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O deputado estadual Fabrício Falcão (PCdoB) afirmou que a Reforma da Previdência proposta por Jair Bolsonaro é injusta, porque prejudica a população mais vulnerável e ataca os trabalhadores. O pronunciamento foi feito na manhã desta segunda-feira, 20, na sessão especial da Assembleia Legislativa da Bahia que debateu a Reforma da Previdência. A sessão foi proposta pelo deputado Fabrício, a Mesa Diretora da Casa e o deputado federal Daniel Almeida (PCdoB).

Assembléia Legislativa

O deputado Marcelo Ramos (PR-AM), presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, também participou da sessão. Ele afirmou que a gestão de Bolsonaro não dialoga com os outros poderes, um prejuízo para a democracia. Segundo o presidente, está sendo preparado um substitutivo para a reforma de Bolsonaro.

Para Fabrício, a sessão foi muito produtiva. Participaram do debate sindicatos e outras representações, além de parlamentares como Daniel Almeida (PCdoB), Alice Portugal (PCdoB) e Nelson Leal (PP), este presidente da Assembleia. O deputado Fabrício destacou que continuará a realizar ações em defesa da aposentadoria.

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A Casa do Povo abordará, durante a sessão especial desta quarta-feira, 22, o dia do trabalhador e da trabalhadora rural. O objetivo é esclarecer, principalmente para o público-alvo, seus direitos  e ressaltar as lutas e conquistas desse povo.

No evento serão discutidas, entre outras coisas, a proposta da reforma da presidência e seus impactos para o trabalhador do campo, além de propor ações de melhorias para a vida e para o dia a dia de cada um deles.

A sessão mista é uma iniciativa do mandato da vereadora Nildma Ribeiro (PCdoB). A Casa do Povo estará aberta para que autoridades, especialistas e toda a comunidade esteja discutindo o tema.

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Na próxima terça-feira (28), às 14h, a Câmara de Vereadores promove uma audiência pública sobre a campanha “Maio Amarelo”. O intuito é chamar a atenção da população conquistense para os altos índices de mortes e feridos em todo o mundo.

No evento serão discutidas ações por parte do poder público e da sociedade civil para evitar acidentes de trânsito e manter a segurança de motoristas e pedestres no trânsito de Conquista.

A audiência pública é uma iniciativa do mandato do vereador Fernando Jacaré (PT). A Casa do Povo estará aberta para que autoridades, especialistas e toda a comunidade esteja discutindo o tema.

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Na sessão ordinária desta sexta-feira, 17, o vereador Fernando Jacaré (PT) engrossou a crítica à ação de agentes da Secretaria Municipal de Serviços Públicos contra o comércio de ambulantes. Na última quarta, 15, agentes chegaram a apreender um carrinho de frutas e foram acusados de atuar com truculência. Para Jacaré, a Câmara deve reagir e cobrar explicações, pois é papel do Legislativo defender a população. Ele frisou que os ambulantes são pais de família em busca da sobrevivência.
Em sua fala, o parlamentar destacou o evento no Memorial Câmara. Na noite desta quinta-feira, 16, a Orquestra Conquista Sinfônica se apresentou no espaço com um repertório estilo Barroco. Na oportunidade, os maestros João Omar e Elton Becker foram homenageados com uma moção de aplauso pelo trabalho que vêm desenvolvendo. A homenagem foi proposta por Jacaré e recebeu o apoio da Casa.
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As eleições municipais começam a se aproximar e o acirramento político está aumentando na Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC). Durante a sessão desta sexta-feira(17), houve uma discussão entre os vereadores Edjaime Rosa Bibia (MDB) e Cícero Custódio (PSL) devido a autoria de indicações e obras para a população.

O desentendimento aconteceu durante o pronunciamento de Bibia que pedia a recuperação de estradas da região de Maria Clemência, zona rural do município. O vereador questionou a atitude de colegas (sem citar nomes) que fizeram a mesma indicação. “Estou vendo aqui indicações que eu já pedi para retirar. Parece que não conhece o trabalhador do vereador  e nem a região”, disse.

Imediatamente, Cícero Custódio, que faz parte da mesa diretora da Câmara, começou a retrucar (a fala não foi capitada pelo microfones), e Bibia (que fazia uso da tribuna) disparou: “Colega vereador, se a carapuça está servindo, o senhor que faz parte dessa mesa poderia ser mais educado e retirar a indicação”. E completou: “Quero saber que poder todo é esse que você tem, e se a presidência não vai tirar a indicação”.

Os ataques de Bibia a Cícero continuaram. “Tem vídeos do senhor, na região, entrando e saindo do “Minha Casa, Minha Vida” como se fosse autor”, disse. “Fica pongando nas obras. Ali é do Governo Federal. Não pertence a nenhum vereador”, disparou.

O presidente da Câmara, Luciano Gomes (PR) conteve a discussão acalmando Cícero: “O vereador não citou nomes”, disse. O vereador Cícero Custódio se retirou do plenário em tom de protesto.

Fonte: Blitz Conquista

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Na sessão ordinária desta sexta-feira, 17, o vereador Valdemir Dias (PT) afirmou que o município vive tempos difíceis. Ele destacou que se avolumam os problemas provocados pela gestão municipal como a crise no transporte público, o fechamento de escolas e truculência da gestão com ambulantes. Ele lembrou que o país amarga quase 14 milhões de desempregados. Dias afirmou que a Reforma Trabalhista, considerada “benção” pelo atual prefeito, agravou o desemprego, apesar das promessas de que seria a solução para a criação de empregos.

Em sua fala, Valdemir comentou a decisão da prefeitura em fechar escolas na zona rural. Ele afirmou que a ação é ilegal. O vereador citou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), nº 12.060/2014. O parágrafo único do artigo 28 dispõe: “O fechamento de escolas do campo, indígenas e quilombolas será precedido de manifestação do órgão normativo do respectivo sistema de ensino, que considerará a justificativa apresentada pela Secretaria de Educação, a análise do diagnóstico do impacto da ação e a manifestação da comunidade escolar”.

Valdemir foi taxativo ao afirmar que a comunidade não foi ouvida sobre essa decisão. Ele frisou que a prefeitura está fechando de forma aleatória e sem consultar as comunidades. Outro problema apontado é a insuficiência de transporte escolar.

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O vereador Cori, membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis em Vitória da Conquista, concedeu uma entrevista para a MEGA contando sobre os próximos passos da CPI que visa investigar o preço dos combustíveis no município.

A CPI dos Postos de Combustíveis se juntará à CPI do Gás de Cozinha, que já foi iniciada e tem como presidente o vereador Professor Cori como presidente e o vereador Sidney Oliveira (PRB) como relator. Os membros são os vereadores Cícero Custódio (PSL), Rodrigo Moreira (PP) e Hermínio Oliveira (PPS) como membros.

Cori afirmou que já foi estabelecida uma linha de trabalho para as investigações no município e considera que os atuais valores na venda da gasolina são elevados.

“O preço dos combustíveis em Vitória da Conquista é exorbitante ou por mais elevado e queremos entender isso. Então dessa forma discutir o preço praticado na refinaria e o que ocorre no transporte, na venda final que são nos postos e porque dessa diferenciação para mais quando se trata do município” disse ele.

Diversos postos da região estão sendo mapeados para que dados sejam apresentados de forma documentada. Tal ação apontará os mecanismos que definem a planilha de preço e o custo posto-funcionário para que seja identificado a causa desses valores.

Cartel em Conquista 

Cori aponta que o possível cartel no município “não é algo simples de ser comprovado”. Para o vereador é necessária “uma linha de provas, muito robusta”. 

Após a fiscalização, investigação e o recolhimento dos dados, a câmara diante dos resultados obtido pode enviar tais dados para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),orgão responsável por destacar se existe ou não um cartel na cidade.

Fonte> Mega Rádio VCA

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Ainda era noite de terca-feira (14) no Brasil quando o governador Rui Costa, anunciou, através das suas redes sociais, que a empresa chinesa CGN Energy International Holdings investirá R$ 1 bilhão em energia solar e eólica na Bahia. A garantia foi dada pelo presidente da companhia, Zeng Qi Bo, durante reunião com o governador na cidade de Shenzen, já manhã de quarta-feira (15) na China. Este é o último dia da missão do Governo do Estado no país asiático.

“Uma notícia maravilhosa. Um investimento de R$ 1 bilhão em energia eólica e energia solar na Bahia, na região de Caetité, Tanque Novo, em Morrinhos e Bom Jesus da Lapa. Estamos voltando hoje para o Brasil ainda mais alegres do que saímos, com tantos investimentos que estamos levando para a Bahia”, disse o governador em vídeo publicado em suas redes sociais. No final de junho, diretores da empresa realizarão uma solenidade na Bahia para detalhar esses investimentos no estado.

O anúncio da CGN acontece após o grupo chinês negociar com a italiana Enel Green Power a compra de duas plantas de energia renovável na Bahia, o parque solar de Bom Jesus da Lapa e o parque eólico em Cristalândia.

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Todos os estados e o Distrito Federal registraram, nesta quarta-feira (15), manifestações contra o bloqueio de recursos para a educaçãoanunciado pelo Ministério da Educação (MEC). Pela manhã, houve atos em ao menos 149 cidades. Universidades e escolas também fizeram paralisações após convocação de entidades ligadas a sindicatos, movimentos sociais e estudantis e partidos políticos.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que não gostaria de contingenciar verbas, mas que isso é necessário. Ele também declarou que os manifestantes são “uns idiotas úteis, uns imbecis”.

“A maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil”, afirmou Bolsonaro nesta quarta, durante visita ao Texas (EUA).

Alunos e professores protestam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra os cortes na educação — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Alunos e professores protestam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra os cortes na educação — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Resumo
  • MEC bloqueou 24,84% dos gastos não obrigatórios dos orçamentos das instituições federais. Essas despesas incluem contas de água, luz e compra de material básico, além de pesquisas
  • As verbas obrigatórias (86,17%), que incluem salários e aposentadorias, não serão afetadas
  • Sindicatos e movimentos estudantis convocaram um dia de greve contra cortes de verbas que, segundo eles, podem paralisar as universidades
  • O ministro interino da Economia, Marcelo Guaranys, disse que a arrecadação do governo foi abaixo do esperado e, por isso, foi feito o congelamento temporário de verbas
  • O ministério informou que “está aberto ao diálogo” e que o ministro se reuniu com reitores de federais

Veja a situação dos protestos nos estados

São Paulo

Protesto fecha portão da USP — Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Protesto fecha portão da USP — Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Na capital paulista, estudantes e professores da Universidade de São Paulo (USP) — que é estadual, mas foi afetada pela suspensão de bolsas de pós-graduação — fecharam uma das entradas da instituição, na Zona Oeste da cidade.

Estudantes secundaristas também faziam manifestação, pouco depois das 7h, pelas ruas de Higienópolis, bairro nobre da região central de São Paulo.

Protesto no Largo do Rosário, em Campinas, contra bloqueio de verbas da Educação. — Foto: Luciano Calafiori/G1

Protesto no Largo do Rosário, em Campinas, contra bloqueio de verbas da Educação. — Foto: Luciano Calafiori/G1

Em Campinas, no interior do estado, houve dois atos. Em um deles, a avenida que dá acesso aos câmpus da Unicamp e da PUC-Campinas foi bloqueada no início da manhã estudantes. Em seguida, manifestantesencheram o Largo do RosárioEm Sorocaba, também no interior, ao menos uma escola e uma faculdade ficaram sem aula.

Em Santos, no litoral, petroleiros também se juntaram ao movimento, que também incluiu a defesa das refinarias e o protesto contra a privatização e a reforma da Previdência. Em Bauru, estudantes e professores protestaram em ato em frente à Câmara Municipal. Estudantes e servidores de Boituva também participaram de ação na Praça da Matriz.

Também no interior, estudantes da USP e da Unesp fizeram atos em Ribeirão Preto e em Jaboticabal, além de Presidente Prudente. Em Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano, no Alto Tietê, professores e estudantes se manifestaram pela manhãAraraquara, Rio Claro e São Carlos também registram atos de alunos.

Rio de Janeiro

No Rio, universidades e escolas suspenderam as atividades para protestar. No início da manhã, não havia movimentação em escolas tradicionais como o Colégio Pedro II. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro estão entre as que confirmaram paralisação.

Na Região Serrana há manifestações em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo e algumas escolas estão sem aulas.

Bahia

Protesto reúne multidão em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia

Protesto reúne multidão em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia

Na Bahia, escolas públicas e particulares de Salvador amanheceram sem aula. A suspensão das atividades ocorre somente nesta quarta.Estudantes e professores fizeram protesto no Centro da cidade que, segundo organizadores, reuniu 50 mil pessoas. A PM não divulgou estimativa de público até a última atualização desta reportagem.

Manifestações também foram realizadas em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Juazeiro do Norte, no interior do estado.

Ceará

Estudantes, professores e servidores fazem manifestação no Centro de Fortaleza — Foto: Natinho Rodrigues/SVM

Estudantes, professores e servidores fazem manifestação no Centro de Fortaleza — Foto: Natinho Rodrigues/SVM

Em Fortaleza, um grupo de estudantes de instituições federais do Ceará bloqueou a Avenida da Universidade, no Bairro Benfica. O ato começou por volta das 5h. Por volta de 7h20, os estudantes desbloquearam a via e seguiram para outro protesto no Centro de Fortaleza.

Juazeiro do Norte, Tauá, Crato, Sobral Cedro, Iguatu , Canindé, Crateús, Quixadá e outras cidades do interior do Ceará também tiveram mobilização de estudantes e professores.

Minas Gerais

Belo Horizonte (MG) tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Antônio Salaverry/Arquivo pessoal

Belo Horizonte (MG) tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Antônio Salaverry/Arquivo pessoal

Em Belo Horizonte, estudantes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) participaram dos atos, que começaram às 7h na na Avenida Amazonas, no bairro Nova Suíça. Eles carregavam faixas com dizeres como “Luto pela educação” e “A aula hoje é na rua”. Os protestos se espalharam por outras partes da cidade e concentraram o maior público no Centro.

Escolas municipais e estaduais, além de universidades e instituto federais das regiões da Zona da Mata e Campo das Vertentes também aderiram à paralisação.

Na região de Montes Claros servidores e estudantes aderiram ao movimento. Houve protestos em Almenara, Araçuaí, Janaúba, Porteirinha, Januária, Pirapora, Salinas e Teófilo Otoni.

Em Uberaba, alunos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) fizeram uma passeata. Em Divinópolis, servidores da rede municipal e estadual de ensino paralisaram as atividades.

No leste e no nordeste de Minas Gerais, estudantes e professores realizam um ato em Governador Valadares.

No Sul de Minas, atos ocorreram em Varginha e Poços de Caldas.

Sergipe

Em Aracaju, os manifestantes bloquearam um dos acessos ao campus da Universidade Federal de Sergipe. Estudantes também se concentraram na porta do Instituto Federal de Sergipe (IFS).

Tocantins

Estudantes bloqueiam portão de entrada da UFT em Palmas — Foto: Yonny Furukawa/TV Anhanguera

Estudantes bloqueiam portão de entrada da UFT em Palmas — Foto: Yonny Furukawa/TV Anhanguera

Em Palmas, estudantes fecharam o portão de entrada da Universidade Federal do Tocantins e da Universidade Estadual do Tocantins. Com cartazes e latas, os manifestantes faziam barulho e gritam palavras de ordem pedindo mais atenção para educação.

No interior do estado, também há manifestações em Gurupi, Araguaína, Dianópolis e Araguatins.

Pernambuco

Protesto contra o bloqueio de verbas na educação e a reforma da Previdência em Caruaru — Foto: Anderson Melo/TV Asa Branca

Protesto contra o bloqueio de verbas na educação e a reforma da Previdência em Caruaru — Foto: Anderson Melo/TV Asa Branca

Em Pernambuco, houve paralisação de professores de universidades federais. Na Zona Oeste do Recife, professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) fizeram atendimento à população gratuitamente, como formar de conscientizar sobre a importância do serviço prestado. Em Caruaru, no Agreste pernambucano, e em Serra Talhada, no Sertão, manifestantes também foram às ruas.

Distrito Federal

Protesto contra bloqueio de verbas na Educação ocupa parte da Esplanada dos Ministérios, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Protesto contra bloqueio de verbas na Educação ocupa parte da Esplanada dos Ministérios, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

No DF, escolas da rede pública de ensino suspenderam as aulas nesta manhã. Na Esplanada dos Ministérios, manifestantes se reuniram em frente à Biblioteca Nacional e seguiram pela via em direção à Praça dos Três Poderes. Por volta de 11h20, a PM estimava cerca de 15 mil manifestantes. Os organizadores falavam em 50 mil pessoas.

Paraíba

Na Paraíba, instituições públicas de ensino básico, fundamental, médio e superior suspenderam as atividades. Além da capital, João Pessoa, cidades como Campina Grande, Sousa e Areia tiveram protestos.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, escolas e universidades pararam as atividades. Em Porto Alegre, a Polícia Militar usou gás lacrimogênio e bombas de efeito moral para dispersar manifestantes na frente da UFRGS. Um grupo havia bloqueado a rua do local.

Na região de Santa Maria, ao menos 50 escolas municipais e estaduais amanheceram sem aulas. Estudantes da Universidade Federal de Santa Maria bloquearam uma via da cidade. Também há protestos e paralisações em Rio Grande, Caxias do Sul, Panambi e Cruz Alta.

Maranhão

Manifestantes realizam ato contra bloqueio de verbas na educação na UFMA em São Luís — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante

Manifestantes realizam ato contra bloqueio de verbas na educação na UFMA em São Luís — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante

Em São Luís, manifestantes bloquearam a Avenida dos Portugueses. A presidente da Associação dos Professores da Ufma, Sirliane Paiva, afirmou que o corte invibializa o progresso do ensino público.

Alagoas

 Concentração do protesto na Educação no Cepa, em Maceió — Foto: Michelle Farias/G1

Concentração do protesto na Educação no Cepa, em Maceió — Foto: Michelle Farias/G1

Em Maceió, integrantes de entidades sindicais, professores, funcionários e alunos do ensino público federal, estadual e municipal realizaram protesto nesta manhã no bairro do Farol.

Rio Grande do Norte

Escolas estaduais do Rio Grande do Norte suspenderam as aulas como forma de adesão ao protesto nacional.

Piauí

Manifestação contra bloqueios na educação ocupou a Rua Areolino de Abreu, no Centro de Teresina — Foto: Murilo Lucena/ G1 PI

Manifestação contra bloqueios na educação ocupou a Rua Areolino de Abreu, no Centro de Teresina — Foto: Murilo Lucena/ G1 PI

Em Teresina, estudantes universitários e secundaristas ocuparam a Praça Rio Branco, no Centro, e seguiram até o prédio da prefeitura.

No interior do estado foram realizados protestos em Parnaíba, Cocal e Angical do Piauí.

Goiás

Goiás tem protestos contra bloqueios na educação — Foto: Izadora Resende/TV Anhanguera

Goiás tem protestos contra bloqueios na educação — Foto: Izadora Resende/TV Anhanguera

Em Goiás, escolas e universidades suspenderam as aulas por conta dos atos. Além da capital, Goiânia, cidades como Jataí e Catalão também tiveram protestos.

Paraná

Manifestação UFPR — Foto: Reprodução / RPC

Manifestação UFPR — Foto: Reprodução / RPC

Em Curitiba, manifestantes se reuniram em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na praça Santos Andrade. Também há protestos em Maringá e Ponta Grossa.

Santa Catarina

Estudantes, professores e servidores participaram de um café da manhã no IFSC de Florianópolis — Foto: Júlio Ettore/NSC TV

Estudantes, professores e servidores participaram de um café da manhã no IFSC de Florianópolis — Foto: Júlio Ettore/NSC TV

Em Santa Catarina, houve manifestações de professores e estudantes em cidades como Florianópolis e Itajaí. Foram registrados atos em Florianópolis, Itajaí e Blumenau, no Vale; São Francisco do Sul e Camboriú, no Litoral Norte catarinense; Lages, na Serra; Joinville, no Norte; e Concórdia e Chapecó, no Oeste.

Amazonas

Em Manaus, servidores e alunos da Universidade Federal do Amazonas fizeram ato na Avenida Rodrigo Otávio, Zona Sul da cidade. Duas faixas da via foram bloqueadas pelos manifestantes.

Acre

Estudantes e servidores da Ufac fecham universidade e protestam contra bloqueio de verbas — Foto: Luízio Oliveira/Rede Amazônica

Estudantes e servidores da Ufac fecham universidade e protestam contra bloqueio de verbas — Foto: Luízio Oliveira/Rede Amazônica

Em Rio Branco, funcionários e estudantes da Universidade Federal do Acre fizeram um café da manhã na rua e fecharam o principal acesso à instituição. Também foram registrados atos de professores, alunos e servidores do Instituto Federal do Acre (Ifac), em Rio Branco, e em algumas cidades do interior do estado.

Na capital, centrais sindicais fecharam, pela manhã, a avenida Brasil, uma das principais do município. O movimento conta com ao menos 1,2 mil pessoas, segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), organizadora do ato.

Mato Grosso do Sul

Manifestação na UFMS, em Campo Grande — Foto: Dyego Queiroz/TV Morena

Manifestação na UFMS, em Campo Grande — Foto: Dyego Queiroz/TV Morena

Escolas municipais e estaduais, além de instituições federais em Mato Grosso do Sul aderiram à greve de um dia contra os bloqueios na educação nas cidades de Campo Grande, Ponta Porã e Dourados. Há manifestações em câmpus de vários municípios de pelo menos duas instituições federais: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Instituto Federal de Mato Grosso do Sul.

Roraima

Ato bloqueia entrada do Campus Paricarana da UFRR, em Boa Vista — Foto: Arquivo pessoal

Ato bloqueia entrada do Campus Paricarana da UFRR, em Boa Vista — Foto: Arquivo pessoal

Em Boa Vista, professores, técnicos e estudantes da Universidade Federal de Roraima (UFRR), fecharam os portões da instituição. Além da UFRR, participam do ato o Instituto Federal de Roraima (IFRR) e parte da Universidade Estadual (UERR). O Colégio de Aplicação da UFRR e a Escola Agrotécnica também paralisaram.

Pará

Manifestantes nas ruas de Belém — Foto: Kleyton Silva/ Ascom Sindtifes

Manifestantes nas ruas de Belém — Foto: Kleyton Silva/ Ascom Sindtifes

No Pará, as universidades federais paralisaram as atividades. Segundo sindicato, em Belém, mais de 10 mil trabalhadores técnicos, estudantes e professores da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e Instituto Federal do Pará (IFPA) ficaram concentrados em frente ao prédio do Instituto de Ciências das Artes (ICA). Também houve atos em cidades como Marabá e Santarém.

Mato Grosso

Instituições federais, estaduais e municipais de educação em Mato Grosso também aderiram à mobilização nacional.

Espírito Santo

Protesto em Vitória — Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta

Protesto em Vitória — Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta

Em Vitória, estudantes e professores da rede estadual de ensinoseguiram em protesto da Praça do Papa em direção à Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

Rondônia

Estudantes e professores do Instituto Federal de Rondônia (Ifro)fizeram um manifesto no campus do Ifro de Guajará-Mirim (RO), na fronteira com a Bolívia. Os alunos e servidores se reuniram no Ifro e logo depois caminharam até a rotatória principal da cidade.

Em Porto Velho, estudantes da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) protestaram no centro da cidade.

Amapá

Estudantes, professores e servidores se reuniram na entrada da Unifap, em Macapá — Foto: Carlos Alberto Jr/G1

Estudantes, professores e servidores se reuniram na entrada da Unifap, em Macapá — Foto: Carlos Alberto Jr/G1

Estudantes, professores e servidores protestaram no campus Macapá da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Com faixas, cartazes e caixas de som, o grupo fechou a entrada da universidade, localizada na Zona Sul da capital.

Fonte: Globo.com

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COMISSÃO GERAL  - CONVOCAÇÃO DO MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, SR. ABRAHAM WEINTRAUB, A FIM DE PRESTAR ESCLARECIMENTOS ACERCA DOS CORTES ORÇAMENTÁRIOS NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA, ESPECIALMENTE OS REALIZADOS NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS E NOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO. ACOMPANHE AO VIVO.
 
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