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A Câmara dos Deputados decide hoje sobre a cassação do mandato do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP).

A decisão deveria ter saído ontem, mas a Mesa Diretora da Câmara adiou para hoje a reunião – que ocorre daqui a pouco, às 9h.

Preso desde dezembro por decisão do STF, Maluf cumpre pena de 7 anos e 9 meses de prisão em regime domiciliar, por causa do seu estado de saúde.

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Tribunal negou pedido do PT para que o ex-presidente Lula participe do evento

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e a deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB) planejam um debate paralelo ao que será realizado amanhã (9) pela TV Bandeirantes.

Ao jornal Folha de São Paulo, o coordenador da campanha de Lula, Sérgio Gabrielli, disse que a ideia é que Haddad responda às perguntas e comente as propostas dos adversários no decorrer do debate.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou na última segunda-feira (6) pedido do PT para que o ex-presidente Lula participe do evento da TV Bandeirantes.

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Com a decisão, o PSC vai formar uma chapinha para a disputa de deputados estaduais com PTB, PPL e SD; Já o DEM vai marchar com o PRB, o PV e o PSDB

Apesar do rebuliço causado pelo descumprimento do acordo do PSC de compor o chapão com os partidos de oposição, a candidatura do deputado federal Irmão Lázaro ao Senado foi mantida.

Após duas reuniões na sede do DEM, tanto pela manhã quanto pela tarde, o prefeito de Salvador ACM Neto – que preside a sigla nacionalmente – conseguiu convencer os correligionários de que o parlamentar não deveria pagar pelo erro da legenda à qual pertence.

Em entrevista à Rádio Itapoan, o democrata afirmou que “não há nenhuma mudança na chapa majoritária”.

Com a decisão, o PSC vai formar uma chapinha para a disputa de deputados estaduais com PTB, PPL e SD. Já o DEM vai marchar com o PRB, o PV e o PSDB. Para federal, os tucanos vão seguir carreira solo.

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Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até hoje, segunda-feira (6).

Com a convenção do PPL, que lançou no domingo (5) João Goulart Filho como candidato à Presidência da República, 13 candidatos foram escolhidos pelas legendas para concorrer ao cargo de presidente da República. Segundo a legislação eleitoral, as chapas completas com os candidatos, vices, alianças ou coligações têm de ser oficializadas até hoje, segunda-feira (6).

Veja quem são os candidatos a presidente: 

Álvaro Dias (Podemos) 

O senador Álvaro Dias foi escolhido pelos convencionais do Podemos para ser candidato à Presidência da República. A candidatura do parlamentar pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. Na primeira fala como candidato, Álvaro Dias anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e repetiu a promessa de “refundar a República”.

Ele vai compor chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu em favor de uma aliança com o Podemos. Além do PSC, fazem parte da coligação até agora os partidos PTC e PRP.

Cabo Daciolo (Patriota)

A convenção nacional do Patriota oficializou a candidatura do deputado federal Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O evento ocorreu no município de Barrinha, no interior de São Paulo. O candidato foi escolhido por unanimidade. A candidata a vice escolhida foi Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Ela é pedagoga com 23 anos de experiência e atua na rede pública de ensino do Distrito Federal.

Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do país. Em discurso durante a convenção, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e à ideologia de gênero.

Ciro Gomes (PDT)

O PDT confirmou no dia 20 de julho a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido.

O partido ainda não definiu o candidato a vice-presidente. Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Natural de Pindamonhangaba (SP), construiu sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula. Tem 60 anos e quatro filhos.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em convenção nacional realizada na capital federal, o PSDB confirmou a candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa.

No primeiro discurso como candidato, Alckmin disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros. Ele defendeu a reforma política, a diminuição do tamanho do Estado e a simplificação tributária para destravar a economia.

Guilherme Boulos (PSOL)

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores SemTeto (MTST), Guilherme Boulos, foi lançado no dia 21 de julho como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente.

Boulos destacou que irá defender temas que pertencem aos princípios do partido, como o direito ao aborto e à desmilitarização da polícia.

Henrique Meirelles (MDB)

O MDB confirmou no dia 2 de agosto o nome do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como candidato à Presidência da República. Hoje, o partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice na chapa.

Henrique Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família. Para gerar empregos, Meirelles disse que pretende resgatar a política econômica, atrair investimentos e fazer as reformas para que o país cresça 4% ao ano.

Jair Bolsonaro (PSL)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), 63 anos, foi confirmado no dia 22 de julho como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. A chapa ainda não tem vice.

Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente.

O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

João Amoêdo (Partido Novo)

João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. O presidenciável também é favorável à revisão do Estatuto do Desarmamento.

João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

João Goulart Filho (PPL)

O PPL lançou hoje (5) João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo.

O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

José Maria Eymael (DC)

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou no dia 28 de julho, durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente.

Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações de governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato à Presidência da República. Não foi definido quem será o vice-presidente na chapa de Lula. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba, desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. O ator Sérgio Mamberti leu uma carta escrita por Lula, onde ele afirmou que “querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas”.

Marina Silva (Rede)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou, por aclamação, o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro.

A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

Vera Lúcia (PSTU)

Em convenção nacional, o PSTU oficializou no dia 20 de julho a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista.

De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora.

O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais. Com informações da Agência Brasil.

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A deputada Manuela D´Ávila, porém, ainda não abriu mão oficialmente de sua candidatura à Presidência da República por seu partido

O anúncio de Fernando Haddad (PT) e Manuela d’Ávila (PCdoB) na chapa que quer ter o ex-presidente Lula (PT) como candidato à Presidência embaralhou a cabeça de muita gente. A ideia do PT é ter Haddad não como vice ou substituto de Lula, mas sim como “porta-voz”.

Segundo nota divulgada no site do ex-presidente, “Haddad será o porta-voz de Lula até o trâmite final da homologação da candidatura Lula na Justiça Eleitoral”. Concluída essa etapa, segue a nota, “a ex-deputada Manuela D´Ávila assumirá a posição de vice na chapa, por indicação do PCdoB, que aprovou, também, uma coligação nacional com o PT”.

A estratégia do PT é levar o nome de Lula como candidato à Presidência da República até a Justiça Eleitoral decidir, com base na Lei da Ficha Limpa, se o ex-presidente, que está preso, poderá ou não disputar as eleições de 2018.

O acordo dá a entender, embora não esteja explícito, que Manuela será candidata a vice com qualquer desfecho da Justiça Eleitoral, ou seja, com ou sem Lula na corrida presidencial.

A deputada Manuela D´Ávila, porém, ainda não abriu mão oficialmente de sua candidatura à Presidência da República por seu partido. Isso pode ser feito nesta segunda-feira (6).

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A semana que se inicia poderá ser decisiva para o transporte coletivo em Vitoria da Conquista. A Semob – Secretaria de Mobilidade Urbana tem intensificado contatos e reuniões para logo encontrar a solução.

Segundo o Blog da Resenha Geral, além da carta de intenções  da Viação Anchieta, empresa que opera em Belo Horizonte (clique aqui para conferir o documento), a Prefeitura recebeu manifestações, ainda em contatos telefônicos, da Camurugipe, Grupo Evangelista, Passaredo, e recentemente a empresa Paraíso, de São João do Paraíso (MG), manifestou interesse e protocolará na Prefeitura uma carta de intenções.

Cidade Verde

A Cidade Verde, que já opera algumas linhas da Viação Vitória, tem manifestado interesse em atuar emergencialmente na cidade. O fato de já atuar na cidade, com sólida infraestrutura, e com credibilidade junto aos usuários, têm colocado a empresa no páreo.

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou neste domingo uma carta à Executiva Nacional do PT na qual indica o nome do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad para ser o candidato a vice na chapa do partido.

Na carta, Lula cogita a possibilidade de Manuela D’Ávila (PCdoB) compor a chapa, mas deixa a decisão para a executiva do PT. Neste momento a executiva está deliberando sobre o nome de Haddad. O resultado deve ser anunciado ainda hoje.

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A opção de Ciro, que tem o apoio de apenas um partido em sua coligação, o Avante, visa dar espaço à senadora que trocou o MDB pelo PDT em abril

Candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes (CE) escolheu a senadora Kátia Abreu (TO) como candidata a vice-presidente na chapa que vai tentar as eleições em outubro. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o anuncio será feito amanhã (6), na sede nacional da legenda, em Brasília.

A opção de Ciro, que tem o apoio de apenas um partido em sua coligação, o Avante, visa dar espaço à senadora que trocou o MDB pelo PDT em abril. Kátia Abreu estava cotada para disputar as eleições para o governo do Tocantins. “Ela é uma mulher de honra e que foi firme contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff”, disse
o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.

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A Folha fez um levantamento do tempo da propaganda de TV e rádio dos presidenciáveis.

O maior tempo de TV será de Geraldo Alckmin, com cerca de 44% de todo o espaço da propaganda. O tucano terá direito a cerca de 12 inserções de 30 segundos a cada dia, por emissora.

Jair Bolsonaro e Marina Silva terão, juntos, menos de 5% do espaço da propaganda de TV e rádio — o candidato do PSL terá 7 segundos em cada bloco eleitoral, Marina, 24 segundos.

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O ex-prefeito de São Paulo tem aval da maioria da legenda e já era tido como “única opção” do ex-presidente. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo

De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, o nome de Fernando Haddad (PT) está mais próximo que nunca da vice de Lula (PT) na corrida ao Palácio do Planalto neste ano.

Segundo a publicação, o ex-prefeito de São Paulo tem aval da maioria da legenda e já era tido como “única opção” do ex-presidente. Há, no entanto, um porém: o PCdoB não deve aceitar a aliança com o PT sem vaga na chapa, o que faz a legenda analisar com cautela a definição.

A convenção que oficializou Lula na disputa aconteceu ontem (4). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou que o vice deve ser escolhido até hoje (5).

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