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Segundo advogado, ela não compareceu por problemas de saúde; ex-ministro será ouvido na quarta-feira (31)

A mãe do ex-ministro Geddel Vieira Lima, Marluce Vieira Lima, não compareceu à audiência que ocorreu nesta terça-feira (30), em Salvador, no processo do Supremo Tribunal Federal (STF) em que é investigada pelos R$ 51 milhões, encontrados em um apartamento da capital baiana no ano passado.

Marluce foi representada pelo advogado Gamil Foppel, que representa a família Vieira Lima no caso. Em entrevista ao G1, o defensor disse que a cliente não compareceu à audiência por conta de problemas de saúde. Ele apresentou dois atestados e uma prescrição médica para justificar a ausência de Marluce.

Também foram convocados para prestar depoimento o empresário Luiz Fernando Machado da Costa Filho e o ex-assessor do deputado Lúcio Vieira Lima, Job Ribeiro Brandão. Eles compareceram à audiência, mas o conteúdo da oitiva não foi divulgado.

O depoimento de Geddel, em Brasília (DF), onde está preso, está marcado para esta quarta-feira (31).

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O vereador Rodrigo Moreira deve retornar a qualquer momento à Câmara Municipal de Vitoria da Conquista. Ele tinha sido afastado pela Justiça por conta de uma operação da Policia Federal

Afastado desde o dia 30 de agosto deste ano, o parlamentar é acusado de ter usado sua influência política para conseguir empregos em troca de votos no novo presidio da cidade. De volta às atividades parlamentares, ainda de acordo com o Blog do Sena, Rodrigo já deve retornar na próxima sessão da câmara.

Durante o tempo que ficou afastado, o vereador manteve a remuneração, os funcionários de gabinete e o seu suplente chegou a ser convocado via liminar pela justiça.

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Segundo os comunicadores Deusdete Dias e Ricardo Gordo, do programa Redação Brasil. O novo presidente será o parlamentar Luciano Gomes (PR), tendo como vice Gilmar Ferraz (MDB) e 1º secretário Valdemir Dias (PT). Os outros membros da possível nova mesa ainda não foram divulgados.

Para a liderança da bancada de oposição o nome escolhido é o da vereadora Márcia Viviane, do PT. O radialista Luís Carlos Dudé (PTB), que atualmente é o líder do prefeito Herzem Gusmão, vai continuar na função.

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Presidente eleito ainda falou sobre governar para minorias e flexibilização do porte de armas

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) fez um convite ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos julgamentos da Operação Lava Jato em primeira instância, e indicou que quer o magistrado no Ministério da Justiça ou como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista à Record hoje (29), ele declarou a medida já vinha sendo estudada por ele antes do fim do pleito.

“Agora que passou o período eleitoral eu posso falar. Poderia parecer oportunismo. Eu pretendo indicá-lo sim. Não só para o Supremo, mas também para o Ministério da Justiça. Ele seria de extrema importância para um governo como esse”, declarou Bolsonaro.

Questionado se vai governar para as minorias, o presidente eleito perguntou o que seria o grupo. “Nós somos todos, segundo o artigo quinto da Constituição. Não podemos pegar certas minorias e achar que têm superpoderes.  Se conseguirmos igualdade, todos estarão satisfeitos”, afirmou o presidente.

Sobre a questão armamentista, Jair Bolsonaro respondeu sobre possíveis riscos com o alto número de pessoas armadas com a liberação. Para ele, é necessário “abandonar o politicamente correto”. “Se for pensar dessa maneira, tem que proibir dirigir carro no Brasil. Quem quiser ter uma arma, tem que ser responsabilizado por ela. Quem quer fazer maldade não precisa comprar arma no mercado. E fácil adquiri no mercado paralelo. Temos que abandonar o politicamente correto. Mais do que garantir a vida, uma arma de fogo garante a liberdade do povo”, finalizou.

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Nas três maiores cidades da Bahia, Haddad levou a maioria dos votos

Apesar de ter perdido a eleição na Bahia, onde Fernando Haddad (PT) teve 72% dos votos, Jair Bolsonaro (PSL) levou a melhor em quatro municípios.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o capitão da reserva venceu em Luis Eduardo Magalhães (58,80%), Itapetinga (53,69%), Buerarema (55,26%) e Teixeira de Freitas (50,97%).

Nas três maiores cidades da Bahia, Haddad levou a maioria dos votos. Em Salvador, a capital, o petista teve 68,59% dos votos. Em Feira de Santana, o professor universitário teve 62,85%. Já em Vitória da Conquista, 58,07%.

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O general Hamilton Mourão lamentou na noite de ontem o orçamento das Forças Armadas, mas disse que o governo não pode privilegiar o setor, publica o Estadão.

“Da forma como está hoje, não há como a gente privilegiar as Forças Armadas. É o dilema da economia: canhão ou manteiga. Ou você privilegia as Forças Armadas ou você privilegia as outras coisas que o Brasil precisa, e as Forças compreendem isso.”

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A avaliação no partido é que Haddad foi alçado à condição de liderança nacional

Apesar de derrotado nas eleições presidenciais deste domingo (28), Fernando Haddad tem o aval do ex-presidente Lula para decidir que tarefa vai assumir à frente do PT durante o governo de Jair Bolsonaro (PSL).

Em conversas com aliados que o visitaram em Curitiba na semana passada, Lula recomendou que Haddad seja consultado sobre suas expectativas e como pretende desempenhar o papel de líder da oposição daqui para frente.

Embora a campanha petista tenha sido errática em diversos momentos e demorado para detectar e reagir à onda pró-Bolsonaro, a avaliação no partido é que Haddad foi alçado à condição de liderança nacional.

Isso porque, com um discurso que tentou extrapolar o PT e vencer o sentimento antipetista, o ex-prefeito de São Paulo carregou a militância e atores de fora do espectro do partido em torno de um discurso único, pela defesa da democracia.

Os dirigentes da sigla sabem que será preciso enfrentar o antipetismo -principal ingrediente de uma eleição tão polarizada- e que, portanto, a figura de Haddad será relevante para as costuras e diálogo para além do PT.

Uma reunião da executiva ampliada petista já foi marcada para terça-feira (30), em São Paulo, para discutir o futuro partidário.

Nesta segunda (29), Emidio de Souza, que coordenou a campanha de Haddad, deve ir a Curitiba ouvir as recomendações de Lula.

Auxiliares de Haddad afirmam que sua disposição inicial é insistir na formação de uma frente democrática que se contraponha a Bolsonaro, sem necessariamente ocupar um cargo formal no comando do PT.

Durante o segundo turno, Haddad viu frustrada sua tentativa de compor o arco também com atores políticos de oposição ao PT, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Apesar de não conseguir o apoio explícito de Ciro Gomes (PDT), na reta final o petista recebeu declaração de voto de Marina Silva (Rede) e do ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa.

Relator do mensalão, o magistrado foi algoz de José Dirceu, José Genoino e João Paulo Cunha.A avaliação dos petistas é que os 47 milhões de votos que Haddad teve no segundo turno o credenciaram para liderar a oposição e também ampliar a campanha pela libertação de Lula, até mesmo fora do país.

“Vamos entrar firme no ‘Lula livre’, por um julgamento justo”, afirmou Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, ressaltando que o país termina a eleição dividido e, na sua opinião, mais politizado.

O primeiro turno, dizem os petistas, foi uma demonstração da força e popularidade de Lula -que levou seu afilhado político até o fim da corrida pelo Planalto- mas é consenso que o PT não pode mais depender exclusivamente do ex-presidente.

A tese é que é preciso dar espaço a lideranças novas, inclusive fora da burocracia partidária, como é o caso de Haddad.

Aos 73 anos, o próprio ex-presidente reconhece que, mesmo na remota hipótese de sair da prisão num governo Bolsonaro, não terá condições de comandar a oposição por muito tempo -reflexo do sentimento antipetista que tomou o país.

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O deputado federal Waldenor Pereira esclarece que, ao acompanhar um familiar para o exercício do voto, no colégio Paulo VI, na cidade de Vitória da Conquista, na Bahia, foi abordado e filmado por fiscais da candidatura de Jair Bolsonaro, que o acusaram de supostamente estar promovendo aglomeração de pessoas, quando, na verdade, respondia os cumprimentos de populares.

Ao cogitarem acionar a polícia militar, o parlamentar concordou com a iniciativa e permaneceu no local. Após ouvir as partes, a autoridade policial, com zelo e isenção, deu o episódio por encerrado, o que atesta que nenhum ilícito estava sendo praticado.

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Já no Ceará, Haddad levou 71% dos votos e o candidato eleito 28%.

Candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad saiu vitorioso nas urnas da Bahia. O estado deu mais de 72% dos votos ao petista. Eleito presidente hoje (28), Jair Bolsonaro teve 27% dos votos.

Em todo Nordeste, o candidato do PT teve vantagem sobre o capitão da reserva. Em Sergipe, Haddad teve 67% dos votos, contra 32% dos votos de Bolsonaro. Em Alagoas, o petista levou 60% dos votos, Bolsonaro 39%.

Em Pernambuco, Haddad também teve 66%. Jair Bolsonaro teve 33%. Na Paraíba, o candidato do PT teve 76% contra 23% de Bolsonaro. No Rio Grande do Norte, os votos de Haddad foram menos expressivos: 63%, contra 36% de Bolsonaro. No Maranhão, Haddad teve 72% dos votos, contra 27 de Bolsonaro.

Já no Ceará, Haddad levou 71% dos votos e o candidato eleito 28%.

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Jair Bolsonaro é o novo presidente do Brasil. Depois do impeachment de Dilma Rousseff, do encarceramento de Lula e do fim do PSDB, os eleitores decidiram dar uma guinada histórica. A partir de hoje, o país tem a chance de se reinventar. Bolsonaro enfrentará fortes turbulências, e o país juntamente com ele.

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