O governador e candidato à reeleição pelo PT, Rui Costa, lidera a corrida pelo governo do estado com 60% das intenções de voto, conforme pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (18). Caso o levantamento se confirme nas urnas, ele venceria o pleito ainda no primeiro turno. O segundo colocado no levantamento é o candidato do DEM, Zé Ronaldo, com 7%.
A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O Ibope entrevistou 1.008 pessoas entre os dias 15 e 17 de setembro e protocolou o levantamento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o registro 01723/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o registro 03445/2018.
Em comparação com a primeira pesquisa para o governo da Bahia divulgada pelo Ibope, Rui Costa cresceu 10% e foi o único candidato que apresentou variação acima da margem de erro. Já Zé Ronaldo caiu 1% em relação à pesquisa feita entre os dias 19 e 21 de agosto.
Rui Costa (PT): 60%
José Ronaldo (DEM): 7%
João Henrique (PRTB): 2%
Marcos Mendes (PSOL): 1%
Célia Sacramento (Rede): 1%
João Santana (MDB): 1%
Orlando Andrade (PCO): 1%
A campanha de Lula gastou R$ 1,5 milhão com advogados para defender o ex-presidente nos processos criminais, segundo o jornal Folha de São Paulo.
De acordo com a publicação, o petista contratou o escritório de advocacia Teixeira, Martins Advogados e, segundo o partido, foi para a prestação de “consultoria ao registro da chapa” do PT.
A candidatura de Lula acabou impedida pelo Tribunal Superior Eleitoral, com base na Lei da Ficha Limpa.
A visita do presidenciável Geraldo Alckmin, que estaria em Vitória da Conquista na próxima sexta-feira (21), foi cancelada. O motivo da suspensão da agenda não foi informado.
Na próxima sexta (21), o candidato a presidente do Brasil, Geraldo Alckmin (PSDB), vai realizar atividade de campanha em Vitória da Conquista. Conforme as informações divulgadas, o ex-governador de São Paulo, vai participar de uma carreata pelas ruas da cidade, com saída prevista do aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo, a partir das 11 horas.
O ex-secretário de Serviços Públicos e de Mobilidade Urbana Esmeraldino Correia, do Governo do prefeito Herzem Gusmão, afirmou para o jornalista Deusdete Dias, apresentador do Redação Brasil, pela Brasil FM, que os boatos jogados ao vento por alguns desavisados que ele teria desistido da candidatura a deputado estadual pelo PSDB, não é correto o boato “contínuo candidato a deputado. Disse Esmeraldino Correia
Uma pesquisa do instituto FSB, contratada pelo banco BTG Pactual, mostra o crescimento de Jair Bolsonaro (PSL), após o ataque sofrido por ele, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
No lavantamento divulgado dia 10 de setembro, o candidato tinha 30%. Nesta segunda-feira (17), a pesquisa divulgada pelo FSB mostra que o presidenciável subiu três pontos e foi a 33%.
A pesquisa mostra ainda o candidato petista, Fernando Haddad, com 16% das intenções de voto, em segundo lugar. O ex-prefeito de São Paulo tinha 8% no levantamento anterior.
Já Ciro Gomes (PDT) tinha 12%, agora aparece com 14%, em terceiro lugar. O tucano Geraldo Alckmin marcou 6%, Marina Silva(Rede), 5%, João Amoêdo (Novo) 4%, Alvaro Dias (Podemos), 2%, Henrique Meirelles (MDB), 2%, e Cabo Daciolo (Patriota), 1%.
Falta menos de um mês para as eleições de 2018 e 13% dos eleitores afirmam estar dispostos a anular seu voto ou votar em branco para presidente. Os dados são da pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (14).
Segundo destaca a Folha de S. Paulo, o voto nulo e branco é o mais forte em 16 anos. E mais da metade dos eleitores estão convictos da decisão, dos que optam pelo voto nulo ou branco, 61% dizem que não mudarão de opinião.
O índice é bem superior ao encontrado em pesquisas Datafolha feitas cerca de um mês antes das eleições de 2014, 2010, 2006 e 2002 — era 6% em 2014 e 4% nas demais.
Nas eleições de 2014, 9,6% dos eleitores de fato anularam ou votaram em branco. Em 2010, foram 7%. A parcela de votos nulos e brancos pode ser superior, segundo o levantamento.
O diretor do Datafolha, Mauro Paulino, considera que o alto índice de intenções de voto nulo ou branco —e de convicção— revela uma “manifestação de descontentamento dos eleitores, de não se sentirem contemplados pela oferta de candidatos e de partidos que está aí”.
“O que a gente tem até aqui mostra ser grande a probabilidade que a gente tenha uma taxa de brancos e nulos maior do que nas últimas eleições”, diz Paulino.
Em busca de popularidade, o candidato a presidente da República Fernando Haddad (PT), que substituiu Luís Inácio Lula da Silva, barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, visitou neste sábado (15) Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia. Durante a campanha, o candidato foi chamado diversas vezes de ‘Andrade’.
“Andrade é o candidato de Lula, tamo junto com ele”, gritava o magarefe Firmino de Sousa Oliveira, 45, pouco antes de o candidato petista chegar à Praça Guadalajara (centro da cidade), onde 2 mil pessoas (segundo a PM) aguardavam o candidato.
O mesmo pensa a estudante do ensino médio Silvia Cássia de Lima, 19, moradora de Poções, cidade vizinha a Vitória da Conquista. “Estamos nos acostumando ainda com Haddad, mas acho que isso não influencia muito”, ela disse.
A cidade baiana é uma das apostas do PT para conseguir votos nas eleições de 2018, pelo fato de a mesma ter sido governada por gestores ligados ao partido entre os anos de 1997 a 2016
Ao comentar sobre o desconhecimento sobre o seu nome numa cidade onde o PT governou por 20 anos, Haddad disse apenas que “isso é normal”, e destacou que “estamos há apenas 3 dias como candidato, uma nova chapa”.
Em Vitória da Conquista, Haddad chegou junto com a vice da sua chapa Manuela D’ávila (PCdoB), e os petistas Rui Costa, governador da Bahia e candidato à reeleição, e o ex-governador Jaques Wagner, candidato ao Senado.
Eles saíram pelas ruas centrais da cidade de 338 mil habitantes em cima de um carro, acompanhado por militantes do PT, PCdoB e membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), além de populares.
Durante o ato político, o carro de som buscava associar o nome de Haddad ao do ex-presidente, que está preso em Curitiba.
Sobre a última pesquisa do Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (14), Haddad destacou o fato de estar “apenas há três dias como candidato”. “Vamos crescer ainda mais, agora que estamos oficialmente na campanha, e vencer essa eleição”.
O Datafolha mostrou crescimento de Haddad nas pesquisas, de 4% para 13%, já com Lula fora da disputa. Petistas que estavam no ato político deste sábado dizem acreditar que Haddad tem potencial para já estar com entre 20% a 30% das intenções de voto.
Para Haddad, seu nome só tende a crescer nas pesquisas, já que a campanha passa a tomar mais forma, com a definição sobre seu nome. “Isso é bom até para não confundir mais o eleitor, no que diz respeito a nomes. Certo é que estaremos todos juntos, lutando também pela libertação de Lula e pelas injustiças desse país”, falou.
Ao final do evento, o candidato do PT à presidência lembrou que como ministro da Educação, durante os governos Lula e Dilma Rousseff (2005 a 2012), foi responsável por aumentar a quantidade de universidades federais no interior baiano, como a Universidade Federal do Oeste o campus Anísio Teixeira, da Universidade Federal da Bahia (UBFA), em Vitória da Conquista. Com informaões do Correio da Bahia
O ministro José Antonio Dias Toffoli tomou posse como presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) para o biênio 2018-2020 em solenidade realizada na tarde desta quinta-feira (13), no plenário da corte, com a presença de autoridades e políticos. Também tomou posse como vice-presidente do tribunal o ministro Luiz Fux.
Participam da solenidade o presidente da República, Michel Temer, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), a procuradora-geral, Raquel Dodge, o presidente da OAB, Claudio Lamachia, a ministra Cármen Lúcia, que transmitiu a presidência a Toffoli, e os demais magistrados da corte.
Entre os convidados, há de representantes da Igreja Católica, como dom Orani Tempesta, até investigados no próprio Supremo ou nas instâncias inferiores, como o ministro Moreira Franco (Minas e Energia), os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e José Serra (PSDB-SP), o ex-governador da Bahia Jaques Wagner (PT), além de Maia, Eunício e Temer.
Também estiveram presentes o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, o comandante do Exército, general Eduardo Villas-Bôas, e advogados que atuam em processos que tramitam no Supremo, como Antônio Carlos de Almeida Castro e Sigmaringa Seixas.
Natural de Marília (SP), Toffoli chega à presidência do STF nove anos após se tornar ministro, nomeado em outubro de 2009 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sua experiência com o Executivo e o Legislativo lhe rendeu capital político, na avaliação de colegas -atributo que deverá ser útil neste momento de protagonismo do Judiciário.
Ele foi advogado-geral da União (2007-09) e subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (2003-05) nos governos Lula. Atuou na Prefeitura de São Paulo em 2001 na gestão de Marta Suplicy, então no PT, assessorou a liderança do partido na Câmara dos Deputados (1995-2000), foi assessor parlamentar na Assembleia paulista (1994) e consultor da CUT (1993).
Também ministrou disciplinas de direito constitucional e direito de família no UniCEUB, em Brasília (1996-2002).
Entre os julgamentos relevantes em matérias constitucionais, a equipe de Toffoli no Supremo destaca três em que o entendimento do ministro prevaleceu no plenário.
O primeiro liberou o fisco para acessar dados bancários dos contribuintes sem necessidade de autorização judicial. O segundo declarou inconstitucional um trecho da lei sobre classificação indicativa -entendeu-se que tal trecho implicava censura prévia.
O terceiro considerou constitucional uma lei estadual de São Paulo que proíbe o uso de qualquer tipo de amianto, considerado nocivo à saúde. No mesmo julgamento, declarou-se inconstitucional uma lei federal de 1995 que permitia o uso do amianto na variedade crisotila.
Na área criminal, são apontados como relevantes a discussão que Toffoli fez sobre a natureza das delações premiadas e uma decisão sua de declarar monocraticamente (individualmente) o trânsito em julgado de um recurso do ex-senador Luiz Estêvão, o que levou o político condenado à prisão.
Quanto à delação premiada, instituto recente no país, veio de Toffoli a definição de que ela se trata apenas de um meio de obtenção de prova, um ponto de partida para a coleta de documentos, e não uma prova em si. Tal definição balizou os debates sobre as delações da Odebrecht e da JBS.
Quanto à prisão de Estêvão, em 2014, Toffoli considerou o recurso do ex-senador meramente protelatório diante da proximidade da prescrição, e determinou a execução da pena -decisão depois referendada pelo plenário.
Por outro lado, o ministro é autor de decisões polêmicas na seara criminal, como a que libertou, em junho, o ex-ministro José Dirceu, que cumpria pena após ter sido condenado em segunda instância na Lava Jato.
Toffoli propôs conceder de ofício (sem que a defesa pedisse) um habeas corpus a Dirceu, no que foi acompanhado pela maioria da Segunda Turma. Ele fundamentou sua decisão na plausibilidade do recurso enviado ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) no tocante ao tamanho da pena -fixada em 30 anos e 9 meses de prisão.
Essa fundamentação foi vista por parte dos ministros como uma forma de driblar a decisão do plenário sobre a execução da pena após condenação em segundo grau. Com informações da Folhapress.
Presidente nacional do DEM e prefeito de Salvador, ACM Neto pediu aos aliados que intensifiquem campanha ao presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) na Bahia. O estado, quarto maior colégio eleitoral do país, é considerado um reduto petista e garantiu nos últimos pleitos vitórias expressivas aos candidatos do partido.
Segundo relataram aliados de ACM Neto a VEJA, candidatos a deputado federal ou estadual — ou da própria chapa majoritária, exceto Jutahy Magalhães, que disputa o Senado — temem perder votos com a exposição associada ao tucano. Por isso a cobrança é direcionada apenas às lideranças políticas que não concorrem a nenhum cargo este ano. A avaliação é que eles não teriam motivos para não se expor.
No grupo do presidente nacional do DEM, também há um temor de um eventual segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
Até em cidades baianas que garantiram vitorias tucanas nas últimas eleições, há um receio de fracasso neste pleito. É o caso de Vitória da Conquista, onde José Serra e Aécio Neves venceram em 2010 e 2014, respectivamente. A gestão “desastrosa” do prefeito da cidade, Hérzem Gusmão (MDB), pode prejudicar Alckmin, segundo interlocutores do prefeito da capital baiana.
Na sexta-feira (21) da próxima semana, Alckmin desembarca em Salvador para uma caminhada da Praça Castro Alves até o Pelourinho, onde haverá um comício. O presidenciável também deve visitar outras cidades do estado. Com informações da Veja