidas pela revista Veja. Nelas, os dois trocam farpas, acusações e se desentendem sobre quase tudo. Desde o início da conversa, o estado de ânimo de cada um é diferente: Bolsonaro mostra-se irritado e impaciente, enquanto Bebianno tenta pacificar as coisas.
A crise foi instalada após a notícia dada pelo jornal Folha de S. Paulo de que o PSL, partido do presidente e do ex-ministro, teria usado uma candidatura “laranja” nas eleições de 2018. A crise se estendeu e envolveu também o vereador do Rio de Janeiro e filho do presidente, Carlos Bolsonaro (PSC). Na última quarta-feira (13), Bolsonaro e o filho chamaram Bebianno de mentiroso.
“Há várias formas de se falar. Nós trocamos mensagens ontem três vezes ao longo do dia, capitão. Falamos da questão do institucional do Globo. Falamos da questão da viagem. Falamos por escrito, capitão. Qual a relevância disso, capitão? Capitão, as coisas precisam ser analisadas de outra forma. Tira isso do lado pessoal. Ele não pode atacar um ministro dessa forma. Nem a mim nem a ninguém, capitão. Isso está errado. Por que esse ódio? Qual a relevância disso? Vir a público me chamar de mentiroso? Eu só fiz o bem, capitão. Eu só fiz o bem até aqui. Eu só estive do seu lado, você sabe disso. Será que você vai permitir que o senhor seja agredido dessa forma? Isso não está certo, não, capitão. Desculpe”, disse Bebianno em uma delas. Com informações do Metro1
Confira a troca de mensagens:
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assina hoje (19) o envio do pacote anticrime e anticorrupção ao Congresso Nacional.
Segundo agenda do presidente, divulgada pela Secretaria de Comunicação Social, a assinatura acontece às 11h, em cerimônia após a reunião ministerial.
De autoria do ministro da Justiça, Sérgio Moro e considerada uma das prioridades do governo, a proposta prevê mudanças em 14 leis.
Entre outras coisas, a proposta livra de pena o agente policial ou de segurança pública que matar alguém quando estiver em serviço em situação de “conflito armado ou em risco iminente de conflito armado”.
O partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL, já tem novo presidente em Vitória da Conquista.
Trata-se do advogado Marcelo Melo, que foi candidato a deputado federal, vice-prefeito e também ex-secretário municipal de educação da Prefeitura de Conquista.
Confira o comunicado oficial do partido:
“É com muita satisfação que anunciamos Marcelo Melo como o novo presidente do PSL de Vitória da Conquista. Marcelo é advogado, professor e Ex-Secretário de Educação do município. Marcelo mostrou força no último pleito, foi candidato a deputado federal e obteve 13.630 votos dos Conquistenses”.