O presidente eleito Jair Bolsonaro desembarca esta semana em Brasília para intensificar a agenda de transição. Na lista de prioridades estão pontos específicos da reforma da Previdência e a definição de pelo menos quatro nomes para as áreas de Meio Ambiente, Defesa, Saúde e Relações Exteriores. Bolsonaro também tem reunião marcada com a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), confirmada para o Ministério da Agricultura.
Tereza Cristina avisou que para ela é fundamental adotar medidas para proteger os produtores rurais e frear o que chama de “indústria de multas”. Bolsonaro indicou que pretende limitar as demarcações de terras indígenas.
Há três dias, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que pretendia definir esta semana os nomes para os ministérios do Meio Ambiente, da Saúde, da Defesa e das Relações Exteriores. Ele reconheceu dificuldades para escolher o titular da Educação.
A equipe de Bolsonaro quer aprovar algumas medidas da reforma da Previdência. Na semana passada, o presidente eleito recebeu uma série de propostas, mas disse não ter definido ainda quais vai levar adiante. Ele negou a possibilidade de elevar para 40 anos o período mínimo de contribuição para o recebimento integral da aposentadoria.
O presidente eleito também rechaçou a proposta de aumentar de 11% para 22% a alíquota do INSS. Bolsonaro destacou que a Previdência do setor público é a mais deficitária e precisa ser revista.
Em mais de uma ocasião, Bolsonaro disse que não quer ver o Brasil “transformado” em uma Grécia – onde os contribuintes tiveram que aumentar o pagamento do desconto linear para 30%, segundo Bolsonaro.
Bolsonaro afirmou ainda que, se fosse o presidente Michel Temer, vetaria o reajuste de 16% sobre o salário dos magistrados e da Procuradoria-Geral da República com base na Lei de Responsabilidade Fiscal. O reajuste foi considerado “inoportuno” por Bolsonaro, entretanto o Senado aprovou o aumento.
A afirmação de Bolsonaro foi feita no último dia 10 à Rede Record de Televisão e a gravação foi publicada nas redes sociais de Bolsonaro. Com informações da Agência Brasil.
O PT quer que o ex-candidato a presidente da República, Fernando Haddad, rode o país para fortalecer o partido para as eleições municipais de 2020.
Segundo a Coluna do Estadão, a cúpula da sigla defende que Haddad percorra todos os estados com o discurso de defesa dos direitos humanos e contra retrocessos.
Também derrotado na eleição presidencial, Ciro Gomes (PDT) está de malas prontas para percorrer o Brasil. Presidente do partido, Carlos Lupi diz que o pedetista vai aproveitar a onda pró-Ciro para aumentar o número de filiados jovens da sigla.
Briga de Brunos
O clima nos corredores do Palácio Thomé de Souza não anda nada bom com os atraques entre o vice-prefeito, Bruno Reis, e o secretário de Educação, Bruno Barral. O motivo, dizem aliados, são as licitações da merenda e do transporte escolar. Queda de braço das boas.
Será que entra?
O trade, políticos e todos os santos da Bahia rezam para que o Turismo não volte para o grupo do PSB. Nos governos Wagner, a legenda comandada por Lídice da Mata mandou e desmandou no setor. Nada funcionou direito e o resultado é esse que está aí: desolador e muita dor de cabeça.
Será que sai?
Nome cotado para deixar o primeiro escalão do governo Rui é o de José Alves, comandante do Turismo. Indicado do PR, partido que minguou nessa eleição, Alves está de malas prontas. Além dele, deve pegar o caminho de casa o presidente da Prodeb, Samuel Araújo.
Novo ninho?
A chegada de Jair Bolsonaro (PSL) ao poder deve renovar a lista de “amigos” dele na política. Um dos primeiros a aparecer para o novo todo poderoso da República é o deputado baiano Antonio Imbassahy (PSDB). Na primeira visita de Bolsonaro ao Congresso, Imbassahy bateu ponto.
“Muy amigos”
Não convide o prefeito ACM Neto (DEM) e Imbassahy para o mesmo lugar. O motivo da briga não poderia ser outro: a eleição. Aliados do ex-prefeito dizem que ele credita a derrota ao atual comandante da capital. Viu João Roma (PRB) levar os votos de Imbassahy e nada fez.
Confusão à vista
Todos os deputados concordam que a briga pela presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) vai ser feia. A disputa entre os aliados do governador Rui Costa vai ser vitaminada pela escassez de benesses do novo governo federal. Agora é cada um por si.
Amor, I love you
Todos os auxiliares do prefeito ACM Neto já sabem: ele está de coração ocupado. A informação só não pipocou ainda na imprensa pelo tom mais discreto que o democrata tem adotado nessa nova relação. Depois dos últimos términos, Neto está com medo de ficar com fama de namorador.
Do Metro1
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (8), uma operação para prender 10 deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Três deles já estão presos.
Os agentes da PF também vão cumprir outros 12 mandados de prisão expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
A ação batizada de Furna da Onça é um desdobramento da Operação Cadeia Velha, que prendeu o então presidente da Casa Legislativa, Jorge Picciani.
Os investigadores apontam que os políticos participaram de um esquema de compra de votos com dinheiro de propina e distribuição de cargos iniciado no primeiro governo de Sérgio Cabral, em 2007. O esquema é mantido até hoje, segundo a PF.
Proprietários de vans ocuparam nesta quarta-feira (7) a prefeitura de Vitória da Conquista, no sudoeste, contra apreensões dos veículos. Os “vanzeiros”, como são chamados, declaram uma espécie de quebra de acordo feita com o prefeito Herzem Gusmão (MDB).
Segundo o Blog do Anderson, cerca de 40 pessoas participaram do ato. Os manifestantes se queixam de uma promessa de regularização das vans que teria sido feita pelo então candidato a prefeito Herzem Gusmão nas eleições de 2016. O combinado também implicaria no fim das blitze de fiscalização das vans. Segundo informações, o serviço de vans é considerado clandestino e foi declarado como ilegal. Um vídeo que circula na cidade mostra Herzem em uma reunião com vanzeiros, prometendo o fim das apreensões.
Blitz apreende vans em Vitória da Conquista pic.twitter.com/9frHLHtVou
— BN Municípios (@BNMunicipios) November 7, 2018
Herzem Gusmão em campanha promete fim de apreensões de vans pic.twitter.com/u3uuHClIF9
— BN Municípios (@BNMunicipios) November 7, 2018
Um almoço por volta das 12h30 de hoje (quarta-feira) sacramentou a vitória do vereador Luciano Gomes (PR) para a presidência da Câmara de Vereadores.
No restaurante Arapuca estavam 13 edis que fecharam questão com o ‘corre trecho’ da Limeira. São eles, além, é claro, do próprio Luciano: Denis do Gás, Álvaro Pithon, Cícero Custódio, Fernando Jacaré, Luis Carlos Dudé, Osmário Lacerda, Lúcia Rocha, Jorge Bezerra, Gilmar Ferraz, Adinilson Pereira, Valdemir Dias e Viviane Sampaio. Ainda de acordo com o Blog do Rodrigo Ferraz, o Pastor Sidney Oliveira, que teria declarado apoio a Luciano, não participou do almoço. O motivo não foi divulgado.
Depois de chegar em Brasília (DF), nesta terça-feira (6), pela primeira vez como presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) participará de reuniões com os ministros dos tribunais superiores, nesta manhã (7), e com o presidente Michel Temer, à tarde.
Bolsonaro conversará, primeiro, com o presidente do Supremo Tribuna Federal (STF), ministro Dias Toffoli. Na sessão de ontem, no Congresso Nacional, em homenagem aos 30 anos da Constituição Federal, eles trocaram cochichos.
O chefe do Supremo, que já vinha defendendo que o momento era de “ouvir” as propostas de Bolsonaro, disse em seu discurso acreditar que o capitão reformado cumprirá a Constituição.
Após o encontro com Toffoli, Bolsonaro almoça com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha. Depois, será a vez de Temer, em reunião no Palácio do Planalto.
A expectativa é de que a reforma da Previdência seja a pauta principal. Nesta terça, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu que “uma parcela” do texto que já tramita na Câmara dos Deputados seja aprovada ainda este ano. O presidente eleito retorna ao Rio de Janeiro amanhã (8).
O deputado federal Antonio Imbassahy, que não conseguiu ser reeleito, visitou, ontem, o governador eleito de São Paulo, João Doria, após rumores de que deixaria o PSDB para migrar para o PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro.
Imbassahy estava acompanhado dos deputados estaduais eleitos do PSDB, Paulo Câmara, Marcell Moraes e David Rios. Com o enfraquecimento dos medalhões da sigla, especula-se que Doria pode assumir o comando do partido, que hoje é presidio pelo ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que perdeu a disputa presidencial neste ano.
Em uma postagem na rede social Instagram, Imbassahy se mostrou a favor de que o PSDB apoie o governo de Bolsonaro. A proposta é defendida por Doria. “Reafirmamos a nossa posição de apoio a Bolsonaro notadamente na geração de emprego e combate ao crime. Houve uma convergência total para que o PSDB assuma uma postura clara sem hesitações perante a população brasileira”, escreveu.
Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, o ninho tucano está divido. Por enquanto, 15 dos 29 deputados eleitos e três dos 8 senadores pretendem integrar a base de apoio do governo Bolsonaro.
No dia 22 de outuburo, a Executiva nacional do PSDB se reúne para discutir o calendário de convenções. Aliados de dizem que haverá pressão para que a troca do comando do partido seja antecipada.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (6), duas operações para combater organizações criminosas especializadas em fraudes a licitações e desvio de recursos públicos que atuam em municípios do sul da Bahia.
Segundo a PF, os valores repassados pelas prefeituras às empresas investigadas entre 2015 e 2017 chegam a R$ 34 milhões. As operações batizadas de “Sombra e Escuridão” e “Elymas Magus” cumprem 13 mandados de prisão preventiva e 50 mandados de busca nas cidades de Aurelino Leal, Camamu,Ibirapitanga, Igrapiúna, Ilhéus, Itabela, Itabuna, Ituberá, Santo Antônio de Jesus, Ubaitaba e Ubatã
De acordo com os investigadores, as empresas que fraudavam as licitações não tinham “a mínima capacidade para a execução dos serviços e obras contratadas”. Segundo eles, muitas obras não foram sequer concluídas, como creches, unidades básicas de saúde e quadras de esportes.
A PF aponta ainda que alguns suspeitos participavam do processo licitatório apenas para “tumultuar”, “ora participando dos certames para exigir propina das empresas concorrentes para que desistisse, ora fazendo ajustes prévios e combinações para vencer as licitações e posteriormente abandonar os contratos”.
Os suspeitos podem responder pelos participação em organização criminosa, fraude a licitação, falsidade ideológica, corrupção passiva e ativa.