O ex-governador do Paraná e candidato ao Senado Beto Richa (PSDB), sua mulher Fernanda Richa e seu ex-chefe de gabinete Deonilson Roldo foram presos nesta terça-feira, 11. As ordens são da Justiça do Estado e foram cumpridas pelo Gaeco, do Ministério Público do Paraná. O casal será levado para o Gaeco. A investigação está ligada ao Programa Patrulha do Campo. Além desta ofensiva, aliados de Beto Richa foram alvo de mandados da Justiça Federal do Paraná. Também nesta terça, Deonilson Roldo foi alvo de um mandado de prisão da Operação Lava Jato. A Polícia Federal deflagrou a Operação Piloto nos estados da Bahia, de São Paulo e do Paraná. Aproximadamente 180 policiais federais cumprem 36 ordens judicias nas cidades de Salvador/BA, São Paulo/SP, Lupianópolis/PR, Colombo/PR e Curitiba/PR. Em nota, a PF informou que a investigação mira suposto pagamento milionário de vantagem indevida, em 2014, pelo Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, o departamento de propina da empreiteira, para agentes públicos e privados no Estado Paraná. Segundo os investigadores, a contrapartida seria um possível direcionamento do processo licitatório para investimento na duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323 na modalidade parceria público-privada. As condutas investigadas podem configurar os delitos de corrupção ativa e passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. O nome dado à operação policial remete a codinome atribuído pela Odebrecht em seus controles de repasses de pagamentos indevidos a um investigado nesta operação policial. Os presos serão levados à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR onde permanecerão à disposição da Justiça.
Discriminação dos mandados judiciais da PF:
SALVADOR/BA
01 mandado de busca e apreensão
SÃO PAULO/SP
01 mandado de busca e apreensão
PARANÁ/PR
LUPIANÓPOLIS/PR
02 mandados de busca e apreensão
COLOMBO/PR
01 mandado de busca e apreensão
CURITIBA/PR
28 mandados de busca e apreensão
02 mandados de prisão preventiva
01 mandado de prisão temporária
Fonte: Estadão
O estado de saúde do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) ainda é “grave” e ele terá que passar por uma nova cirurgia, segundo boletim médico divulgado hoje (10) pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
“O paciente tem uma colostomia, que foi feita em função de lesões graves do intestino grosso e delgado. Será necessária nova cirurgia de grande porte posteriormente, a fim de reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia”, diz a nota.
O centro médico informou, ainda, que o capitão reformado do Exército permance em terapia intensiva e sem sinais de infecção.
O candidato Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 30% das intenções de voto em pesquisa FSB/BTG divulgada pelo site O Antagonista nesta segunda-feira (10). O levantamento foi o primeiro realizado depois do ataque sofrido por Bolsonaro na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.
Na segunda posição aparece Ciro Gomes (PDT), com 12% das intenções de voto. Em seguida, três candidatos registraram 8%: Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e Fernando Haddad (PT). João Amoêdo (Novo) e Alvaro Dias (Podemos) tiveram 3%.
Em decisão tomada neste domingo (9), o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Luís Roberto Barroso proibiu a coligação “O povo feliz de novo” (PT/PC do B/Pros) de apresentar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como candidato ao Palácio do Planalto.
Se o partido descumprir a ordem, poderá ter suspensa sua propaganda no rádio e na televisão.
“Determino à Coligação “O Povo Feliz de Novo” e a Luiz Inácio Lula da Silva que se abstenham, em qualquer meio ou peça de propaganda eleitoral, de apresentar Luiz Inácio Lula da Silva como candidato ao cargo de Presidente da República e apoiá-lo na condição de candidato, sob pena de, em caso de novo descumprimento, ser suspensa a propaganda eleitoral da coligação, no rádio e na televisão”, diz Barroso na decisão.
No início de setembro, o TSE barrou a candidatura de Lula com base na Lei da Ficha Limpa.
“Nada obstante, as sucessivas veiculações de propaganda eleitoral em desconformidade com o decidido revelam que a atuação da coligação se distanciou dos compromissos por ela assumidos, a exigir uma atuação em caráter mais abrangente”, afirma Barroso em resposta a uma reclamação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral.
O ministro considera que “as sucessivas veiculações de propaganda eleitoral em desconformidade com o decidido revelam que a atuação da coligação se distanciou dos compromissos por ela assumidos, a exigir uma atuação em caráter mais abrangente”. Com informações da Folhapress.
A Justiça Eleitoral divulgou que 369 candidatos desistiram de disputar as eleições deste ano em todo o país, segundo a Coluna do Estadão.
De acordo com a publicação, do total, 128 pedidos de renúncia ou de cancelamento de registro de candidaturas foram protocolados por mulheres e 241 por homens.
O ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral e advogado Marcelo Ribeiro disse que, se ficar comprovado que as candidatas que desistiram se inscreveram apenas para ajudar os partidos a atingir a cota de 30% de mulheres, a sigla será punida.
Devido à cirurgia em que foi submetido ontem (6) após o ataque durante ato em Juiz de Fora, em Minas Gerais, o candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), vai precisar ficar de repouso por até um mês.
O procedimento faz com que o presidenciável fique de fora da campanha de corpo a corpo até 1º turno das eleições, no dia 7 de outubro, segundo informou o médico-cirurgião do Hospital de Base do Distrito Federal, Igor Vieira.
O médico disse, ainda, que a operação cortou músculos, que necessitam de quatro semanas para cicatrizar sob a pele. Uma possível transferência de Bolsonaro para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, vai ser analisada.
Diferente do que afirmou o filho do presidenciável, Flávio Bolsonaro, o fígado do candidato não foi atingido. O estado do candidato é estável, apresar de grave.
O Ibope divulgou nesta quarta-feira (5) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. Em nota, o Ibope explicou que a pesquisa de intenção de votos realizada entre os dias 1º e 3 de setembro não incluiu o ex-presidente Lula (PT), devido aos decorrentes indeferimentos de sua candidatura.
“O Ibope deixou de aplicar o questionário em que o nome de Lula aparecia como postulante ao cargo de presidente da República, como constava no registro da pesquisa feita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O instituto pesquisou apenas o cenário em que o nome de Fernando Haddad, candidato a vice-presidente pelo PT, aparecia juntamente com os candidatos que pediram registro. Diante disso, e convicto de que agiu de boa fé e dentro da lei, e, ainda, no intuito de não privar o eleitor de informações relevantes sobre a situação atual das intenções de voto na eleição presidencial, o Ibope decidiu liberar os resultados da pesquisa para divulgação, decisão que contou com o apoio dos contratantes TV Globo e o ‘Estado de S.Paulo‘”, explicou em nota.
– A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral e o primeiro depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrou a candidatura de Lula.
No levantamento anterior, feito de 17 a 19 de agosto, os percentuais de intenção de votos no cenário em que o candidato do PT é Haddad foram os seguintes:
Bolsonaro, 20%; Marina, 12%; Ciro, 9%; Alckmin, 7%; Haddad, 4%; Alvaro Dias, 3%; Eymael, 1%; Boulos, 1%; Meirelles, 1%; Amoêdo, 1%; Cabo Daciolo, 1%; Vera, 1%; João Goulart Filho, 1%; Branco/nulos: 29%; Não sabe/não respondeu: 9%.
Sobre a última pesquisa Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos; Quem foi ouvido: 2.002 eleitores; Quando a pesquisa foi feita: 1 a 3 de setembro; Registro no TSE: BR‐05003/2018.
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro 0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.
Simulações de 2º turno
Ciro 44% x 33% Bolsonaro (branco/nulo: 19%; não sabe/não respondeu: 4%)
Alckmin 41% x 32% Bolsonaro (branco/nulo: 23%; não sabe/não respondeu: 4%)
Bolsonaro 33% x 43% Marina (branco/nulo: 20%; não sabe/não respondeu: 3%)
Haddad 36% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 22%; não sabe/não respondeu: 5%)
Rejeição – O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum).
Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.
Veja os índices:
Bolsonaro: 44%
Marina: 26%
Haddad: 23%
Alckmin: 22%
Ciro: 20%
Meirelles: 14%
Cabo Daciolo: 14%
Eymael: 14%
Alvaro Dias: 13%
Boulos: 13%
Vera: 13%
Amoêdo: 12%
João Goulart Filho: 11%
Poderia votar em todos: 1% Não sabe/não respondeu: 10% Observações: os entrevistados podem citar mais de um candidato, portanto os resultados somam mais de 100%; não é possível comparar os resultados desta pergunta com os da rodada anterior, já que Lula não constou como opção de resposta porque sua candidatura foi indeferida. Com informações do G1.
O candidato a presidente da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, visitará a Bahia no próximo dia 21. O estado é o quatro maior colégio eleitoral do país e o maior do Nordeste.
De acordo com a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo, o tucano passará por Salvador e Vitória da Conquista ou Itabuna. É a primeira vez que o candidato virá ao estado durante sua campanha.
Quem esteve hoje (05), no programa Redação Brasil foi o prefeito de Belo Campo Henrique Tigre, o Quinho, do PSD. Quinho comemorou os resultados obtidos no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) nas escolas municipais de Belo Campo, destacando o trabalho em conjunto. Ainda na entrevista, Quinho enumerou os investimentos na educação do município, como construção de quadras, projetos esportivos e de integração, valorização dos professores e muito mais.
Está difícil unir Geraldo Alckmin, candidato tucano ao Palácio do Planalto, e João Doria, candidato tucano ao Palácio dos Bandeirantes, na campanha. De acordo com coluna Expresso, da revista Época, Alckmin tem receio de aparecer ao lado de Doria em especial na capital paulista, onde o ex-prefeito de São Paulo, por ter deixado o cargo precocemente, amarga altos índices de rejeição. Para se encontrarem no domingo (2) em São Bernardo de Campo, foi necessário um esforço demasiado de outros tucanos.