Para fortalecer a agenda em comum, os três sindicatos que representam distintas categorias de servidores municipais adotaram a estratégias de unificar suas ações e promover atos comuns. A unificação das agendas, proposições, assembleias deliberativas e manifestações para negociação do reajuste salarial está tendo seu primeiro episódio agora pela manhã, com uma barulhenta caminhada de servidores e sindicalistas pelas principais ruas do centro comercial.
O Sindicato dos Servidores Municipais de Vitória da Conquista ( SINSERV), o Sindicato do Magistério Público Municipal de Vitória da Conquista ( SIMMP) e o Sindicato de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate as Endemias ( SINDACS), organizaram o ato, que teve início com concentração e falas em frente à Prefeitura Municipal. Depois, os manifestantes fizeram um pit stop na porta da Câmara de Vereadores e seguiram gritando palavras de ordem pelas ruas do centro.
O vice-presidente do Sinserv, José Marcos dos Santos Amaral, afirmou que unificar os sindicatos em defesa do servidor municipal é um importante passo rumo às rodas de negociação”. A diretora de Formação Sindical do Simmp, Ana Cláudia da Mata, disse que a negociação salarial passa a ser “uma causa única e conjunta dos sindicatos reunidos”. Rita Suzana, coordenadora estadual do Sindacs, avalia a unificação como positiva para o fortalecimento das categorias. “A proposta inicial do governo era começar cedo as negociações para que as concluíssemos até maio e essa promessa não foi cumprida”.
O deputado federal Jorge Solla tem sido um dos parlamentares mais críticos ao Governo Bolsonaro, condenando principalmente o conteúdo da Reforma da Previdência que, segundo ele, vai prejudicar enormemente o conjunto da população brasileira. Solla informou que tem percorrido diversos municípios baianos discutindo o assunto com a população e que no próximo sábado (8) estará em Vitória da Conquista, acompanhado do ex-prefeito Guilherme Menezes e de vereadores petistas.
Confira a participação do Dep. Jorge Solla no Redação Brasil
A presidente da associação de professores da UESB, Soraya Adorno, conversou ao vivo de Salvador com os jornalistas Deusdete Dias e Maciel Júnior, no Redação Brasil desta quinta-feira (6), e falou sobre a relação tumultuada entre o governo do Estado e a categoria, em greve desde abril. A docente lamentou que o governador Rui Costa tenha deslocado forças policiais para proteger a Secretaria de Educação, onde os grevistas estão acampados desde terça-feira (4).
Soraya Adorno também condenou a postura do governo de negar abrigo aos professores nas dependências da Secretaria de Educação depois que um temporal atingiu a capital baiana. Segundo ela, faltou sensibilidade ao comando policial, que os obrigou a permanecer ao relento, apesar das argumentações da categoria, que esclareceu os riscos de um novo temporal.
“Todas as nossas barracas que estavam em frente a Secretaria de Educação do Estado da Bahia molharam, nossas roupas, nossos colchonetes, todos os nossos pertences. Já prevendo que a chuva iria continuar, […] entramos na Secretaria Ciência e Tecnologia para nos abrigar e fomos recebidos pela Polícia Militar, do governo Rui Costa, de maneira ostensiva, violenta, sem compreender que nós […] não poderíamos continuar ao relento”, conta Soraya Adorno, presidente da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
Confira a participação de Soraya Adorno direto de Salvador para o Redação Brasil
Os três sindicatos que reúnem os funcionários públicos municipais de Vitória da Conquista (Sinserv, Simmp e Sindacs) realizarão nesta quinta-feira (06), às 8h30, mobilização em frente à prefeitura. O movimento unificado tem como principal reivindicação o reajuste salarial 2019.
A mobilização contará uma assembleia permanente unificada e caminhada com manifestação até a Av. Lauro de Freitas.
A decisão de unificação do movimento aconteceu na última terça-feira (04). Os sindicatos alegam que o governo municipal tem se negado a negociar as cláusulas econômicas das campanhas salariais. O acordo de unificação prevê que todas as agendas referentes à campanha salarial sejam realizadas conjuntamente pelos três sindicatos.
Para o vice-presidente do Sinserv, José Marcos dos Santos Amaral, “apesar de cada categoria ter pautas diferenciadas, unificar os sindicatos em defesa do servidor municipal é um importante passo rumo às rodas de negociação”.
A diretora Pedagógica e de Formação Sindical do Simmp, Ana Cláudia da Mata, reforçou afirmando que a negociação salarial passa a ser “uma causa única e conjunta dos sindicatos reunidos” e cobrou a sensibilidade do governo municipal para o ano que avança ao segundo semestre sem fechamento do acordo coletivo.
Rita Suzana, coordenadora estadual do Sindacs, questiona o não cumprimento da data-base 2019. “A proposta inicial do governo era começar cedo as negociações para que as concluíssemos até maio e essa promessa não foi cumprida”.
Fonte: Blog do Sena
O distrito de São Sebastião receberá a segunda edição das sessões itinerantes da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) nesse ano de 2019. A sessão acontecerá nesta quarta-feira, 5, às 19 horas, na Escola Municipal Euclides da Cunha. Na ocasião, os vereadores poderão apresentar as ações e projetos do Poder Legislativo Municipal para a população de São Sebastião, e os moradores terão a oportunidade de utilizar o espaço da Tribuna Livre para cobrar as principais demandas da região, e também para falar sobre a atuação do Poder Público na região. “Nem todas as pessoas podem vir participar das sessões na zona urbana. E é por isso que a Câmara precisa ir até às comunidades, prestar conta do nosso trabalho e ouvir a população. A Casa do Povo precisa da participação do povo”, ressalta o presidente da Câmara, Luciano Gomes. As Sessões Itinerantes são uma forma de promover a participação da população da zona rural nas discussões do Legislativo, através da ampliação dos debates sobre assuntos de interesse da comunidade.
Professores e estudantes das Universidades Estaduais da Bahia avançaram na luta e montaram acampamento na Secretaria Estadual de Educação (SEC), em Salvador, na terça-feira (4). A ação é um protesto à truculência do governo Rui Costa (PT), que impediu o acesso do movimento grevista ao prédio para entrega da contraproposta aprovada pelas assembleias docentes e se recusa a negociar o documento. Ao chegarem na Secretaria de Educação para a realização da Plenária das Universidades Estaduais, professores e estudantes foram recebidos com barreiras de contenção e o pelotão de choque da Polícia Militar, que já se encontrava dentro do prédio. O Fórum das ADs tentou protocolar a contraproposta, porém foi impedido. ( Continue lendo → → → )
A polêmica do fechamento das escolas na zona rural e o anúncio pela Prefeitura Municipal do projeto de nucleação voltaram à pauta. Estiveram reunidos para debater os temas o Conselho Municipal de Educação, o SIMMP, a Comissão de Educação da Câmara de Vereadores e a Secretaria Municipal de Educação, representada pelo secretário Esmeraldino Correia.
Confira o que disseram ao Redação Brasil:
Presidente da Comissão de Educação da Câmara de Vereadores, Coriolano Moraes
Membro da Comissão de Educação e Lider do Prefeito na Câmara, Jorge Bezerra
Membro do Conselho Municipal de Educação, Luiz Ibiapaba
A polêmica do fechamento das escolas na zona rural e o anúncio pela Prefeitura Municipal do projeto de nucleação voltaram à pauta. Estão reunidos, neste momento, para debater os temas o Conselho Municipal de Educação, o SIMMP, a Comissão de Educação da Câmara de Vereadores e a Secretaria Municipal de Educação, representada pelo secretário Esmeraldino Correia.
Mais informações a qualquer momento com o jornalista Fábio Sena que está no local.
“O Brasil não pode mais ser o país das eleições, que todo ano tem eleição e com o custo alto para os cofres públicos”. Com essas palavras o presidente da União dos Municípios as Bahia (UPB), vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro, deu início a 2ª edição do Movimento Pró Município, na manhã desta segunda-feira, dia 3, em Salvador. O evento, que destaca pautas municipalistas, em especial a unificação das eleições, contou com a participação de mais de 2 mil pessoas, incluindo prefeitos, vereadores, deputados estaduais, federais, senadores e o governador Rui Costa.
Antes de iniciar a marcha em direção a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), os participantes se reuniram em frente à sede da UPB. Momento em que o diretor da UPB e prefeito de Belo Campo, José Henrique Silva Tigre, leu a Carta Municipalista, que elencou os pleitos de prefeitos e vereadores baianos e foi entregue ao presidente da Alba, Nelson Leal. O principio da economicidade é o principal motivo para que se almejem a unificação das eleições. “Queremos que vocês, deputados e senadores, levem a nossa voz porque essa é uma questão de economia e fortalecimento da democracia”, afirmou Eures Ribeiro.
Eures lembrou que essa é uma pauta de todos os municípios brasileiros. Também por esse motivo o evento contou com a participação do presidente da CNM, Glademir Aroldi. Dois grandes motivos reforçam a importância dessa pauta: o alto custo de eleições a cada dois anos e a necessidade de alinhar orçamentos. “O custo de uma eleição municipal está em torno de R$12 bilhões, sendo que 80% desse valor é dinheiro público. Ano passado tivemos eleições e no ano que vem vamos ter de novo. Os municípios encaminharam para as câmaras de vereadores e aprovaram o plano plurianual em 2017 e, agora em 2019, são os estados e a união estão encaminhando e votando seus planos plurianuais, ou seja, os orçamentos não se conversam”.
Durante a participação na 2ª edição do Movimento Pró Município, na manhã desta segunda-feira, dia 3, no CAB, em Salvador, o governador Rui Costa se comprometeu a iniciar o pagamento do royalties do Petróleo em janeiro de 2020. “Já determinei ao meu procurador que até dezembro possa chegar a um entendimento com a UPB para praticar, a partir de janeiro de 2020, esse acordo com todos os municípios da Bahia”, garante. Em sua fala, Rui lembrou que durante os quatro anos do seu primeiro mandato conseguiu antecipar recursos, “como uma forma de ajudar os prefeitos a fecharem contas e organizarem suas finanças”. Sobre repasses desse ano, Rui tranquilizou os prefeitos. “Quero reforçar que nós não levaremos para o segundo semestre nenhum passivo do primeiro semestre desse ano. Vamos deixar todos os valores pagos”.
O prefeito de Belo Campo, José Henrique Silva Tigre, o popular Quinho, participou da Marcha dos Prefeitos e comemorou esta vitória do movimento municipalista. Em entrevista aos jornalistas Deusdete Dias e Maciel Júnior, no Redação Brasil desta terça-feira (34), Quinho afirmou que a Bahia é o único estado da Federação que não repassa os royalties do Petróleo aos municípios. Ainda segundo ele, a falta de repasse prejudica as administrações em questões básicas e a retomada do pagamento vai aliviar o poder público e permitir o investimento desse recurso em diversas áreas. "Foi uma vitória do movimento esta decisão do governador Rui Costa de determinar o pagamento desses royalties do Petróleo".