Falta menos de um mês para as eleições de 2018 e 13% dos eleitores afirmam estar dispostos a anular seu voto ou votar em branco para presidente. Os dados são da pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (14).
Segundo destaca a Folha de S. Paulo, o voto nulo e branco é o mais forte em 16 anos. E mais da metade dos eleitores estão convictos da decisão, dos que optam pelo voto nulo ou branco, 61% dizem que não mudarão de opinião.
O índice é bem superior ao encontrado em pesquisas Datafolha feitas cerca de um mês antes das eleições de 2014, 2010, 2006 e 2002 — era 6% em 2014 e 4% nas demais.
Nas eleições de 2014, 9,6% dos eleitores de fato anularam ou votaram em branco. Em 2010, foram 7%. A parcela de votos nulos e brancos pode ser superior, segundo o levantamento.
O diretor do Datafolha, Mauro Paulino, considera que o alto índice de intenções de voto nulo ou branco —e de convicção— revela uma “manifestação de descontentamento dos eleitores, de não se sentirem contemplados pela oferta de candidatos e de partidos que está aí”.
“O que a gente tem até aqui mostra ser grande a probabilidade que a gente tenha uma taxa de brancos e nulos maior do que nas últimas eleições”, diz Paulino.
Em busca de popularidade, o candidato a presidente da República Fernando Haddad (PT), que substituiu Luís Inácio Lula da Silva, barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, visitou neste sábado (15) Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia. Durante a campanha, o candidato foi chamado diversas vezes de ‘Andrade’.
“Andrade é o candidato de Lula, tamo junto com ele”, gritava o magarefe Firmino de Sousa Oliveira, 45, pouco antes de o candidato petista chegar à Praça Guadalajara (centro da cidade), onde 2 mil pessoas (segundo a PM) aguardavam o candidato.
O mesmo pensa a estudante do ensino médio Silvia Cássia de Lima, 19, moradora de Poções, cidade vizinha a Vitória da Conquista. “Estamos nos acostumando ainda com Haddad, mas acho que isso não influencia muito”, ela disse.
A cidade baiana é uma das apostas do PT para conseguir votos nas eleições de 2018, pelo fato de a mesma ter sido governada por gestores ligados ao partido entre os anos de 1997 a 2016
Ao comentar sobre o desconhecimento sobre o seu nome numa cidade onde o PT governou por 20 anos, Haddad disse apenas que “isso é normal”, e destacou que “estamos há apenas 3 dias como candidato, uma nova chapa”.
Em Vitória da Conquista, Haddad chegou junto com a vice da sua chapa Manuela D’ávila (PCdoB), e os petistas Rui Costa, governador da Bahia e candidato à reeleição, e o ex-governador Jaques Wagner, candidato ao Senado.
Eles saíram pelas ruas centrais da cidade de 338 mil habitantes em cima de um carro, acompanhado por militantes do PT, PCdoB e membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), além de populares.
Durante o ato político, o carro de som buscava associar o nome de Haddad ao do ex-presidente, que está preso em Curitiba.
Sobre a última pesquisa do Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (14), Haddad destacou o fato de estar “apenas há três dias como candidato”. “Vamos crescer ainda mais, agora que estamos oficialmente na campanha, e vencer essa eleição”.
O Datafolha mostrou crescimento de Haddad nas pesquisas, de 4% para 13%, já com Lula fora da disputa. Petistas que estavam no ato político deste sábado dizem acreditar que Haddad tem potencial para já estar com entre 20% a 30% das intenções de voto.
Para Haddad, seu nome só tende a crescer nas pesquisas, já que a campanha passa a tomar mais forma, com a definição sobre seu nome. “Isso é bom até para não confundir mais o eleitor, no que diz respeito a nomes. Certo é que estaremos todos juntos, lutando também pela libertação de Lula e pelas injustiças desse país”, falou.
Ao final do evento, o candidato do PT à presidência lembrou que como ministro da Educação, durante os governos Lula e Dilma Rousseff (2005 a 2012), foi responsável por aumentar a quantidade de universidades federais no interior baiano, como a Universidade Federal do Oeste o campus Anísio Teixeira, da Universidade Federal da Bahia (UBFA), em Vitória da Conquista. Com informaões do Correio da Bahia
O ministro José Antonio Dias Toffoli tomou posse como presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) para o biênio 2018-2020 em solenidade realizada na tarde desta quinta-feira (13), no plenário da corte, com a presença de autoridades e políticos. Também tomou posse como vice-presidente do tribunal o ministro Luiz Fux.
Participam da solenidade o presidente da República, Michel Temer, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a procuradora-geral, Raquel Dodge, o presidente da OAB, Claudio Lamachia, a ministra Cármen Lúcia, que transmitiu a presidência a Toffoli, e os demais magistrados da corte.
Entre os convidados, há de representantes da Igreja Católica, como dom Orani Tempesta, até investigados no próprio Supremo ou nas instâncias inferiores, como o ministro Moreira Franco (Minas e Energia), os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e José Serra (PSDB-SP), o ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT), além de Maia, Eunício e Temer.
Também estiveram presentes o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, o comandante do Exército, general Eduardo Villas-Bôas, e advogados que atuam em processos que tramitam no Supremo, como Antônio Carlos de Almeida Castro e Sigmaringa Seixas.
Natural de Marília (SP), Toffoli chega à presidência do STF nove anos após se tornar ministro, nomeado em outubro de 2009 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sua experiência com o Executivo e o Legislativo lhe rendeu capital político, na avaliação de colegas -atributo que deverá ser útil neste momento de protagonismo do Judiciário.
Ele foi advogado-geral da União (2007-09) e subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (2003-05) nos governos Lula. Atuou na Prefeitura de São Paulo em 2001 na gestão de Marta Suplicy, então no PT, assessorou a liderança do partido na Câmara dos Deputados (1995-2000), foi assessor parlamentar na Assembleia paulista (1994) e consultor da CUT (1993).
Também ministrou disciplinas de direito constitucional e direito de família no UniCEUB, em Brasília (1996-2002).
Entre os julgamentos relevantes em matérias constitucionais, a equipe de Toffoli no Supremo destaca três em que o entendimento do ministro prevaleceu no plenário.
O primeiro liberou o fisco para acessar dados bancários dos contribuintes sem necessidade de autorização judicial. O segundo declarou inconstitucional um trecho da lei sobre classificação indicativa -entendeu-se que tal trecho implicava censura prévia.
O terceiro considerou constitucional uma lei estadual de São Paulo que proíbe o uso de qualquer tipo de amianto, considerado nocivo à saúde. No mesmo julgamento, declarou-se inconstitucional uma lei federal de 1995 que permitia o uso do amianto na variedade crisotila.
Na área criminal, são apontados como relevantes a discussão que Toffoli fez sobre a natureza das delações premiadas e uma decisão sua de declarar monocraticamente (individualmente) o trânsito em julgado de um recurso do ex-senador Luiz Estêvão, o que levou o político condenado à prisão.
Quanto à delação premiada, instituto recente no país, veio de Toffoli a definição de que ela se trata apenas de um meio de obtenção de prova, um ponto de partida para a coleta de documentos, e não uma prova em si. Tal definição balizou os debates sobre as delações da Odebrecht e da JBS.
Quanto à prisão de Estêvão, em 2014, Toffoli considerou o recurso do ex-senador meramente protelatório diante da proximidade da prescrição, e determinou a execução da pena -decisão depois referendada pelo plenário.
Por outro lado, o ministro é autor de decisões polêmicas na seara criminal, como a que libertou, em junho, o ex-ministro José Dirceu, que cumpria pena após ter sido condenado em segunda instância na Lava Jato.
Toffoli propôs conceder de ofício (sem que a defesa pedisse) um habeas corpus a Dirceu, no que foi acompanhado pela maioria da Segunda Turma. Ele fundamentou sua decisão na plausibilidade do recurso enviado ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) no tocante ao tamanho da pena -fixada em 30 anos e 9 meses de prisão.
Essa fundamentação foi vista por parte dos ministros como uma forma de driblar a decisão do plenário sobre a execução da pena após condenação em segundo grau. Com informações da Folhapress.
Presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto pediu aos aliados que intensifiquem campanha ao presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) na Bahia. O estado, quarto maior colégio eleitoral do país, é considerado um reduto petista e garantiu nos últimos pleitos vitórias expressivas aos candidatos do partido.
Segundo relataram aliados de ACM Neto a VEJA, candidatos a deputado federal ou estadual — ou da própria chapa majoritária, exceto Jutahy Magalhães, que disputa o Senado — temem perder votos com a exposição associada ao tucano. Por isso a cobrança é direcionada apenas às lideranças políticas que não concorrem a nenhum cargo este ano. A avaliação é que eles não teriam motivos para não se expor.
No grupo do presidente nacional do DEM, também há um temor de um eventual segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
Até em cidades baianas que garantiram vitorias tucanas nas últimas eleições, há um receio de fracasso neste pleito. É o caso de Vitória da Conquista, onde José Serra e Aécio Neves venceram em 2010 e 2014, respectivamente. A gestão “desastrosa” do prefeito da cidade, Hérzem Gusmão (MDB), pode prejudicar Alckmin, segundo interlocutores do prefeito da capital baiana.
Na sexta-feira (21) da próxima semana, Alckmin desembarca em Salvador para uma caminhada da Praça Castro Alves até o Pelourinho, onde haverá um comício. O presidenciável também deve visitar outras cidades do estado. Com informações da Veja
Uma liminar vai dar direito a Moisés Santos, o popular Dida do Vila América, assumir uma cadeira na Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista pelo PP.
O anúncio foi feito no fim da manhã desta quinta-feira (13) através do advogado Lucas Dias, que acompanhou todo o processo a favor da referida liderança comunitária. Segundo o Blog do Rodrigo Ferraz, Dida assume a cadeira após o afastamento de um vereador, durante uma operação da Polícia Federal. Segundo a liminar, o cargo está vago em virtude do afastamento do edil. A data da posse deverá ser divulgada.
Depois das complicações que levaram Jair Bolsonaro ao centro cirúrgico ontem à noite, a equipe do Hospital Albert Einstein proibiu o candidato de receber visitas, com exceção da família e do núcleo duro da campanha.
O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) foi submetido a uma cirurgia de emergência na noite desta quarta-feira (12) no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele passa bem.
A informação foi confirmada à reportagem inicialmente pelo presidente da UDR (União Democrática Ruralista), Nabhan Garcia, que é amigo e apoiador de Bolsonaro e está no hospital com o deputado.
“Tecnicamente não sei o por quê, mas ele teve de ser submetido a uma cirurgia porque não passou bem ontem [terça-feira, 11] e nem hoje [quarta]”, disse. “Ele está em cirurgia agora, foi submetido há pouquíssimo tempo a essa cirurgia.”
De acordo com o Hospital Albert Einstein, Bolsonaro teve náuseas e foi submetido a uma tomografia. O resultado levou a equipe médica a submetê-lo a uma nova cirurgia, que durou cerca de uma hora, conduzida pelo médico Antônio Macedo.
Foram retiradas aderências que obstruíram o intestino delgado, e corrigida uma fístula surgida em uma das suturas feitas na operação inicial após o atentado em Juiz de Fora, na última quinta-feira (6).
Os médicos decidiram pela operação quando ficou claro que o quadro evoluiu para ou uma obstrução completa do intestino delgado ou para o risco de necrose de partes do órgão. São decorrências comuns em casos assim, e graves.
O quadro clínico do capitão reformado piorou na manhã desta quarta, quando foi reintroduzida a alimentação venosa após ele ter reagido mal à tentativa de reiniciar o trânsito intestinal com o consumo de sólidos.
O Albert Einstein informou ainda que não vai se manifestar até o próximo boletim médico, que deve ser divulgado às 10h desta quinta-feira (13).
“O capitão não passou bem à noite, teve muitas náuseas, chegou a vomitar, teve muita distensão abdominal. Passou 24 horas agonizando. Pelo que entendi, duas alças do intestino colaram e obstruíram a região”, disse Gustavo Bebianno, presidente do PSL e advogado de Bolsonaro, enquanto o capitão reformado era submetido à cirurgia.
“A mulher dele, Michelle, já tinha ido embora e voltou às pressas. Estamos acompanhando eu, o filho Carlos e a mulher”, completou Bebianno.
O deputado estadual Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidenciável, usou as redes sociais para se pronunciar sobre o estado de saúde do pai e pediu orações. “Meu pai está fazendo uma nova cirurgia agora, peço que continuem as orações, o estado dele ainda é grave.”, escreveu nas redes sociais.
Mensagens de pedido de apoio foram publicadas por outros dois filhos do capitão reformado: Renan Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
ENTENDA A CIRURGIA
A aderência ocorre quando dois tecidos do corpo grudam, formando uma espécie de cicatriz. Acontece como resposta do organismo a fatores como cirurgia ou processo inflamatório.
Segundo médicos ouvidos pela reportagem, a cirurgia (laparotomia) a que Bolsonaro foi submetido tem a finalidade de desgrudar esses tecidos para restabelecer o trânsito intestinal.
O ministro José Antonio Dias Toffoli, de 50 anos, assume nesta quinta-feira (13) a presidência do Supremo Tribunal Federal. Ao tomar posse, ele será o mais jovem presidente do STF na história.
A cerimônia que marca também a despedida de Cármen Lúcia do comando da corte está agendada para às 17h e acontecerá na sede do STF, em Brasília, Entre os convidados, estão o presidente Michel Temer, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, além de ministros de tribunais superiores, estaduais e de contas, e governadores.
Além de comandar o Supremo, Toffoli acumulará o comando do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Como presidente do STF, Dias Toffoli irá definir a pauta de julgamentos da corte.
Formado em direito no ano de 1990 pela Faculdade do Largo de São Francisco, na Universidade de São Paulo, Dias Toffoli chegou ao Supremo em 2009 e foi indicado por Lula, que era presidente do Brasil na época.
Cármen Lúcia
Antes de se despedir da presidência do STF, a ministra Cármen Lúcia reuniu assessores no Supremo para um jantar e fez um desabafo, de acordo com a coluna “Painel”, da Folha. Ela agradeceu a todos pela dedicação e disse que sua gestão enfrentou “um momento muito difícil para o país”.
A ministra também avaliou que deixa o comando da corte com a sensação de dever cumprido.
No entanto, de acordo com a mesma coluna citada acima, a passagem de Cármen não é tão bem vista por colegas, procuradores e políticos. Membros do MPF, por exemplo, dizem que ela não deixou legado e falhou na liderança.
O candidato à Presidência Jair Bolsonaro foi levado ao centro cirúrgico do hospital Hospital Albert Einstein na noite desta quarta-feira (13). De acordo com o jornal ‘Estadão’, o presidenciável está sendo submetido a uma cirurgia de emergência para correção de aderências entre as alças intestinais.
Segundo o portal UOL, a informação foi confirmada às 22h30 pelo presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno. Até o momento desta reportagem, o hospital ainda não havia se manifestado sobre o procedimento.
Bolsonaro sofreu uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora, no Sul de Minas Gerais, na última quinta-feira (6). O presidenciável segue internado na unidade de cuidados semi-intensivos desde terça-feira (11), quando deixou a UTI do hospital.
O prefeito Herzem Gusmão encaminhou à Câmara de Vereadores – para votação em regime de urgência – um projeto de lei que busca autorização para empréstimo da ordem de R$ 45 milhões junto ao programa Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), produto lançado pela CAIXA em 2012 para facilitar e ampliar a concessão de crédito para obras de saneamento ambiental, transporte e logística e energia.
Na mensagem que acompanha o projeto, o prefeito argumenta que busca ampliar a capacidade de investimentos e que os recursos serão necessários à execução de projetos na área de Infraestrutura Urbana, como pavimentação, drenagem e melhoria do sistema viário, além de construção e qualificação de espaços públicos. O financiamento tem carência de dois anos e amortização de 96 meses, com a garantia para o financiamento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
“Esse valor será de suma importância para a cidade, tendo em vista o melhoramento do sistema viário e a construção do primeiro Parque Público Municipal, que transformará Vitória da Conquista numa referência turística e de proteção aos recursos naturais”, diz o prefeito Herzem Gusmão, que pretende criar o Parque Ambiental às margens do Rio Verruga e um Plano de Manejo, visando a preservação da mata ciliar e a proteção contra a expansão urbana para o rio.
“O Rio Verruga se encontra em estado lastimável por inobservância histórica à legislação ambiental. O primeiro passo para a sua preservação foi dado com o Decreto n.º 18.720, de 25 de junho de 2018, que criou o Parque Ambiental nas faixas marginais do Rio”, esclarece o prefeito em sua mensagem. Segundo ele, é preciso retomar o equilíbrio ambiental de Vitória da Conquista e região, protegendo nascentes, evitando contaminação e preservando a vegetação e a fauna nativas.
O prefeito chama atenção ainda para a necessidade de construção de um sistema de drenagem nas zonas norte, leste e oeste de Vitória da Conquista, vez que há graves riscos à vida das pessoas quando ocorrem enchentes “que a cada período de chuvas protagonizam acidentes e destruição dos mais altos níveis na cidade”. Segundo ele, os recursos atenderão a dois históricos problemas socioambientais de Vitória da Conquista.
“A falta de políticas públicas para o Rio Verruga, relegado a segundo plano desde que o desenvolvimento urbano da cidade se intensificou; e a drenagem, que por conta de um sistema antigo e de um desequilíbrio gerado pela urbanização desregulada, vem causando diversos problemas”, diz a mensagem encaminhada à Câmara de Vereadores. “(O recurso) será de suma importância para melhoramento do sistema viário e a construção do primeiro Parque Público Municipal, que transformará Vitória da Conquista numa referência turística e de proteção aos recursos naturais”.
ATERRO SANITÁRIO
Também está prevista a ampliação do aterro sanitário, com a construção da segunda célula, visto que a vala existente está com sua capacidade de recebimento esgotada. “Além de exigência legal, é fundamental para a redução do impacto ambiental causado pelos resíduos sólidos”, diz a mensagem. Vitória da Conquista tem uma produção diária em média de 250 toneladas de lixo. Esse número pode alcançar 370 toneladas/dia em épocas festivas e feriados prolongados, pois é quando as pessoas tende a produzir mais lixo. “A atual vala chegou ao final de sua vida útil, e é de extrema urgência a ampliação do aterro, com a construção de uma segunda célula”, conclui o prefeito.
Fonte: Blog do Fábio Sena